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Em busca da felicidade

Então e essas férias?

Estavam a ir bem.

Depois acabaram.

Fim.

 

Cáganki

Quando acedo ao Google no meu telemóvel, mal escrevo a primeira letra de pesquisa, o gajo dá-me sempre uma lista de coisas que eu «talvez queira ler». Ontem mostrava-me um artigo da Visão mais (podem ler aqui) que falava da felicidade e das estratégias para alcançar essa enguia escorregadia.

Diz então este artigo que está agora na «moda» uma nova receita para a felicidade. 

Ao que parece (e estou a escrever com profundo fundamento porque apenas investiguei este mesmo artigo - temos pena, mas a sesta do miúdo não dá para muito mais) em 2016 surgiu para aí uma loucura com o Hygge.

E o que é o Hygge? Não perguntam vocês porque têm mais que fazer.

O Hygge é a receita dinamarquesa para a felicidade. De acordo com o disposto neste artigo, e citando, o Hygge: «aconselha a fazer coisas simples como beber um chá quente em frente à lareira, reunir com amigos e família ou ler um livro».

Enfim, tudo coisas que uma pessoa precisa pagar 15 paus num livro com uma capa gira e gastar uns dias a ler para saber. De facto, eu, que sou uma pessoa lenta de pensamento e resoluções, precisaria muito que alguém gastasse duzentas e tal páginas para eu saber que sentar o befe no sofá um pedaço de tempo a ver um bom filme, é coisa para me deixar feliz.

Mas adiante.

Depois, os suecos, invejosos por causa da felicidade dos dinamarqueses, apareceram com o Logom. Este, numa primeira instância pode assemelhar-se tremendamente a uma marca qualquer de routers, mas na verdade é a sua receita para a felicidade.

E o que nos diz o Logom: «um estilo de vida que privilegia a harmonia, o equilíbrio, a moderação, a satisfação e até a sustentabilidade, mas na dose certa.»

Sim, porque não quereríamos sustentabilidade a mais, pois não? Até pode causar náuseas ou qualquer forma de desarranjo intestinal.

Mais uma vez, é preciso uma pessoa gastar quase 4 contos de reis (20 € para os sacanas nascidos depois de 2000) num livro para saber que viver em harmonia é coisa para ser bom.

Está certo.

Como ninguém quer ficar para trás, houve quem se lembrasse de sacar o ikigai, que nada mais é que a receita da felicidade dos Japoneses.

Nesta receita os ingredientes são:

1. Não deixar de trabalhar. 

O nosso Governo vai recomendar fortemente o uso deste.

2. Fazer voluntariado e manter-se ativo.

3. Fazer exercício em movimentos lentos.

Então e o running? Como é que fica a malta do Crossfit? Numa frase lixa 2 modalidades. Logo com nomes cool.

4. Dedicar mais tempo aos hobbies e coisas preferidas.

Ando sempre a dizer isto e nunca falei com uma pessoa japonesa. Juro. Eu preferia muito mais gastar tempo a coçar as costas do que a trabalhar. Por exempes!

5. Ter a família e os amigos por perto a todos os momentos.

E a malta que emigra? E a malta que perde a família? E alguém que esteja entregue no orfanato? Parece-me tremendamente discriminatório. Mas enfim, são os meus 5 minutos de indignação.

6. Contactar com a natureza e recarregar as energias.

Se eu conseguisse contactar com a minha cama mais tempo...isso é que era.

7. Saber dizer «não» ao que não gostamos de fazer.

Estou sempre a tentar dizer que não. Às limpezas da casa, mas depois papo com elas. Por exemplo. Outro é o meu chefe, está sempre a mandar-me fazer coisas, tipo trabalho. Eu já lhe disse que não gosto, mas ele insiste, porque de outra forma vou para o olho da rua. E eu começo a gostar...devagarinho...mas começo. Até vejo flores lilases nas folhas Excel.

8. Procure nas memórias da infância a paixão.

9. Comer apenas 80 % da nossa fome.

Como é que a pessoa sabe que são exatamente 80 %? Há uma espécie de aparelho que se pode comprar? Ou uma pessoa mede a olho? Gostava de saber.

 

Enfim. Tudo isto para dizer aquilo que uma pessoa, se dotada de bom senso, sabe. Tudo isto para dizer que, por mais simples que sejam as coisas, são difíceis de obter.

Nevertheless....

E porque me parece mal que o Tuga não tenha a sua própria receita para a felicidade. Atão se nós até temos 1001 formas de cozinhar bacalhau, seriamos agora ignorantes na alegria. Bolas, com tanto vinho!

Porque nós também queremos o nosso país no planeta da felicidade, decidi criar um conjunto de regras para a receita Tuga da felicidade.

À receita dou o nome de: Cáganki.

Então o Cáganki tem que princípios?

Os princípios chave do Cáganki são:

1. Beber 2 copos de tinto a cada refeição.

De preferência pomada Bacalhoa, que é bem boa. Mas para quem não tem posses pode bem ser serrapilha do pacote. Desde que tenha teor alcoólico, serve. Dá logo uma noção mais alegre à vida.

2. Dormir até às 9 e tal da manhã.

Dessa forma garantimos que acordamos sempre com o sol já alto. Seja de inverno ou de verão. Aquela coisa de acordar de noite para ir trabalhar é, verdadeiramente, deprimente.

3. Trabalhar um máximo de 4 horas por dia.

E devagar. Para fazer o peixe render. Desta forma dá para trabalhar e sobra ainda muito tempo para fazer outras coisas, seja em horário de verão ou de inverno.

(notem que se trabalha aqui sempre na ótica da estação)

4. Comer, pelo menos, um prato de bacalhau por semana.

Os noruegueses dão muito trabalho e condições ao Tuga emigrante e nós temos de os apoiar sempre.

5. Sentar a ver um filme e a emborcar um pacote de M&M com amendoim, pelo menos, uma vez por semana.

Relaxa a mente. Aguça as papilas gustativas. Participa para a economia e ajuda a esquecer a tristeza.

6. Só fazer o que nos apetece. 

O que significa que, se no nosso emprego nos derem tarefas da treta, devemos rejeitar terminantemente. Devendo ser enfatizado o impacto que tem para a nossa felicidade.

7. Comer tudo o que nos apetece e, caso estejamos gordos que nem abades e com doenças coronárias resultantes de maus tratos ao corpo, devemos culpar Deus, por nos ter dado um corpo com fraca capacidade de resistência às agressões do meio.

 

É esta a minha contribuição. 

Achadatatata! Pim!

 

(faço uma nota final a elucidar que este é um texto que não pretende magoar sentimentos sentidos por ninguém. é pretendido com estas linhas uma gargalhada e seguir em frente. as crenças e opções de cada um a cada um dizem respeito e ninguém tem nada com isso. fim)

Ó narradora do Ruca, crayon em tuga é lápis de cera, pá!

Quão difícil é traduzir crayon para lápis de cera?

Diria que mínima. Ate eu sei caramba!

Sempre que vejo este episódio...que é para aí dia sim, dia sim, numa razão de 2 vezes/dia...dão-se-me os nerves com esta parte.

Se os miúdos estão a pintar com lápis de cera, porque carga de água dizem crayons?

Depois o miúdo pergunta:

- Mamã, o que são crrraíons (porque é assim que a narradora diz)?

E eu fico tentada a responder:

- São lápis de cera filho, mas a senhora do Ruca é Tecla 3 com a mania que é bilingue.

Mas na verdade digo:

- São lápis de cera, filho. São lápis de cera.

Olá pai. A mãe tá furiosa!

As férias estão a acabar e é preciso organizar a casa. Detesto fazer limpezas. Detesto arrumações. Tenho alergia à lida da casa. Mas como tenho amor ao dinheiro, cá em casa, tratamos nós das limpezas e arrumações.

Sôtor meu rico filho ia passar o dia com os avós. Os velhotes estão cheios de saudades do neto e nós precisávamos de tempo e descanso para arrumar. Sim, alguns dias parece que arrumar seria um descanso.

Tomámos o pequeno almoço, eu fiquei em casa para começar a aspirar camas de cães e o pai saiu com ele.

Tudo estada a correr pelo melhor, estava embalada, já tinha quase uma assoalhada tratada e até tinha arrumado a minha «ala dos sapatos», quando vejo sôtor a entrar pela porta do quarto.

Hipocondríaca como sou a primeira coisa que me ocorreu foi: estava a ter visões. Que o miúdo não estava ali, a minha cabeça estava a vê-lo. A culpa estava a trazer a imagem da coitada da criança que estava a ser entregue aos avós por meio dia para eu limpar sem afazeres extra.

A minha mãe sempre arrumou tudo com os pirralhos em casa.

A minha mãe era uma mulher feita de uma fibra diferente da minha.

Vejo o Nuno entrar e só quando este encolheu os ombros me consciencializei que eram mesmo eles e não o principio de demência.

Eu - Então?

Nuno - Não quis ficar.

Eu - Então?

Nuno - Disse que «papá e mamã em casa, 'Cado casa. Pá chemana mamã e papá tabalhari, 'Cado vô e boís e vó!»

Em resumo: se os pais estão em casa, ele quer estar em casa. Quando forem trabalhar e ganhar tostões aí sim senhor, podem deixar a criatura com os velhotes de sempre e o cão Boris. Afinal de contas alguém tem de dar o lombo para pagar isto tudo.

Eu - Certo.

Nuno - Não ia deixá-lo a chorar.

Eu - Certo. Vamos demorar 10 vezes mais tempo a limpar isto.

Nuno - Eu sei.

Eu - Vou acabar de limpar o quarto e tu ficas a dar conta dele. Senhor Ricardo, você vai portar-se como deve de ser senão vamos ter problemas sérios. Hoje é dia de limpezas, tens de ajudar. Ou então vais para os avós que querem muito brincar contigo.

Sôtor - Tá bem mãezinha!

Sempre que está a ganhar a batalha eu sou a «mãezinha». Também já aprendeu que dizer que se vai comportar compensa, por isso vai sempre portar-se bem.

Ligo o aspirador.

Eu - Sai dai. Não pises isso. Desvia-te do aspirador. Sai que a mãe tem de arrojar a cama. Vai para o teu quarto. Vai para o teu quarto. VAI para o teu quarto. Vai brincar filho. Não puxes o fio. NUUUUUUNO! Leva o menino daqui. Se. Faz. Favor. Grata!

O pai levou-o para o quarto dele para brincar.

Acabei de arrumar o quarto. Passei a «pasta» ao pai. O pai saiu para ir despejar lixo e ir buscar almoço.

Eu - Lembras-te que hoje é para arrumarmos coisas, certo?

Sôtor - Certo.

Eu - A mãe tem de estender a roupa. Tu ficas a brincar no teu quarto.

Sôtor - Anda bincar com o 'Cado.

Eu - A mãe vai estender a roupa. Podes vir para o pé de mim. Mas eu acho melhor que brinques no teu quarto.

Sôtor - Tá bem mãe....

Começo a estender a roupa na varanda e vejo-o chegar com os bonecos. Está a transportar tudo do quarto para o escritório.

Eu - Filho, chega de bonecos. Caso contrário depois temos de voltar a pôr tudo no quarto.

Sôtor - Tá bem mãe...

Decide ir brincar mesmo para a porta que dá acesso à varanda. Impedindo a minha passagem.

Eu - Ricardo sai daí filho, a mãe tem de passar. Ricardo desvia-te. Não te pendures no móvel. Não. Não Não. NÃO. Não te pendures no móvel. Vou contar até 3, desce dai. Obrigada. Larga a bola. Larga. A bola. Não atires isso ao cão. Essa bola é muito pesada filho, não dá para jogar com o Ghandi. Saí dai. Sai. Sai. Sai. Aíiiiiiiiiiii! Não. Não te metas dentro da cama dos cães. Sai. Saí. Não. Sai. Ai. Ai. Aiiiiiiiiii! A mãe vai zangar-se contigo. Ricardo devias ter ficado nos avós, eles tinham tempo para brincar filho. Sai do móvel. Não te pendures aí. Sai. Desvia-te. Desvia....te. Estou a ficar zangada contigo, daqui a nada vais para o teu quarto pensar na vida. Queres?

Pegou no telefone fixo de casa, saiu e pondo o auscultador no ouvido disse:

- Olá pai. A mãe está furiosa!

Só me deu para rir.

Estava a acabar de estender a roupa e ouço:

- Está pesa! Está pesa! Está....pe...sa!

ZABUM!

- Ah, já tá!

Tinha acabado de conseguir tirar uma gaveta inteira do móvel e espalhado os brinquedos todos. Estava satisfeito.

Acabei de estender a roupa.

Suava.

Ele arrancou para a cozinha. Quando lá chego estavam todos os pacotes de natas em cima da mesa da cozinha.

Eu - Que estás a fazer?

Sôtor (com um sorriso vitorioso) - Uma toggi!

Estava a fazer uma torre.

Para isso usava todos os pacotes e latas que estavam à mão na primeira prateleira da dispensa.

Eu - O frasco de polpa de tomate não. Não, o grão não. Não, os tremoços não. Não, o feijão não. Se é vidro é não.

Quando o pai chegou estava Sôtor sentado para comer a sopa. Eu estava a precisar de medicação e a ver o 5º episódio do Ruca.

Só acalmou quando foi dormir a sesta e depois...

...depois, quando acordou, we did all over again...

 

 

 

Estou a criar um mafioso

Descasquei fruta pata todos. 

Ele a ver o Ruca. Tinha pedido companhia para ver os bonecos. Fomos. Uma pausa nas limpezas.

O pai avisou mil vezes para não estar a ver TV em cima do ecrã.

Eu avisei mil vezes para não estar a ver TV em cima do ecrã.

- Vou contar até 3, depois sais daí ou desligo o Ruca. 1, 2, 3. 

O pai desligou.

Foi até à taça com a fruta. Pegou em todos os pedaços e disse ao pai:

- Liga o Ruca.

O pai disse:

- Hei...a fruta é para dividir.

Sôtor a segurar na fruta com toda a força, semicerra os olhos e diz:

- Liga. O. Ruca.

 

Watafaque!

 

Vou à rua e vou levar todo o teu dinheiro

Nuno, vou à rua e vou levar todo o teu dinheiro.
Até já.

(Esperei uma década para dizer esta frase ao nazi financeiro do meu marido. No bolso trouxe 6 € em moedas para meter na maquina da lavandaria...)

Eu a meter-me na pastelaria saudável

20170920_161652.jpg

 

Estas férias têm sido passadas por casa. Uma espécie de «ir para fora cá dentro», muito para dentro. 

Temos aproveitado para passar tempo juntos, para gozar pequenos momentos em família, para acordar mais tarde, para fazer umas corridas de manhã...

...mas nem todas as manhãs...

...também precisamos de descansar e as manhãs lentas sem afazeres fazem tão bem.

Nos últimos 2 dias o sôtor esteve febril. Isto fez com que nos fechássemos em casa. Sopinha, papas, termómetros e supositórios.

No meio desta confusão arrastada de cuidar de um demónio da Tasmânia com febre e farto de estar em casa, decidi que fazia um docinho saudável.

Ele estava sem apetite e podia ser que quisesse uns queques com pepitas de chocolate. Por forma a fazer algo mais saudável alterei os ingredientes de uma receita tradicional.

Saíram assim uns muffins sem glúten e sem lacticínios. Açúcar reduzido.

 

Para quem quiser aqui ficam os ingredientes:

a) 1 Ovo grande;

b) 1 Iogurte de soja com sabor a mirtilos;

c) 100 ml de leite de arroz;

d) 3 Colheres de sopa de óleo de coco derretido;

e) 200 gramas de farinha de arroz;

f) 50 gramas de açúcar mascavado;

g) 1 Colher de café de fermento para bolos;

h) 1 Mão cheia de pepitas de chocolate negro.

 

Preparar:

1. Juntar todos os ingredientes líquidos e mexer bem.

2. Adicionar o açúcar e a farinha, envolver bem.

3. Juntar as pepitas de chocolate, deixando algumas de fora para pôr por cima.

4. Colocar aproximadamente 2 colheres de sopa em casa forma.

5. Levar ao forno por aproximadamente 10 minutos a 190ºC.

 

Espero que gostem.

 

Frases #5

Cada vez mais me convenço de que a vida aleija.

Termos de pesquisa...ou pesquisas Google um bocado...nem sei

fap4y.jpg

 

Acredito que exista um numero infindável de razões para que as pessoas venham bater com os costados a este tasco. Podem: não ter nada para fazer, achar que vão aprender alguma coisa, julgar que há para aqui alguma receita milagrosa para ser feliz, ter a cabeça desnorteada e então dedicar-se à leitura de coisas com fraco cariz intelectual, enfim, podia estar aqui até amanhã perdida em suposições.

Parei um pouco para pensar e ocorreu-me que poderia fazer um post onde convidava os leitores a dizer o que mais gostam neste espaço: se são as cores, os temas, a abordagem, a escrita, as fotografias, sei lá!

Mas…ocorreu-me que os meus caros leitores ou potenciais pessoas que chegam ao engano, possam ser pessoas que se acanham em sua concha e não deixem brotar para fora do seu interior o que as traz cá. Foi quando decidi fazer uma análise aos últimos 6 meses de pesquisas que fazem pessoas lindas desaguar neste ribeiro. Compreendo que algumas possam estar seriamente necessitadas de medicação, enquanto outras só Deus nosso Senhor as poderá ajudar. E mesmo esse…a ver!

 

Assim, começando de forma crescente:

 

Eletrodomésticos Moulinex

Não sei como, nem porquê, nem em que momento, nem por graça de quem…não sei. Ponto. Não tenho memória de falar em eletrodomésticos, mas pelos vistos, se falei, foi especificamente de coisas finas e de marca.

 

Dístico de atendimento prioritário | a prioridade na fila aplica-se a quem transporte criança em carrinho de bebe ou só se for ao colo ? | prioridade nas caixas de supermercado | prioridade caixa supermercado

Estes encaixam todos na mesma categoria: o atendimento prioritário.

Há vários meses atrás, em resultado da entrada em vigor da Lei do atendimento prioritário, escrevi um post tolo – mesmo tolo – sobre o assunto. Jamais na minha vida poderia eu imaginar as proporções que tal coisa teve. Na altura foram milhares de cliques, dezenas de mensagens, o post foi partilhado no Facebook da Sapo e ainda hoje, tenho cliques nesse post. Mais, de vez em quanto há quem me mande e-mails a contar a história toda que lhe acabou de acontecer numa fila de supermercado, solicitam apoio e a querer saber se o que lhes aconteceu vai contra a lei.

Eu, que só escrevi um post parvo, lá tenho de esclarecer que não sou jurista, nem advogada, nem juíza, nem policia, nem guarda. Sou uma cidadã palerma que escreveu um post parvo.

E porque raio isto acontece?

Aventando aqui um palpite: acontece porque as pessoas leem o titulo e não se dão ao trabalho de ler todo o texto. De outra forma saberiam que eu sou ainda mais ignorante que elas sobre o tema. Até porque, neste momento não tenho como usufruir de atendimento prioritário, a menos que me faça de coxa, que diga que estou grávida ou que minta na idade do meu filho sob o pretexto de que ele está muito desenvolvido para a idade.

Não obstante, cá estou para dar aconselhamento prioritário a quem assim considerar necessário, sendo que achava muito mais graça dar conselhos sentimentais, tipo revista Maria.

 

Coração do instagram

Não sei.

 

Bruxarias com madeira

Esta preocupa-me. Eu sou pessoa que não é dada a este tipo de cena. Respeito e quero longe da porta, porque como diria a minha mãe: «eu não acredito, mas que elas há, há!»

Madeira temos cá sim senhores! Temos madeira desde 1983. Agora cenas maradas com decapitações de galinhas e pernas de coelho e rezas, não amigas!

Porta errada. Espero que encontrem o vosso caminho….e que esse caminho seja longe do meu.

Xô. Xô.

 

O mundo da rita blog

Estou certa de que será um bom blog, mas de repente não estou a ver quem é a Rita, nem o mundo dela. Se alguém conhecer que me diga para eu devolver a visita.

 

Lulas no forno

É coisa para ser bom! Em experimentando convide-me. Gosto imenso de tudo o que são moluscos. E marisco também!

 

Homem agarrado

Eu sei que isto anda mal para o lado dos géneros e posso ser acusada de coisas por assumir já que isto foi uma pesquisa feminina. Por isso começo por dizer que esta pesquisa pode ter sido levada a cabo por um homem ou uma mulher. Eu, para poupar os caracteres e a minha sanidade mental, vou optar por fazer de conta que é uma mulher.

Dito isto.

Estamos perante uma moça que quer garantir que o gajo não lhe foge. Ela quer o tipo a picar o ponto à saída e à entrada. Ela quer cheirar-lhe a camisa quando entra. Ela quer o tipo tão submisso que o gajo quando olha para outra até fica com troçolhos. Tal não é a força do agarramento.

Filha, um conselho: se ele não quer estar deixa-o ir, de outra maneira mais tarde ou mais cedo vais andar de capacete enfeitado e não vale a pena.

 

Blogue da isabel silva

Tá certo, falei dele.

 

Cabelos de m****

A sério que há pessoas que fazem pesquisas no Google por m****? Valha-me Nossa Senhora!

 

Pilas de homens

Aqui não há, lamento informar. A pessoa que escreve é possuidora de um pipi. Adeus e bom dia.

 

Mindfulness

Compreendo. Falei disso aqui. Ainda que se opere muito pouco da aprendizagem recebida.

 

Burro

Ora aqui está uma pesquisa de alguém que procura pela autora do espaço, ainda que se tenha enganado no género. Bom dia, bem-vindo! Espero que esteja a gostar.

 

E é isto.

Maravilha!

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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