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Em busca da felicidade

1001 Maneiras de me sentir estúpida

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Depois de o "meu carro" não pegar (conto noutro post) e de me sentir combalida com a situação, rumo a pé ao hipermercado para comprar algumas coisas que faziam falta, afinal de contas estamos quase de "quarentena" a ver se afugentamos a maldita da febre de vez.

Compro os legumes, pego em algumas coisas para contribuir para o Banco Alimentar (devemos sempre, sempre, contribuir pessoas, não é por um pacote de massa que ficamos mais pobres, muito pelo contrário) e dirijo-me à secção do leite. Olho à volta para ver se encontro o habitual, quando os meus olhos se cruzam com um pacote que fala em vacas felizes. Paro para ler melhor e sim senhora, que são vacas galdérias que dão aquele leite, das que andam nas pastagens verdes a ruminar vagarosamente a sua erva, das que dizem "espera aí que eu já vou!" quando as chamam ao serviço.

Tinha de trazer este leite. Que a consciência agradece e com leite de vacas felizes até o galão me sabe melhor pela manhã.

Quatro paletes umas em cima das outras, duas de leite magro, duas de meio gordo. Estudo como é que vou fazer aquilo, afinal de contas só queria dois pacotes (ia carregar com eles a pé para casa), e decido derrubar uma palete de leite magro e alcançar a de meio gordo. Primeira parte concluída. Só faltava tirar dois pacotes da palete. Tento furar com os dedos, mas nada, o plástico é muito rijo. Saco das chaves de casa e vai de escarafunchar e escarafunchar até tirar o primeiro pacote. Já suava. Mas a vitória soube tão bem. Tiro o segundo pacote e volto a pôr o resto da palete no sitio.

Coloco os pacotes no meu cesto de compra e, quando agarro na alça e sigo em frente encontro o quê? Uma montanha de pacotes de leite iguais, todos fora das paletes, ali, assim, organizadinhos lado a lado para pegar e levar.

Dei meia volta e saí de fininho, a ver se não havia mais pessoas a perceber a minha estupidez.

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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