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Em busca da felicidade

Conheci um cão guia e ficámos amigos

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Tenho uma paixão por cães que não sei explicar muito bem. Se pudesse levava-os todos para casa (e sim até os dos vizinhos). Tenho os meus dois tontos mas gostava de ter mais. Gostava de ter mais espaço para estes e de ter espaço para ter o dito “cão” à séria, que os meus somados não valem 1 (em tamanho, note-se).

 

Há alguns anos atrás, pensei em fazer um curso de treino para cães guia. Gostava de saber treinar cães à séria, ensinar-lhes coisas úteis e aliava a isso a possibilidade de poder ajudar alguém com algo que lhe seria essencial. Um cão que lhe facilitaria a vida diária nas coisas que temos por mais básicas e uma companhia.

O curso não é simples e a trabalhar a tempo inteiro ser-me-ia impossível seguir em frente. Mais um sonho que fica para quando ganhar o Euromilhões e poder fazer só o que me apetece.

Há alguns meses ficámos a saber que um amigo nosso participa para o treino de cães guia. Pelo que me explicou é-lhe dada formação inicial para que lhes possa ser entregue um cão aos seus cuidados. E é mesmo para isso, no primeiro ano é para estar aos cuidados dessa pessoa, para lhe roer as mobílias e os sapatos (estou a brincar), para os socializar de forma a que, a partir do primeiro ano possam começar a ir para a escola numa base diária.

Quando passam na primeira prova recebem um dístico de identificação como cão guia, devendo ser esclarecido que se encontram em treino.

 

Este fim de semana tivemos um almoço de amigos, no qual estava este nosso amigo e a sua menina de 4 patas. Quando soube que ele ia larguei um berro ao Nuno “ele que leve o cão”. Gosto de conviver com animais educados de quando em vez (e não é uma mensagem subliminar, é mesmo porque os meus cães são uns desgraçados).

No Domingo lá fomos almoçar. Dormiu ao pé dos meus pés e ainda veio comigo no carro.

Uma delicia. Tão doce. Tão bem ensinada.

Sei que isto é horrível, mas passei o tempo todo a pensar “quero um, quero um” e a pôr na minha cabeça “está a ser ensinada para uma causa, não é para ti, tem juízo”.

Invejosa me confesso. O que eu gostava de poder fazer o mesmo. De ajudar a tomar conta. De participar para poder ajudar alguém. O pior (para a minha pessoa, fazer atenção) é que ao fim de 3 anos com o cão havia de ser o cabo dos trabalhos e a choradeira total para o deixar ir.

 

Há pessoas que fazem coisas, assim sorrateiramente, tão boas.

 

Para quem quiser saber mais informações sobre este tema pode ir a esta associação (foi o espaço que encontrei online).

 

Nota: Escusado será dizer que sôtor meu filho ficou louco com o cão e só o queria abraçar.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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