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Em busca da felicidade

Pequeno Ricardo é marca Roscoff...

... e apesar dos seus quase 20 meses, não leva desaforos para casa.

 

- Esse gajo! Esse gajo é marca Roscoff! PATENTE! Tá visto!

Diria o avó Augustinho.

 

Pequeno Ricardo é criatura metida na sua vida.

Pequeno Ricardo gosta de engenhocas, de encaixar peças e de perceber a mecânica das coisas.

Pequeno Ricardo é moço de poucas palavras e para quem não conhece cinge-se ao singelo sorriso de quem é matreiro e não está para grandes confianças.

Pequeno Ricardo não chateia e não se deixa chatear.

 

Pequeno Ricardo hoje foi à vacina e esteve mais de meia hora à espera enquanto brincava no recinto destinado a crianças.

Enquanto esperava aparece uma piquena com pelo menos o dobro da sua idade e mais um palmo acima de pequeno sRicardo, desejando todo o recinto para si mesma. Pequeno Ricardo Sorri à piquena, como num convite simpático e mudo de um tipo que palra muito mas não diz nada.

A piquena deixa-se estar de fora a observar e, apanhando o pequeno Ricardo fora do recinto, vai de entrar - matreira - e fechar a porta para que pequeno Ricardo não possa entrar.

Pequeno Ricardo reclama de forma contida, esticando o braço como que a dizer "abre lá isso, vá!".

A mãe da piquena, atenta, disse-lhe "abre já isso ou vens-te sentar aqui de castigo".

A piquena reabre o recinto e, pequeno Ricardo, indignado com a acção da piquena, vai-se a ela com o objectivo de a desapossar dos seus pertences. Neste caso de um pauzinho com desenho que o médico lhe havia dado.

O pai afastou-o.

Conversámos com ele.

A piquena fica no recinto. Apossa-se da cadeira onde estava pequeno Ricardo bem como dos lápis que estava a usar.

Pequeno Ricardo destemido vai em sua direcção para reclamar o assento. O pai convence-o de que se pode sentar na cadeira à frente.

Pequeno Ricardo fita a piquena diversas vezes, como quem explica "calho a estar sozinho e isto dava-se de outra maneira".

Comprovado que está que pequeno Ricardo tem pêlo na venta. E não leva desaforos para casa.

Não é o tamanho, é a vontade!

 

Habituava-me a esta vida de ócio

Tenho uma colega que diz:

"Não tenho jeito para vida de ócio!"

 

Mas eu descobri que tenho.

Adoro estes dias calmos, doces e aparentemente iguais. Dias em que nos levantamos com a luz do sol e não com o apito do despertador. Dias em que nos levantamos para escolher o que vamos comer e não a ração habitual da manhã. Dias em que nos mexemos com a tranquilidade de quem não tem de estar em mais lado nenhum para além daquele em que está, nesse momento. Dias em que passamos a manhã na praia e o caminho de regresso serve para o pequeno dormir a merecida sesta e os pais escolherem o que vão fazer para o almoço. O que falta comprar. O que apetece comer.

Dias em que ao final do dia se cozinha com calma o jantar. Dias em que chegamos à noite entre as pequenas tarefas do dia a dia, uma máquina de roupa estendida, dois cães passeados, brincadeiras de mão cheia com o pequeno que procura atenção. Aquela que hoje sabemos que deseja, aquela que daqui a uns aos pouco lhe diz.

Dias em que com a tranquilidade dos minutos que não andam cozinho uma sobremesa saborosa com chocolate derretido. Em que nos deliciamos com cada colherada, de chocolate morno e tempo.

Dias em que me deito sem a pressão dos afazeres de amanhã. Porque o amanhã diz que é só preciso viver, o que se fizer, fez, o que não de tratou, há-de ficar tratado.

 

20160928_104024.jpg

 

Deixar que a vida nos surpreenda

(imagem retirada da net)

 

A vida é mais sorrateira que uma velha sabida e espera cada segundo para nos lembrar que os momentos se movem a seu tempo e não quando os entendemos. Que devemos saborear os segundos. Que devemos apreciar as coisas boas que nos dá, aquelas que surgem para nos surpreender quando menos esperados.

Espontâneas.

Ontem forcei uma pausa em mim.

"Só quero um dia sereno"

Acordámos à hora que nos apeteceu. Tomamos o pequeno almoço e passamos a manhã na praia entre brincadeiras à beira mar e corridas pelo areal.

Gargalhadas e molduras de areia, gravadas numa fotografia para lembrar nos momentos mais tristes.

O telemóvel ficou na mala. Confinado à função de relógio.

"Hoje jantamos?"

"Jantamos"

Sem pressas deixamos o pequeno nos avós - que mais parecia querer ver-se livre de nós, ou à sua maneira ainda tenra nos quis fazer ver que também precisamos destes momentos de descanso.

Fomos deixar as roupas para dar à loja encantada da minha prima (um dia falo disso, a melhor loja para animais a sul do Tejo).

Ouço o meu nome mas lembro-me que não sou a única que o tenho.

Afinal era para mim. O meu irmão que está a trabalhar em Lisboa tinha ido ver o meu pai, acabámos por nos encontrar.

Gostei de o ver.

Gostei muito. Melhorou o meu dia.

A vida a dizer-me "toma lá um presente que hoje percebeste que quem manda nisto sou eu"

Tempos antigos. Tempos felizes. Todos à conversa. A escola. As escolas de cada um. As tropelias e as caras feias dos documentos de identificação.

E eu, enquanto os via falar, a perceber a falta que me fazem estes momentos.

A pedir à vida que me leve para mais perto, para que sejam um regra e não um presente ocasional.

Jantámos. Vimos o "Sully". Voltámos para o nosso sofá. Para ver o diário da Casa dos Segredos (já disse que venho a casa dos segredos, e gosto). Para comer uma mousse de chocolate antes de deitar.

Hoje é um novo dia e eu faço por me lembrar que ainda falta 3 dias.

Bom dia pessoas! Bom dia Vida!

 

Ansiedades de uma vida que se queria normal

Acordo com os primeiros raios de sol a bater nas persianas. Ainda só são 7 da manhã. Uma hora maravilhosa para os tempos de férias. O Nuno ainda dorme e o pequeno está espraiado na sua cama. No quarto dele. Destapado como sempre.

Bebo o meu smothie e saio para um treino rápido. O que tinha programado.

Volto. Passo o corpo por água. Visto-me para a praia.

Vou até à cozinha e preparo o pequeno almoço. Panquecas de aveia e maçã, acompanhadas de um smothie vitaminado de banana e frutos vermelhos.

Saímos para uma manhã mais quente do que seria de esperar. Passamos a manhã entre mergulhos e castelos na areia.

Voltamos para almoçar um peixinho grelhado.

À tarde arranjamos o resto da despensa. Penduramos os cortinados novos. Escrevo o texto que tenho em falta. Num magnifico momento de inspiração. Envio-o confiante. Preparamos a mala do pequeno e vamos leva-lo aos avós.

Passa lá a noite. É dia de ir ao cinema e jantar fora.

Chegamos ao restaurante e admiro satisfeita o meu próprio reflexo no espelho. Um vestido de jersey cinzento. Fresco e justo, como seria de esperar numas férias de verão. Abraça um corpo bem torneado. Resultado de uma alimentação cuidada, de um treino regular, de uma vida descansada.

Calçadas estão as minhas sandálias, as que comprei a bom preço mesmo no fim do verão. No pulso uma pulseira a condizer, daquelas surpresas que só o Nuno sabe fazer.

 

Depois acordo.

 

Passa das 8:30 e ainda estamos na cama. O pequeno esticado ao meu lado faz com que o meu cérebro se recorde que afinal acordei antes das quatro para o embalar, para lhe dar um biberão de leite. Para o deixar a dormir entre nós dois, enquanto nos contorcemos para criar o espaço que não existe.

"JÁ são 8:30?!" Está tudo por fazer. O que é normal porque estamos de férias e o que mais precisamos é de descanso e descontracção. De esquecer que existe uma coisa chamada relógio. Que existem ponteiros que se movem com vontade própria e que fazem os dias avançar a um ritmo que não é o nosso.

Lembro-me que já é quarta-feira, quando me devia recordar que ainda é quarta-feira. Pressiono-me a fazer mais porque já só faltam 5 dias para voltar ao trabalho, em vez de me recostar porque ainda faltam 5 dias para voltar ao trabalho.

O mesmo dilema de sempre.

O de querer encaixar nas férias tudo e mais alguma coisa, menos o descanso merecido. E depois volto ao trabalho tão cansada quanto no dia em que entrei de férias.

Levanto-me para perceber que estou em fraqueza, o sistema nervoso e a puta da pressão arterial de periquito que tenho, juntaram-se para me atazanar, para fazer com que tenha de ir comer não com vontade mas com urgência.

O Nuno anda vagaroso pela casa. O pequeno não se quer vestir. Desata aos pontapés cada vez que lhe tento mudar a fralda.

Enquanto lhe tiro a fralda da noite e preparo a nova faz um xixi gigante em cima da minha cama. Em resultado na inexistência de pessoas adultas incontinentes, na minha cama não há resguardo, pelo que fico com o colchão cheio de xixi.

Acabo de o vestir e pouso-o no não, sem estar bem certa se eu própria não vou acabar no chão.

Vou dar com ele a correr para a sala, o Nuno deixou a porta aberta.

Quer jogar às escondidas. O que implica que eu tenha de me levantar e baixar 1000 vezes atrás do sofá e fazer "cucu".

Quando saio da sala estou branca. O Nuno faz uma brincadeira e eu estou capaz de lhe apertar o pescoço. Não me apetece brincar. Só me apetecia que o dia não tivesse começado assim.

Saímos. Tomamos o pequeno almoço na rua. Dois galões, uma torrada e uma torta cheia de creme, exactamente como devia ser para alguém que quer rever as porcarias que come. Tudo comido à vez porque alguém tem de tomar conta da criatura pequena que não aceita ficar sentada à mesa.

Íamos seguir para a praia. Mas afinal havia uma borrada na fralda e o melhor era subir a casa para limpar um cu cagado.

Sentamo-nos no carro e seguimos para a praia.

O dia mais quente que já apanhamos, um bom dia de praia e cedo o pequeno quer ir embora. Aponta para o chuveiro. Sinal de que, para ele, tá bom de praia.

Lá vamos.

Chegamos a casa e dorme quase até às duas da tarde. Nós aproveitamos para fazer mais duas ou três coisas em falta e descansar uns minutos.

Despachados os almoços há coisas para fazer.

Um armário para arranjar, cortinados para pendurar, um treino por fazer (esta minha coisa de querer começar planos de emagrecimento nas férias em vez de descansar para voltar com vontade), um texto por escrever (e eu sem ideia nenhuma de como fazer), máquinas de roupa para estender, outras tantas por apanhar, a cesta de roupa para passar que se tinha de entregar, a mala do pequeno por fazer, o pequeno por entregar, sacos de roupa que temos para dar que ainda não fomos entregar.

O ar a faltar. A ser sugado e a cabeça a patinar. Tanta coisa por fazer e nós a ter de estar no restaurante no máximo às 20 para ter tempo de apanhar o filme que começava às 21.

A neura a aumentar e eu, sem perceber porquê, a perder a paciência e a capacidade de raciocínio para organizar as obrigações que se criam para dias que se querem de descanso. Dias onde a frase "temos de" não se devia proferir.

Passo-me da marmita. Mando vir com o Nuno e acabamos por deixar jantar e cinema de lado. A neura foi tal que nem isso se fez, nem se concluíram as outras tarefas.

Acabei a tarde a ver o extra da Casa dos Segredos (sim por eu vejo a casa dos segredos, ups, perdi os poucos leitores que tinha, eu sei! mas é verdade, vejo e gosto), enquanto o pequeno dormia a sesta. Com o meu vestido desmilinguido de andar por casa, sem as sandálias que andei o verão todo para comprar e não comprei, até porque no dia em que as quis ir experimentar já não havia o meu numero. Sem curvas trabalhadas, porque se come o que apetece e o treino tem ficado para outras núpcias.

 

Esta minha mania de querer começar coisas nos dias que devem ser diferentes das obrigações habituais. Esta minha mania de criar expectativas desproporcionadas. Esta minha incapacidade de compreender e interiorizar que o que tiver de acontecer, vai acontecer. Para o bem e para o mal.

Esta minha falta de jeito para estar onde estou sem criar planos e estatísticas e estimativas e expectativas para tudo e mais alguma coisa.

Esta minha falta de noção de que se não saboreio os momentos chego ao fim da vida sem viver nenhum.

Para quê criar obrigações para além das que tenho? Para quê retirar o prazer das coisas que faço exactamente pelo gosto que me dão? Para quê fazer de hobbies projectos? Eu sei, porque gostava que se tornassem projectos. Mas as coisas têm de ser feitas com calma. Sob pena de as expectativas não alcançadas darem lugar a valentes frustrações.

Porque não serei capaz de deixar a vida seguir e, quem sabe, se não consigo a habilidade de me surpreender a mim mesma! De ser positivamente surpreendida pela vida.

Hoje lembrei-me várias vezes do livro Marley e Eu. Do livro e do filme. Lembrei-me do momento da entrevista, em que o John Grogan diz "tenho esta tendência de me surpreender a mim mesmo"

E queria tanto isso para mim.

 

Pequeno Ricardo e a informática

Tem 19 meses e já sabe:

1. Que é preciso clicar em "Pular anúncio" no canto inferior direito dos videos do Youtube para passar ao video que quer ver;

2. Que sempre que faz estragos a mexer em teclas a mãe resolve com o rato;

3. Qual o botão para ligar e desligar o PC.

 

Pode não ser nada de especial. A mim deixa-me de boca aberta!

 

Sou o terror dos comentários

(imagem retirada da net)

 

Tenho a ideia que sempre que alguém vê um comentário meu deve passar à frente porque sabe que, invariavelmente a coisa quase não tem fim.

Sou o tipo de pessoa que fala pelos cotovelos e que escreve exactamente da mesma forma. Pelo que, quando leio um texto e tenho alguma coisa para dizer, normalmente não são apenas duas ou três palavras.

O que vale é que muitas vezes leio, mas nada mais tenho a acrescentar.

Em resumo, não sei fazer comentários como pessoas normais. Só sei fazer testamentos. A única diferença é que não deixo nada a ninguém.

Já dormes no teu quarto

Quando soube que existias dentro de mim tive a certeza de que quando nascesses ias dormir para o teu quarto. Eu estava mesmo ao lado.

Passados 6 meses não tinha a certeza.

Na véspera de nasceres colocámos a tua cama de grade no teu quarto para ver como ficava completo. Para tirar uma fotografia antes de ir para a maternidade. O antes e o depois.

Quando chegaste a casa, pequenino, mesmo pequenino, colocámos-te a dormir dentro da alcofa. A alcofa na cama de grades. Era inverno e estava um frio de rachar. A tua cama no nosso quarto. Precisava de olhar para ti antes de dormir. Precisava de te ouvir respirar mais do que ter ar nos meus pulmões.

Passadas as primeiras semanas de privação de sono descobrimos que dormias bem na nossa cama. Entre nós. Contra tudo o que os médicos diziam.

Aos 3 meses a tua cama deixava de passar as noites vazia para estar ocupada a maior parte do tempo.

Aos 6 a tua cama era a tua cama. Mas ainda estava no nosso quarto.

Precisava olhar para ti antes de dormir. Precisava saber que te via assim que acordasse à noite. Precisava saber que acertava a minha respiração na tua e assim embalava-me noite fora.

Passaram mais 6 meses e ao ano ainda dormias no nosso quarto.

"Tem de fazer a transição." Dizia o Dr. Pedro. E eu a dizer que sim. E o coração a acenar que não.

Chegou o ano e meio e tu no nosso quarto.

"Temos de aproveitar as férias para ele ir dormir para o quarto dele. É do outro lado da parede, e as portas ficam abertas."

Lá acenei que sim, ou encolhi os ombros. Já não me lembro bem.

Na quarta feira passada mudámos a tua cama para o teu quarto.

Na quinta dormiste a tua cama, dentro do teu quarto, pela primeira vez.

Eu dormi de costas para a parede onde estava a tua cama. Agora um pedaço de parede vazio. Estranhamente vazio.

No Domingo eu e o pai andámos a fazer mais arrumações.

"Achas que posso pôr as mobílias como estavam?"

Sei que o pai queria pôr as mobílias como estavam antes de teres nascido. Antes da tua cama passar a fazer parte da mobília do nosso quarto.

Sei de tudo isso, só já não sabia como era a disposição do nosso quarto antes de ti.

 

"Mãe, toma um pum"

 

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Como já é habito, ao final do dia vamos para o quarto dele. Eu sento-me no chão. Ele passeia-se livremente entre os seus brinquedos. Deixo-o brincar com o que quer e como quer. Se me quiser a participar, participo.

É bom que use a imaginação. É bom quando aparece com um livro e se quer sentar na minha perna para ler uma página.

Esta noite doíam-me as costas. 

Deitei-me no chão para aliviar.

Rodou em torno de mim. Parou mesmo ao pé da minha cara. Agachou-se.

O som de uma metralhadora. Depois o cheiro de um balde de lixo.

Uma valente sequência de puns!

"Tu puseste-te a jeito!" (diz o Nuno que acabava de entrar no quarto)

Não consegui parar de rir.

 

Bolo morno de chocolate

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Se eu fosso melhor fotografa talvez fosse possível quase sentir o cheiro e o sabor delicioso deste bolo morno de chocolate. Mas felizmente sou melhor cozinheira que fotografa.

Sei que devia estar a passar os dias de boca fechada a comer tostas sem nada a ver se o lombo encolhe. Mas co tempo para cozinhar o que gosto, é-me difícil.

 

Gosto de cozinhar. Mas não gosto de estar na cozinha para fazer as refeições do tem de ser, do despacha que já estamos atrasados. Gosto de cozinhar com tempo. De provar a comida. De não dar nota dos minutos a passar e de depois me sentar para saborear o que acabei de fazer.

Estamos de férias e fui desencantar "o livro".

Não tivesse já eu bem dentro da casa dos 30 e era pessoa para dizer que "quando for grande quero ser como a Mafalda". Adoro a Mafalda Pinto Leite. É gira, é doce, cozinha bem que só ela. Dá dicas e receitas deliciosas, coloridas, lindas e saudáveis. E, como se não bastasse, ainda explica tudo com uma calma e paciência que me deixa vidrada. Sou capaz de ver vídeos da Mafalda a fazer receitas em loop uma tarde toda.

Aqui há uns anos compre o livro "Dias com Mafalda" e para mim é "o livro" de receitas. Por todos os motivos. Já fiz quase todas as receitas e são maravilhosas. As fotos estão espectaculares. A disposição do livro. O livro em si.

Adoro tudo.

Ontem lembrei-me de fazer o bolo morno de chocolate. Uma espécie de souflé de chocolate,

Delicioso.

Lá fiz as minhas aldrabices de sempre, mas ficou divinal de comer e chorar por mais.

 

 

 

?!

 (imagem retirada da net. a que comi não era caseira)

 

Nuno:  Ficaste com com mais uma mousse para o jantar.

Eu: Não posso pá! É suposto hoje estar a fazer dieta!

Nuno: Porquê?! Tás de férias!!!

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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