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Em busca da felicidade

Halloween

holoww.png

 

Ora como autora deste blogue que tem como propósito fundamental falar de questões essenciais à vida, deparei-me com a necessidade de compreender o que é esta porra do Dia das Bruxas e de como isto começou.

Não me enfiei numa biblioteca, em primeiro lugar porque não tenho tempo e em segundo porque hoje em dia há net e não vale a pena andar a lamber papel cheio de ácaros.

Pelo que encontrei um site que me pareceu suficientemente fidedigno para esclarecer "Quando surgiu o Dia das Bruxas?"

 

"O Dia das Bruxas que conhecemos hoje tomou forma entre 1500 e 1800.

Fogueiras tornaram-se especialmente populares a partir no Halloween. Elas eram usadas na queima do joio (que celebrava o fim da colheita no Samhain), como símbolo do rumo a ser seguido pelas almas cristãs no purgatório ou para repelir bruxaria e a peste negra.

Outro costume de Halloween era o de prever o futuro - previa-se a data da morte de uma pessoa ou o nome do futuro marido ou mulher.

Em seu poema Halloween, escrito em 1786, o escocês Robert Burns descreve formas com as quais uma pessoa jovem podia descobrir quem seria seu grande amor.

Muitos destes rituais de adivinhação envolviam a agricultura. Por exemplo, uma pessoa puxava uma couve ou um repolho do solo por acreditar que seu formato e sabor forneciam pistas cruciais sobre a profissão e a personalidade do futuro cônjuge.

Outros incluíam pescar com a boca maçãs marcadas com as iniciais de diversos candidatos e a leitura de cascas de noz ou olhar um espelho e pedir ao diabo para revelar a face da pessoa amada.

Comer era um componente importante do Halloween, assim como de muitos outros festivais. Um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, eles recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.

Igrejas de paróquias costumavam tocar seus sinos, às vezes por toda a noite. A prática era tão incômoda que o rei Henrique 3º e a rainha Elizabeth tentaram bani-la, mas não conseguiram. Este ritual prosseguiu, apesar das multas regularmente aplicadas a quem fizesse isso."

Gosto desta coisa de adivinhar um morto ou com quem se vai casar. Que toda a gente sabe que está logo ali ao lado. Falecer e casar. Agrada-me sobejamente também o conceito de adivinhar coisas sobre a pessoa com quem se iria passar uma vida por base nos legumes que se arrancavam pelo chão. Intriga-me, que raio pode uma pessoa aferir de outra por subtrair do solo um repolho?

Devo ser mesmo parva que não entendo.

De qualquer forma, graças a Deus isto chegou a Portugal depois de acabarem com a porra dos sinos, que se isto fosse para ouvir sinos a badalar a noite inteira quem dava a travessura aos putos era eu. À espera deles com a vassoura para lhes dar umas arrochadas no lombo!

Confesso que me faz alguma confusão esta coisa de ver pessoas a festejar e a gastar dinheiro para comemorar uma coisa que nem sabem o que é, qual a sua origem e fundamento. Hoje já perguntei a várias pessoas o que raio era isto do Halloween e o melhor que consegui foi a tradução "atão, é o Dia das Bruxas", como se eu - pessoa que até fala eloquentemente Inglês (a sério que falo, I kid you not) - não conseguisse chegar a essa tão linear conclusão.

 

Por isso aqui fica um esclarecimento. Para quem festeja e para quem - como eu - acha que não faz sentido gastar dinheiro a festejar os costumes dos outros.

De qualquer modo, depois do Halloween encontramo-nos no 4th of July?

 

(link da info disponibilizada aqui)

Quero muito...

...comprar umas jardineiras de ganga.

Quando era moça jovem tinha umas pretas de bombazina que usei quase até não não haver tecido. Nunca comprei as de ganga. Queria muito comprar umas.

Mas ando à procura e parece que nas lojas só vejo ou rasgadas ou justinhas.

Será que já ninguém faz jardineiras para pessoas que querem cobrir o corpo com tecido sem buracos e sem mostrar cada contorno do ser? É que para mim as jardineiras são aquela peça de roupa mais casual possível para andar relaxada e descontraída nos meus dias livres.

As únicas razoáveis que encontrei foram estas da La Redoute. Dá-me a ideia que sou ter de as mandar vir.

(e o preço também não é nada mau)

 

jardineiras.jpg

 

Lha’lá, o teu blog é sobre o quê?

É de moda? É de viagens? É de nhof nhof? É do quê afinal?

Não é propriamente uma questão crucial à vida, mas é uma questão fundamental aos visitantes deste espaço parvo e de alguma bipolaridade.

Espaço de nome choninhas, como aliás referi aqui, desenhado (sim, desenhado) com o único propósito de escrever. Sobre o quê? Tudo pessoas.

Podia ser um blog sobre a maternidade, mas não, a vida tem muito mais coisas (bastante engraçadas por sinal) para me cingir a falar das peripécias de ser mãe. Para não falar que, ou seria um tédio, ou estaria inundado de fotos do meu rebento, ou o miúdo tinha de ser o Bin Laden in the making para fazer m%&$#$ que chegue para eu ter coisas para contar, ou tinha mesmo de desatar a parir mais um ou dois para ir tendo material. Mas lá está. Falo desta coisa de ser mãe. Uns textos de lágrima. Outros de desalento. A maioria provavelmente de palhaçada. Lá está demonstrando a minha bipolaridade em pleno.

Podia ser um blog sobre moda. Ou então não! Que quem olha para mim bem percebe que não faria qualquer sentido pôr-me em tal empreitada.

Podia ser um blog de fitness. Não fosse eu ter o lombo de uma lontra em desespero pela passadeira.

Podia ser uma serie de coisas e até é. Uma amalgama de tudo. De tudo o que me apetece falar, partilhar, escrever.

As parvoeiras que me assaltam a mente. Os sentimentos que se me prendem no peito (bonita esta frase hein). As histórias que gosto de inventar. Isso tudo e mais um par de sapatos (sim os que gostava de comprar mas que levariam o meu marido às urgências se visse tal despesa ao consultar o homebanking).

Por isso é isto. Uma mixórdia amalgamada de coisas. Uns dias para rir, outros nem por isso. Gosto que leiam, mas da-me um gozo brutal pensar em mim para o ano ou daqui a 10 anos a ler estas porras que escrevo hoje. E quem sabe, daqui a 25 anos o puto vem ler as tonteiras que a mãe escreve e sabe o quanto ela gosta dele, mesmo sendo a parva que é.

 

Ponte dos espiões

Apenas posso dizer...

Steven Spielberg + Tom Hanks = Cátia sem palavras.

Brilhante...

1 Fim de semana, 2 filmes, 2 maravilhas!

 

A reter:

- You're not worried?

- Would it help if I was.

 

Como eu gostava de ter os nervos de aço de um espião.

 

 

Gosto...

1.png

 

...quando a minha estrutura física é quase tão pobre quanto a minha carteira.

Fui comprar um casaco de cabedal (imitação de cabedal) estilo motoqueiro (tá na moda e eu sou pessoa da moda...ou então não) e depois de experimentar todos, o que me fica melhor é o mais barato. O que é bom. Porque me mingua menos a carteira e da-me créditos no matrimonio.

 

Adenda ao post anterior

 

Ainda sobre o filme animado Zootropolis.

Invejo a capacidade criativa das pessoas que o criaram. É infinita e nem o céu é um limite.

E sim, eu Cátia, com 33 anos, e ser mais ou menos humano-parvo, quero ser como aquela coelha quando for grande!

Zootropolis

 

É por maravilhas destas que gosto de manter viva a criança cá dentro. Sou uma miúda e adoro desenhos animados. Admiro quem os idealiza e invejo-lhes a imaginação.

Está brilhantemente conseguido. Desde cada pormenor gráfico ao argumento. Fartei-me de rir.

Depois a raposa com a voz do Jason Bateman...

O casting perfeito.

E depois, uma coelhinha com a melhor frase a reter:

 

"the only thing we have to fear is fear itself"

 

Bom domingo!

 

 

O livro novo do Sócrates

Não gosto de política. Nem de ouvir, nem de falar dela. Contudo, é óbvio que não me passa ao lado a triste gestão que este individuo fez no meu país. Eu confesso ter vergonha de admitir que esta pessoa foi primeiro-ministro no meu querido Portugal.

Provadas ou não as acusações que lhe são feitas. Porque a justiça e as leis são feitas de favorecimentos (não me lixem, porque são). É a minha opinião, tenho direito a ela. Graças a Deus nasci depois do fim da ditadura, que de outra forma passava a vida presa ou tinha de me pôr a andar para outro país.

Ninguém explica a casa de Paris. Ninguém explica o dinheiro gasto em cursos no estrangeiro. Ninguém explica a vida de luxo, com o ordenado (ainda que simpático) de primeiro ministro.

De todas, submarinos e Freeports incluídos, a que mais me lixa é a da mãe que comprou um apartamento de quase meio milhão de euros a descontar menos de 250 €.

Mas lá está, se calhar sou eu que sou do contra e vejo maldade onde ela não existe. Vai-se a ver e o banco até deu à senhora melhores condições do que a mim, porventura por pertencer a família honesta e idónea. Já eu, com este ar duvidoso, tenho de pagar isto em menos de 40 anos e com um spreed nada simpático.

Pois diz que José Sócrates lançou um novo livro. À questão colocada pelos jornalistas de se teria sido o próprio a escrever o livro, optou por não responder. Falta saber se pagará, outra vez, segundo se noticiou (realço isto, falo com base em informações noticiosas, não vá querer vir atrás de mim e pôr-me em tribunal), a amigos para comprar livros aos milhares, de forma a ficar no top de vendas.

De qualquer modo, que José Socrates lance um, dois, três, mil livros. Não me choca. Se os escreve ou não. Não me interessa. Agora, haver uma fila de pessoas com o livro na mão. A aplaudir e à espera, ansiosos, de um autografo. Tenham dó de mim.

Estas pessoas, a ser reformadas, haviam de ficar com uma reforma de 200 €. O resto ia para pagar o buraco que o senhor lá deixou. Os que ainda trabalham, haviam de ficar com uma sobretaxa de 60 % para o mesmo fim.

A não ser que tenham sido pagos. E nesse caso estão desculpados, porque todos temos de ganhar a vida e às vezes engolir sapos para pagar as contas.

 

Sou uma consumista com remorsos

 

Não vou dizer que gosto de gastar dinheiro. Gosto acima de tudo de comprar coisas. Gosto de demasiadas coisas. De tantas que depois não há tostão para tanta coisa que gosto. 

Quer dizer...

Eu até gostava de gastar dinheiro...caso o tivesse a rodos. Qualquer coisa que se assemelhasse a não precisar de consultar o saldo quando me apetece comprar uma coisa de três dígitos. (momentos solenes que no ultima década têm estado confinados maioritária, se não mesmo exclusivamente, à compra de eletrodomésticos para o lar ou para o carrinho de senhor doutor meu filho).

Gosto de adquirir coisas. Fico feliz com um trapinho novo. Umas chanatas novas. Uma mala a condizer com o chanato. Um anelito ou um par de brincos.Uma agenda. Uma caneta. 

Sou pessoa que gosta de ter coisas novas e fica contente. É verdade. Assumo. Quando ando muito tempo pelo Centro Comercial quase fico em ansiedades, que se me encontro na posse de um cartão daqueles que dão nos programas da tarde o deixava assado em menos de nada.

Mas depois as pessoas podem espreitar o meu guarda fatos e até sou pessoa comedida. Sou porque minha conta coloca fortes pressões sobre minha pessoa. Bem como meu esposo. Que me relembra que a luz, o gás e a água também se pagam. Já lhe tentei explicar que podíamos fazer uma puxada da casa dos vizinhos e assim aplicávamos melhor esse dinheiro, mas como tem pouco jeito para a bricolage...ficamos assim.

De quando em vez lá compro então mais uma coisita. Uma blusa, umas botas, uma malita. Enfim coisas essenciais ao bem estar. Como dizia há umas semanas a senhor meu esposo "as compras são uma forma de terapia, em vez de ir para uma sala falar da minha tristeza com uma pessoa, compro uma mala nova e afogo a tristeza lá dentro". São métodos. Cada um com o seu.

Aqui há vários anos dizia a minha prima "ando triste, preciso mesmo que chegue o fim do mês para comprar uma coisinha para mim. fico logo contente outra vez". E eu vou pelo mesmo caminho.

Mas depois vem a culpa. Os remorsos pelas coisas que compro. Muitas vezes acompanhado do pensamento que se calhar devia era ter comprado a outra peça que vi. Ou em vez de 10 da loja mais barata tinha era comprado 1 da loja mais cara.

Ou se calhar nem vi bem o que tinha em casa. E assim gastei o dinheiro desnecessariamente.

Não é preciso esperar pelo dia seguinte. A culpa assenta-se-me no lombo mal chego ao carro.

Sempre fui assim. Ando para comprar as coisas. Compro. Depois fico com remorsos do dinheiro gasto. Vale-me o momento de êxtase em que pago e sinto que comprei algo que gostava.

Por isso optei por fazer um treino comigo. Comigo e com meu esposo. Há vários anos ouvi uma personagem de uma novela dizer qualquer coisa como "meu pai me ensinou que quando recebemos o nosso ordenado devemos em primeiro lugar comprar um pequeno agrado para nós, pode ser uma coisa pequena, mas uma recompensa por nos termos portado bem, por termos cumprido com as nossas responsabilidades, um agrado para nós para sentirmos que ganhamos o nosso dinheiro, depois as responsabilidades".

Faz-me sentido. Todo o sentido. Claro que não posso comprar um iphone todos os meses, nem botas de 200 €. Mas um agrado para mim pode ser um verniz, uma blusa de 50 € ou uma camisola de 10 € na Primark. Qualquer coisa de novo, que celebre esse novo mês, que me faça sentir que não trabalho só para as responsabilidades.

Que tire estes remorsos de quem gosta de comprar coisas para si, mas que depois fica 1 mês a pensar no dinheiro que gastou.

Parece-me que pode ser uma boa ideia.

 

Asma minha, asma minha, tens a mania que és espertinha

Lá fui fazer os exames que o doutor mandou. (sou moça muito bem mandada)

Metem-me num cubículo cheio de tubos (e eu a pensar que vou fazer testes para a NASA). A moça (muitíssimo simpática adianto já) explica-me tudo. Que tenho que respirar pelo tubo, que tenho de respirar normal, depois à pressa e por fim inspirar muito e botar tudo cá pa fora.

Eu a pensar que cuspir o ar uma vez, que notavam a minha desgraça...mas não. Eis que tive de repetir tudo 3 vezes. E porquê? Não sei. Talvez porque 3 foi a conta que Deus fez.

Sopra, sopra. Inspira, inspira. Sopra com mais força. A dada altura já parecia que estava a treinar para a minha próxima festa de anos e que a vela do bolo ia ser uma daquelas que se compram em Fátima do tamanho da pessoa. Tal não era o ar necessário para apagar aquilo.

Pois que não estava a largar o ar todo cá dentro.

Ora com certeza que não. Quem me conhece sabe que sou forreta e refundo sempre qualquer coisa. Até ar (provou-se hoje).

Inspira deste tubo com uma cena qualquer. Agora vamos encolher p'ái os brônquios. Sopra outra vez. Foi um festival de sopros que nem vos conto. A dada altura já estava tonta.

E eu sempre dentro do aquariozinho.

Acabamos e a moça dá-me três bombadas de uma coisa para dilatar os brônquios que estavam apertadinhos com a outra porra que tinha inspirado antes.

No fim das contas conclui-se que a minha asma é mesmo de sua dona. Uma autentica selvagem. Diz que a tipa quando tá ssssugadita não se acusa, não chateie, não moi. Agora quando é acicatada aparece e mostra a garras.

Com o quê, não se sabe. É um mistério. Devem ser lá as coisas que lhe mexem com o nervoso.

De qualquer modo, penso eu cá c'os meus botões, que são muito espertos e bons conselheiros, que o melhor é ver-me livre de tudo o que acicate a tipa.

Por isso a partir de amanhã vou mandar acabar com a humidade da manhã, com a humidade do fim do dia. Vou mandar desligar todos os ares condicionados, do trabalho, do carro e do centro comercial.

Q'eu cá não quero nada a acicatar-me a bicha, que é sensível mas tenho de viver com ela.

rrruuurrruun rurururnnnr....cá festinha!

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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