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Em busca da felicidade

Estamos na reta final…

…e resta-me fazer um balanço deste 2016.

Numa avaliação geral podia dizer que foi um ano de merda. Não levei a cabo muitas das coisas que tinha pensado. Não corri 10 km nem escrevi um livro. Não comprei uma casa nova nem tenho um labrador a saltar que nem um maluco no jardim.

Vi ídolos da minha adolescência morrer. Como se a foice estivesse a trabalhar por objetivos este ano.

Tornei-me mais atenta às desgraças que me rodeiam e deixei-me atormentar mais.

Enfim, como disse, uma merda.

Mas depois ponho-me a pensar. A pensar que tenho um puto que é muito mais do que eu podia ter desejado, que tenho lutado com todas as minhas forças contra a minha própria cabeça fazendo-a medir o que merece a minha ansiedade. Tenho trabalhado cada segundo para ser feliz.

Tenho escrito. Praticamente todos os dias.

Tenho criado alguma coisa.

Tenho ido ao ginásio e fiquei mais em forma.

Passei o natal com toda a família. Combinámos programas de verão e falei com o único irmão que não pode ir. Conversámos porque era Natal e é suposto os irmãos conversarem. Só isso, porque deve ser só por isso.

Vi os que amo dominarem os seus demónios. E outros a conhecerem o meu número mais vezes que no ano anterior.

Passeei mais. Ri-me mais. E lutei contra o medo constante que tenho de tudo.

Aprendi que não sou destemida, mas sou corajosa. Porque sigo em frente mesmo quando tenho medo.

Relembrei-me que não sei baixar os braços e que a vida serve para ser vivida.

Descobri que a música que aqui vou deixar, apesar de ser uma música de um desenho animado, diz mais sobre mim do que eu imaginaria.

O que pode fazer algum sentido. Afinal de contas, e de acordo com o meu marido, eu sou praticamente um cartoon.

 

I messed up tonight
I lost another fight
Dusting myself but I'll just start again
I keep falling down
I keep one hand on the ground
I'm always scared I'm not seeing what's next

Birds don't just fly
They fall down and get up
Nobody learns without giving
It won't

I won't give up, no I won't give in
Till I reach the end
And then I'll start again
Though I'm on the lead
I wanna try everything
I wanna try even though I could fail

I won't give up, no I won't give in
Till I reach the end
And then I'll start again
No I won't leave
I wanna try everything
I wanna try even though I could fail

Oh oh oh oh
Try everything
Oh oh oh oh
Try everything
Oh oh oh oh
Try everything
Oh oh oh oh

Look how far you've come
You fill your heart with luck
Baby you're turning off to catch your breath
Don't beat yourself up
Don't need to run so fast
Sometimes we come last
But we did our best

I won't give up, no I won't give in
Till I reach the end
And then I'll start again
Though I'm on the lead
I wanna try everything
I wanna try even though I could fail

I won't give up, no I won't give in
Till I reach the end
And then I'll start again
No I won't leave
I wanna try everything
I wanna try even though I could fail

I'll keep on making those new mistakes
I'll keep on making them every day
Those new mistakes

Oh oh oh oh
Try everything
Oh oh oh oh
Try everything
Oh oh oh oh
Try everything

Oh oh oh oh

Try everything
 

 

 

Que o ano velho vá com os porcos e venha o novo!

Feliz 2017

Falamos para o ano que vem!

Ainda precisamos que tomem conta de nós na estrada

Todos os anos se criam operações de vigilância nas estradas. São colocados ao serviço GNR's para "tomar conta" dos condutores que insistem em não ter consciência de que trazem nas mãos uma arma. Sim, uma arma. Que arremessada contra outro veiculo ou contra um peão pode ser fatal. E se é fatal é uma arma.

Todos os anos estas operações acontecem, todos os anos há mortos nas estradas. No Natal, no Ano Novo. As causas são, na sua grande maioria álcool e excesso de velocidade.

Estamos no século XXI e ainda é preciso que os senhores Guardas tomem conta de pessoas crescidas. Que acham que conduzem bem depois de 2 garrafas de vinho, que acham que seguram melhor o carro a 160 km/hora que qualquer outra pessoa. Já nem falo do sono. Talvez a menor das irresponsabilidades.

Deixamos na infância a criança que temos cá dentro para nos tornarmos adultos sérios, com profissões, dinheiro e cartões de crédito para ter coisas boas. Mas depois, continuamos a trazer sempre por perto o chico-esperto irresponsável e narcisista que nos faz achar melhor que os outros.

No meio disto tudo o que mais me afeta é saber que há famílias que vão descansadas nas suas vidas e "levam" com energúmenos em cima. Que lhes destroem uma noite especial, quando não mesmo a vida.

Era tão bom que soubéssemos todos ser responsáveis. Que não houvesse necessidade de ano após ano termos serviços policiais a tomar conta de nós como as crianças rebeldes, irresponsáveis e parvas que somos.

Depois ainda nos orgulhamos quando dizemos "eu vi os gajos ali e fugi por outro lado". Pois fugiste. Fugiste à multa, mas não te escapaste da estupidez.

 

A minha resolução é não haver resoluções

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Sempre tive presente na minha cabeça uma lista de resoluções. Sempre achei idiota mas não me continha na lista que fazia dentro da minha cabeça. Cumpria o que a vida permitia e o que tinha força de vontade para fazer. Depois, ali ao entrar no segundo semestre do ano lá vinha o declínio e o empurrar com a barriga para o ano seguinte os planos ponderados.

É que não estava nada escrito e ninguém me podia dizer “olha aqui, disseste que fazias”. Desdizia-me a mim mesma e bastava.

Depois decidi começar a fazer uma lista. Um comprometimento.

Desde há dois anos que decidi fazer a dita lista com 12 resoluções. O Nuno acompanhou-me. No final do ano, ali mesmo na reta, nos últimos minutos, líamos a lista um do outro e riscávamos o que estava feito.

Pouco diferente do que já acontecia. Porque a verdade é que o que temos de fazer, o que queremos mesmo levar avante não precisa de ser assente num papel. A mente não esquece. O resto, o que nos queremos impor, aquilo que achamos que devíamos fazer, isso sim, tem de ir para um papel. Uma forma de colocarmos sobre nós essa pressão. De nos impormos a vontade que muitas vezes não temos.

Boa! Mais pressão, mais stress, mais uma forma de dizer “não fizeste porra nenhuma este ano”.

Este ano decidi mandar às urtigas a lista e deixar a vida fluir. Eu sei o que quero fazer. Sei o que tenho para fazer. Não preciso de uma resolução por cada mês do ano.

Preciso de paz, de saúde, de tranquilidade, de amor. Preciso da liberdade necessária para criar e ser feliz. Não preciso de mais imposições e obrigações. Essas a vida já traz no dia-a-dia.

Preciso de descansar e de deixar a vida acontecer. Acho que são muitas as vezes que me ponho à frente dela.

Penso demais. Pondero em excesso. Meço demasiados riscos e depois não vivo que chegue.

Este ano a resolução é não fazer resoluções.

É pedir a Deus ou a quem quer que seja que haja saúde para todos, mas em especial para o miúdo. É desejar que todos os dias incluam um sorriso e se não for pedir muito, uma gargalhada.

O que eu gosto de uma gargalhada.

O resto. O resto a vida há-de tratar. A seu tempo.

Que venha um 2017 feliz e cheio de saúde. Que nos permita a liberdade que muitas vezes não nos damos, sempre em busca de metas e mais metas.

 

Deixem as crianças ser crianças faxavore!

Charlie-Brown_credit-Charles-M-Schulz (1).jpg

 

 

Este fim de semana enquanto tentava convencer o pequeno ser de mau feitio que tenho como filho a comer a sopa dei com um episódio do snoopy. "Ahhhh, há que tempos que não vejo o snoopy", o meu momento de alembradura foi rapidamente substituído pelo "o quê?" face ao titulo do episódio. Atente-se "Charlie Brown e a ansiedade do regresso às aulas".

Mas isto não é cedo demais para expor as crianças a tamanha nomenclatura? Digo eu, que fui criança e tive toda a liberdade para ser palerma. De tal forma que ainda hoje sou.

Não é suposto, enquanto crianças terem direito à fantasia, à simplificação das coisas.

Sei, retrata de temas importantes, aqueles que mais tarde a malta trata com Prozac e outros medicamentos no campo ansiolitico (o Prozac é anti depressivo) porque já está a dar o tilt. Com terapias naturais, agulhas, massagens e afins (para quem tem dinheiro porque não é comparticipado e há sempre aquela cena dos lobbys das farmacêuticas). Viagens ao Quénia, sessões de IOGA e o fundamental Mindfulness porque com a cabeça cheia de caca, chegamos aos 40 à beira do abismo.

Agora as crianças?! Deixem-nas em paz!

Quer-se dar nome caro a tudo.

O puto teve de férias, brincava todos os dias e corria e via TV e agora volta a estar enfiado na escola 12 horas (entre aulas, ATL e atividades extra-curriculares que lhe ocupam o tempo até os pais regressarem do trabalho).

Os putos têm problemas caros hoje porque têm menos os pais. O que antigamente era ser calão agora tem um nome pomposo.

"Aí o meu João Miguel é hiperativo". Se calhar o João Miguel se calha a ter mais tempo com os pais, mais regras e menos tempo de "escritório" vai-se a ver e era um puto mais equilibrado.

E o problema não está nos pais. Coitados, que se esfalfam a trabalhar e pagam balurdos aos psicólogos para encontrarem uma solução para a sua Belinha que anda cabisbaixa.

E não estou a fazer pouco de problemas graves, que os há e têm de ser tratados convenientemente. Faço notar.

Mas agora até os bonecos na televisão?!

No meu tempo se os desenhos animados começassem com este titulo mudava, ia ser sobre qualquer coisa dos crescidos. Hoje os miúdos já conhecem todas as problemáticas psicológicas ou psiquiátricas antes de chegar aos 10. Já hão de haver putos que conhecem o DSM IV de trás para a frente. Isto quando já não sabem aconselhar medicamentos.

Aí, deixem os putos serem crianças! Deixem os pais serem pais.

Possamos nós viver Senhor! Que isto assim é esquisito!

 

Eu e as comezainas de Natal

mesa-de-doces-tradicionais-portugueses (1).jpg

 

A maior parte das pessoas queixa-se do natal e das suas comezainas. De andarem de bandulho bem cheio e engordarem sempre p'a cima de 2 quilos.

Eu sou ao contrário, perdi 1 quilo. E isto porquê?

Porque esta alma não gosta de praticamente nada de natal. Não gosto de sonhos, de filhoses, detesto bolo rei (quer dizer se tiver um momento desafogado até tiro tudo e fico só com a massa), não gosto de tronco de natal, nem de lampreia de ovos (blhac, quem é que inventou aquela porra?), nem azevias e muito menos de broas castelares. Parece que uma pessoa está a roer uma rolha ou coisa que o valha.

Gosto do bacalhau com couves. Ponto. O cabrito, se bem feito também, mas o resto. Nada.

Este ano de sobremesa fiz uma mousse de chocolate e comi uma taça. Fiz uma torta de chocolate com chantilly por dentro para levar para a casa do meu irmão. Aquilo que comi a mais foi isso. Duas taças de mousse e uma fatia e meia de torta.

Esta semana chego ao ginásio e tinha perdido um quilo. É que ainda por cima este ano nem uma caixa de bom-bons me calhou.

 

Ó 2016! Já bazavas!

Este ano está a ser feio, porco e mau. Disso todos já sabemos.

Parece que a tipa ou o tipo da foice anda a trabalhar por objetivos. Raios o/a partam!

Alan Rickman

David Bowie

Prince

Harper Lee

Doris Roberts

Mohammad Ali

Nicolau Breyner

George Michael

Carrie Fisher

Todos brilhantes. Muitos novos demais!

E agora até o panda mais velho do mundo!

Ó 2016, já ias dar uma volta ao bilhar grande, não?!

Täo Porchon-Lynch

Tao-Porchon-Lynch.jpg

 

Estava na minha pausa de 5 minutos a passar os meus olhos pelas noticias do Sapo quando dou com este noticia. Existe uma senhora que dá pelo nome de Täo Porchon-Lynch que é a professora de Ioga mais velha do mundo. Tem 98, dá aulas de Ioga, escreve livros e ainda faz aulas de dança de salão.

Leio a noticia e penso de migo para comigo: "Eu quero ser como esta senhora, chegar aos 90 e tal assim supimpa! Mas ainda casada, sim...!"

Às vezes encontro pessoas que gostava de conhecer.

E depois há momentos em que tenho muitas saudades das minhas aulas de Ioga. De como me sentia tranquila e em paz quando acabavam.

Para saberem mais sobre a Täo Porchon-Lynch, podem ir aqui.

Os brinquedos, as crianças, os pais e a noite de Natal

 

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Ainda não percebi se as escolhas feitas pelas marcas para segurar os brinquedos nas caixas têm por objetivo segurar os ditos no sitio, garantir que as crianças não se magoam ou pretendem apenas fazer os pais suar que nem porquinhos na noite de natal com as crias a guinchar e a gritar numa pressão que nem o pior dos patrões consegue imprimir.

Já não basta os desgraçados dos pais trabalharem que nem mouros para comprar às crias os tão desejados objetos, que depois, em muitos casos se fingem ser entregues por um velhote gordo de barbas brancas que desce sempre pela chaminé mesmo que a casa não tenha, granjeando sempre os louros dos presentes que os putos recebem à laia de bons comportamentos que aconteceram de quando em vez. Nos intervalos das birras e das vontades, vá. A somar a isto ainda os coitados têm de estar ali, munidos da caixa de ferramentas, chave de fendas, busca poles e alicate. Tudo para garantir e extração dos bonecos de dentro da caixa.

Tudo para culminar na potencial choradeira quando, depois de feita a extração, se percebe que a porra do boneco não trás pilha. Quando se corre a casa toda e se esventram todas as gavetas para perceber que não há aquele tamanho em casa.

"Até pensava que já não se faziam".

O que vale é que este ano no AKI já há uma caixa por 12 euros e tal com pilhas de todas as qualidades imagináveis. Pode ser que tenham salvo alguns pais este natal.

É que uma pessoa pelo preço que cado boneco custa pensa sempre que trás pilha. É o minimo.

Senhores das marcas. Menos. Qualquer dia vemos o J.I. Jo colado com silicone do bom. Não vá o gajo tentar sair da caixa. Que o tipo é manhoso e cheio de truques.

 

A nova lei do atendimento prioritário

prioritário.png

 

Podia começar este post da seguinte forma:

Uma grávida, um coxo, um velho de andarilho e uma senhora com um puto ao colo entram num supermercado para fazer as compras do dia.

Mas não vou.

 

Ora diz então que hoje entra em vigor a nova lei do atendimento prioritário que, pelo que consegui ouvir hoje nas noticias, visa garantir que um conjunto de pessoas tenha atendimento mais rápido (daí o prioritário) no atendimento ao público, devendo para isso, o estabelecimento responsabilizar-se por garantir esta prioridade.

Acho bem, ainda que incompleto.

Diz a lei que (e mais uma vez de acordo com o que pude ouvir nas noticias esta manhã) o estabelecimento que não garanta esta prioridade de atendimento poderá ser alvo de coima, podendo a pessoa lesada chamar a policia a intervir.

Muito bem.

Acho bem.

Contudo o problema não está, por norma, no estabelecimento nem em quem o gere, mas sim nos clientes que, mal educados e burgessos se recusam a dar prioridade a quem a tem e resmungam (quando não se recusam mesmo) ao dar passagem a uma grávida (ou outro dos visados).

Levante a mão a grávida que nunca ouviu “gravidez não é doença”. Ou como me aconteceu a mim, grávida, numa fila prioritária, alguém pegar ao colo um puto com 6 ou 7 anos para dizer que era uma criança de colo.

Seria interessante que as coimas a aplicar se impusessem aos estabelecimentos mas também aos clientes que se recusem a cumprir. Aí sim, enchíamos os cofres do Estado.

Se vivêssemos num país com o mínimo de civismo estas leis seriam desnecessárias e poderíamos todos despender energias com coisas mais importantes. Mas é assim.

De qualquer forma, e a titulo de esclarecimento, se uma grávida e um coxo estiverem na mesma caixa são atendidos por ordem de chegada.

Tinha esta dúvida quando estava grávida, mas ficou esclarecida por experiência.

Estava eu na caixa e chega um senhor e diz-me “desculpe, sou deficiente” ao que eu respondo “tá bem, eu estou grávida”. Ele consultou a tabela de prioridades e ficámos esclarecidos e felizes. Pelo menos nós, que o resto da malta já bufava por todos os poros.

 

Nota: Falo essencialmente das grávidas e ou das crianças de colo porque são as unicas situações que vivi e vivo. Nunca fui coxa permanente (só daquele vez que lixei o joelho) e também nunca fui velha.

 

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Last Christmas I gave you my heart (RIP George Michael)

 

Um cantor e compositor brilhante.

Muito à frente do seu tempo e que, quer queiramos quer não, ajudou a quebrar barreiras de preconceito.

São inumeras as músicas que adoro por isso deixo aqui aquela que se ouve todos os natais. E aquela que, se tivesse mesmo, mesmo de escolher, seria a minha favorita.

Volto a dizer, este ano é feio e mau, o que vale é que falta menos de uma semana para acabar.

 

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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