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Em busca da felicidade

Consultas médicas no Google

Estava eu com comichão na palma da mão esquerda e vai de ir ao Google para ver se tenho motivos para me preocupar. Isto de ser hipocondríaco faz com que não tenha tempo de esperar por uma consulta de um médico tradicional, daqueles que são pessoas que vemos e têm consultório.

Numa breve pesquisa ao Google percebo que posso ter um problema chato, mas depois de ler bem apenas se confirma se estiver com as palmas das mãos bem vermelhas e a criar bolhas e o Diabo a quatro. Quer dizer, primeiro dão cabo da tensão arterial de uma pessoa com a ansiedade nos píncaros e depois é que explicam que não é só coçar assim sem mais nem menos.

De acordo com outros 3 sites diz apenas que tenho algum dinheiro para receber.

Deve ser mais este.

(lixado é se fosse na direita, que tinha dinheiro a pagar)

Ama-te

heart.jpg

 

Fui dar uma volta a um hipermercado que não me patrocina e por esse motivo não vou colocar o seu nome aqui neste meu super visto blog (nenhum hipermercado me contrata, mas enfim) e acabei a dar uma vista de olhos na secção de livros.

Lá encontro o "Ama-te - nível 2" e penso de migo para comigo:

Calha a sair o nível 3 e uma pessoa vai começar a conseguir fazer o amor consigo mesma de uma forma inexplicável. Mas é que se executa todo um kama sutra de fim a pavio.

Isto ele há com cada poeta!

Pessoas, fazei nota de uma coisa, quem é verdadeiramente feliz não tem tempo para andar a pregar aos outros a formula da felicidade, está demasiado ocupado a ser feliz. Tudo o resto é intrujice.

Agora ide em paz com este ensinamento e meditai.

 

Eu sou o monstro das manhãs

me.jpg

 

Não sou uma pessoa das manhãs. Ou como diriam os americanos “i’m not a morning person”. Aliás, sou o completo oposto. Acordo, praguejo, levanto-me 20 minutos depois porque o Nuno insiste. Vou à casa de banho e lentamente vou arrumar as coisas para o pequeno almoço e a mala do almoço. Preciso que os outros habitantes da casa me contornem e evitem dirigir-se a mim.

Nesse momento estou a tentar lidar - recorrendo ao único neurónio disponível - com a frustração de não poder acordar ao sabor do nascer do sol. Arranjo forças para sorrir a sôtor porque afinal de contas ele é ainda mais importante que o sol. Quando ele acorda nasce o meu dia.

 

Sôtor é assustadoramente meu filho e tem mau acordar como a mãe. Entendemo-nos lindamente de manhã. Normalmente só corre menos bem se um de nós estiver mais acordado que o outro. Ambos partilhamos o desejo de voltar para a cama. Tal como fizemos todos os dias nos primeiros 4 meses de vida dele.

 

Quando alguém impede este mecanismo de combustão lenta o meu cérebro entra em colapso e o único neurónio ao serviço levanta-se, vai até à primeira parede que encontra e fica lá, a bater com a mona proferindo o mesmo mantra “fuck, fuck, fuck-fuck-fuck, fuck, fuck, fuck-fuck”. Isto só se remedeia quando outro neurónio percebe que a torre de comando está ao Deus dará e manda reforços. Um neurónio para substituir o que está marado, duas neurónias enfermeiras, um colete de forças e um neurónio psiquiatra que diz “está a ter uma crise psicótica. CHOQUE” e levam-no já inconsciente para uma sala almofadada onde dorme 5 dias para depois ser acompanhado por dois ou três meses procurando evitar a situação que funciona como trigger aos momentos de crise.

Nessa altura o nerónio ao serviço manda comprar pão de Centeio com manteiga para remediar a situação.

 

O tempo não passa, voa

(ontem estávamos já deitados a tentar convencer o pequeno a ir dormir. o Nuno olhava para as fotos que temos na parede do quarto)

 

Nuno - Aquelas fotos têm quase todas 10 anos...

Eu - As da direita têm todas 10 anos. As da esquerda, em cima têm 10, as debaixo têm 9.

Nuno - Fogo...como é que é possível?!

Eu - O tempo voa. Ainda ontem parece que estávamos fartos de 2016 e agora já vamos no fim de Janeiro.

 

(o Nuno continuou a olhar para as fotos. eu fiquei a olhar para elas. a recordar esses dias. momentos das nossas palhaçadas. em que estávamos mais novos, com a cara a precisar de menos botox, cabelos mais fartos e cabeças menos desgastadas)

 

Nota: Não tinha vontade de escrever nada, mas depois recebo um daqueles comentários que me fazem ganhar inspiração. Malta menos medicada que eu, que aqui vem e gosta.

No meu mundo perfeito

 

No meu mundo perfeito podia haver Inverno. Desde que no Inverno pudéssemos andar de pijamas e robes polares pirosos para todo o lado. 

No meu mundo perfeito não era preciso usar soutien e por isso não tinha de andar apertada todo o dia.

No meu mundo perfeito só havia chuva quando eu estivesse a dormir e unicamente se não tivesse roupa estendida.

No meu mundo perfeito amanhã não era segunda-feira.

 

Isto no trabalho é como na creche dos miúdos

nuvem_pessoal_microbios.jpg

 

Anda tudo doente, cheios de micróbios e viroses e coisas. A única diferença é que, por enquanto, ainda não nos lambemos uns aos outros, não pomos na boca os agrafadores uns dos outros e não trocamos de chucha.

De resto, no que à troca de bactérias diz respeito é como se de cromos de tratasse, está tal e qual!

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