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Em busca da felicidade

Atão comadre e como vai a ser esse holaweini?

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Bom cá pelas bandas desta comadre que é muito velha do Restelo para esta coisa de importar bugigangas na forma de tradições que a gente a modos que não sabe nem conhece, esta velhota, vai passar o holaweini como passa os restantes serões. Na melhor das hipóteses, e se a cabecinha assim permitir, porque o soninho é muito, pode ser que veja um filmezito, que é para ser diferente das outras noites em que desmaio adormeço rapidamente.

O vizinho do andar de baixo tem a entrada da casa cheia de teias de aranha pretas a ver se uma pessoa se assusta, eu já lhe disse que passe na minha arrecadação, está assustadora o ano todo.

No meio disto tudo, espera-se que rapaziada que não sabe falar português (perdidos que estão lá para os "tipo", os "buedesde" e os "derivados" quando falam caro), quanto mais um inglês decente, me toquem à campainha para pedir trique ou triti. Eu cá tenho já guardados alguns triques no âmbito do balde de água fria e do ovo fora de prazo se me calham a tocar muitas vezes no botão. É porque eu tenho os cães que são bichos que se assustam com pouco e depois sou eu que papo com eles a ladrar. Para não falar no puto que pensa que vão haver visitas e que a festa vai render noite dentro.

E vocês dizem «ah e tal um dia pode ser o teu puto a querer is fazer trique ou trite...». Pois pode, mas começando pelo principio: a ir só me sai de casa quando for capaz de dizer corretamente, escrever sem erros e soletrar as duas palavras: trick e treat. Depois terá de apresentar um PPT onde demonstra que tem um conhecimento aprofundado sobre esta tradição que não corresponde ao país do qual é nativo.

Dessa forma, e dotado do mínimo de aptidões poderei contemplar a ideia de ir. Mas com a condição: não toca na porta de casa, caso contrário já conhece o material que existe para trique.

Bom holaweini pessoas com facas de borracha espatadas no alto da pinha.

 

Estas coisas dos livros que ajudam as mulheres a ultrapassar a vida e cenas

Dei com um livro em escaparate que promete 50 truques para mulheres sem tempo. Presumo que pretende que as gajas ganham ferramentas para passar a ter uma vida mais desafogada.

Eu cá prefiro dicas e truques para pessoas, a menos que estejamos a falar de mamas, ovários, partos e menstruações. Parece-me que tempo é coisa que interessa a pessoas.

Na eventualidade de se tornarem necessárias estas dicas direcionadas por conta daquela coisa de que as mulheres são esposas e mães e têm carreiras e o camandro, então prefiro usar o meu único truque, o qual desde já disponibilizo free from fees: delegar no marido metade das tarefas.

Dessa forma das suas uma: ou se arranja tempo para todos, ou ficam os dois sem ele.

Filme: "Collateral Beauty"

 

  

 

"We long for love, we wish we had more time, and we fear death..."

 

O que fazer quando a vida choca connosco? Quando nos tira o que de mais precioso temos? Seremos nós capazes de fazer as pazes com a realidade? Seremos nós capazes de aceitar a vida e viver com as marcas?

Permanecemos numa dormencia que mantem envoltos no que acreditamos fundamental. As carreiras, as casa, os carros, as roupas, as noitadas. Guardamos dias específicos por ano para celebrar o amor, para reconhecer a família, para deixar que o coração sinta o calor das pequenas coisas e nesses momentos assaltam-nos as frases feitas. Depois voltamos à nossa vida normal.

Os dias passam, as experiências percorrem o seu espaço no tempo e nós mal paramos para ver. Depois um dia a vida choca connosco e nós sentimos aquilo que sabíamos estar cá dentro mas abafámos durante tanto tempo. Questionamos o porquê da vida?, se o amor existe?, a razão da crueldade do tempo?, onde está a solução para esse flagelo que é a morte.

Desligamo-nos dos outros, ou tornamo-nos capazes de nos ligarmos a cada pessoa.

Um filme brilhante, repleto de atores fantásticos.

Um argumento muito bem escrito.

Vale a pena ler. Mas é muito mais importante pensar.

 

 

 

 

Coisas #7

7 - coisas (1).png

 

 

Até fico parva com o significado das coisas - #1

Fui ali ao dicionário online ver o que significava uma palavra bela. De lá trouxe o significado de outra. Ora botai os olhos:

 

Suruba

(palavra e termo da língua portuguesa usada comummente no calão do Brasil)

 

1. Bom, forte;

2. Bengalão ou cacete;

3. Órgão sexual masculino;

4. Actividade sexual em grupo;

5. Grande confusão.

 

Ensinava ainda que: «descascar a suruba» é o mesmo que «agredir com bengala ou cacete».

Vós sabíeis disto?

Olhem, eu não! Até fiquei tola.

 

Dietas, jejum e o cacete

(como o post é, por si, um cocó, achei que a foto podia agradar as leitoras)

 

Uns dizem para fazer jejum intermitente.

Os mesmos dizem para fazer só três refeições ao dia.

Outros dizem para comer várias vezes ao dia.

Que sem isso as hormonas dão o tilt.

Hoje lia um artigo que prometia esclarecer a diferença entre o jejum e uma alimentação cuidada racionada em várias porções. Li, li, li e parecia que nunca mais acabava de ler. No fim chegamos a uma conclusão que mais me dá vontade de dizer: «Ora merda mais esta conversa». Pois então que é bom comer de forma racionada, mas também é bom fazer jejum de 12 horas, mas desde que seja de noite. Cada caso é um caso e é unânime que os bolos, os fritos, as bolachas e todas aquelas coisas que até-a-minha-avozinha-que-era-analfabeta-sabia-não-ser-boas-para-o-bandulho, essas devem ser evitadas.

 

Em resumo:

Não comas bosta.

Se fores pessoa para teres muita fome vai racionando isso para não te mandares ao prato como quem esteve 15 dias no deserto e agora vê uma posta mirandesa.

Se fores pessoa para ser mais equilibrado não precisas comer tanto.

Se fores pessoa com vida mais ativa come mais.

Se fores mais sedentário come menos.

Faz exercício.

Não sejas preguiçoso/a.

Não jantes tarde.

E não te esqueças de comer de manhã.

Se tiveres dois dedos de testa e o mínimo de bom sendo não precisas desta explicação.

 

São 50 € se faz favor…preço mínimo por primeira vez em consulta.

 

Fim.

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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