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Em busca da felicidade

9 Anos

- Aceitas ir jantar comigo?

- Sim.

- Aceitas ir ao cinema comigo depois de jantarmos?

- Sim.

É desta forma que 9 anos depois este homem sobrenatural que encontrei me conquista todos os dias, que isto de amar dá trabalho, requer paciência e precisa de muita persistência. Mais difícil ainda é amar alguém quando convivemos com essa pessoas todos os dias durante anos. Mais ainda quando passamos a maior parte do nosso tempo juntos. Para alguns seria impossivel. Para nós a única forma.

Conhecemos os tiques um do outro e é difícil pregar uma mentira. Tal como é difícil fazer uma surpresa, mas ainda assim elas vão aparecendo, mais para mim que para ele, que fico ansiosa por ver a reacção e raras vezes consigo esperar pelo dia certo.

Penso na minha vida há 9 anos e não me imaginaria aqui. Olho para a minha vida hoje e sei que se fosse diferente não seria tão bom. Não me arrependo das decisões que tomei por este único motivo, foram essas decisões que me trouxeram aqui hoje, ao lado deste homem maravilhoso que me deu o melhor filho do mundo.

O dia podia ter começado azedo, que não meço as palavras quando falo daquela que é minha sogra mas às vezes esqueço que é mãe dele. Podia ter começado azedo porque não sei pedir desculpa, parece que dói mais que arrancar uma costela a frio.

Mas diz que um abraço cura tudo, principalmente entre duas pessoas que se amam e que conhecem nos gestos as palavras que o outro tem para dizer.

Apesar da infantilidade ou da impulsividade de comportamentos a minha manhã começou com uma carta de amor, das que me levam às lágrimas desde a primeira palavra.

 

Amo-te muito é a primeira coisa que tenho para te dizer. Por ser a frase mais importante que posso escrever. Fica registada mesmo sabendo que não vou esquecer. Porque não se esquece o sentimento que nos faz viver. E que há nove anos alimenta e faz de mim um melhor ser.

 

Continua mas o resto é só para mim. Para os meus olhos, para a minha caixa de cartas de amor. As que recebo mesmo que não estejam na caixa de correio.

Por isso muito obrigada, a ti que estás todos os dias, a ti que amo com todo o coração. Um obrigada por estares, por existires e por fazeres de mim uma mulher muito feliz. 

Fica aqui não a tua musica, mas a minha do filme que mais gostamos, a que tem o banco de jardim que um dia vai ser nosso, onde nos vamos sentar velhotes enquanto os netos correm às voltas no jardim da nossa casa.

E que venham, no minimo, mais 90!

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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