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Em busca da felicidade

Correr

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Se me perguntassem há 10 anos se eu queria dar uma corrida esbugalhava os olhos e diria:

CREDO!

Inscrevi-me em 3 ou 4 ginásios. Fiz exercício em casa. e andei sempre no chove mas não molha com o desporto.

O Nuno apresentou-me à corrida. E fez-me ganhar o gosto pela coisa.

Nunca corri mais de 10 km na vida e a verdade é que nem posso, por causa da porcaria do problema venoso, dificilmente ou sem um treino bem cuidado recebo um OK para correr uma maratona.

Mas...mas...quem sabe um dia.

O ano passado, por esta altura inscrevi-me no ginásio. É mesmo porta com porta do trabalho. Lá vou à hora de almoço. Umas semanas todos os dias outras, como esta, só duas.

Mas vou.

Os treinos são curtos, porque afinal de contas a hora de almoço não é longa.

Mas ando com saudades da minha corrida. De sair para a rua e dar uma corrida. Sem passadeira. Com o vento a bater na cara.

Mas e tempo para isso.

Terei eu a coragem de me levantar antes das 6 da manhã...hummm...duvido.

Terei eu a força de vontade de, uma ou duas vezes por semana ir correr depois de chegar.

Não sei. Não sei se me meta nessa ideia.

Mas vontade tenho. Aí tenho mesmo!

 

 

Ir ao mercado pela manhã

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Acordar antes das 7 sem a pressão de quem sabe que tem obrigações pela frente.

Tomar o pequeno almoço com o tempo que as manhãs serenas e saborosas têm.

Ir ao mercado e comprar nas bancas dos produtores biológicos. Os que plantas as suas alfaces, que cavam as suas batatas. Que regam e cuidam. Os que, com cuidado e por me saber cliente habitual perguntam baixinho "não precisa de ovos? são das minhas galinhas." E eu lá trago meia dúzia (que toda a gente sabe que eu só como ovos de galinhas galdérias. não quero cá ovos de bicharada engaiolada).

Como eu gosto de ter tempo para ir ao mercado de manhã. Para escolher e cheirar bem o que compro para o almoço. Falar com as senhoras das que têm vidas tão diferentes da minha.

 

Saudável ou não saudável, afinal em que é que ficamos?!

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(imagem retirada da internet - apesar de também ter pesos e maçãs e fita métrica em casa)

 

Uma pessoa já não sabe o que há-de fazer. Ou melhor, eu já não sei bem para que lado me devo virar.

Uns dizem que devemos comer tudo. Outros que o glúten faz coisas más ao interior. Uns dizem que o leitinho é bom para o osso, outros que faz tanto mal que mais devíamos banir aquilo e colocar um rotulo a dizer “venenoso”. Uns dizem que muitos verdes é que é bom. Outros que a fibra em excesso pode fazer mal à tripalhada. Uns dizem que fazer exercício é que é o caminho, se possível todos os dias, um habito como outro qualquer. Outros que exercício em excesso pode desgastar o corpo e ser prejudicial.

Uns dizem que tomar suplementos é o caminho, outros que isso é porcaria, que devemos tirar tudo o que precisamos da papinha. Uns aparecem com super alimentos. Outros dizem que é engodo para ir ao bolso da malta. Uns dizem que o cérebro precisa de glicose para funcionar, mas depois o excesso de glicose faz mal à pessoa.

Até já há quem escreva livros de “Como não morrer” e certamente haverá alguém a escrever qualquer coisa de que o melhor que temos a fazer é falecer mesmo, porque para lá da morte é que está o caminho.

Uma pessoa. Uma pessoa que se esforça por andar por cá, sem quinar e sem ter maleitas, fica confusa. Mas afinal de contas o que é que está bem? O que é que está certo? É que antigamente ainda havia uns que corroboravam com estudos, alegadamente científicos, e os outros que assentavam no que os antepassados faziam. Agora toda a gente tem estudos. E estudos que comprovam que faz mal.

Cada um tem a sua amostra. Cada um vende o seu produto.

Produtos para prevenir praticamente qualquer coisa, depois se a pessoa morre de outra é porque lhe faltava aquele suplemento.

Juro que já não sei para onde me virar.

Vale ou não a pena comprar os super alimentos? As macas, os Reishis, os Camu’s-Camu’s. As tipas giras da TV dizem que sim. É que se elas tomam eu vou meter-me numa banheira cheia daquilo e no fim ainda bebo tudo com um fiozinho de óleo de coco.

O exercício. Treinos de 15 minutos são suficientes. Mas depois faz mal se não aquecer. Faz mal de não arrefecer. Afinal quanto tempo é a porra do treino afinal.

A banana se for verde tem menos açúcar, mas se tiver pintas “marron” já tem uma cena qualquer que mata as células cancerígenas. Papa-as! Dizem.

E uma pessoa, vá de meter bananas maduras para dentro do bucho, mesmo que isso lhe dê vómitos para caraças.

Come estas passas, estas pevides e estes cereais. Depois bebe água. Come fruta, pelo menos 2 peças. Mas se comeres 5 já estás a ser lambona e ainda acabas a borrar-te toda.

Afinal de contas em que é que ficamos pessoas? Cientistas? Dietistas? Nutricionistas? Pessoas do conhecimento da saúde em geral?

Será que não há coisas que fazem mal a umas pessoas mas não são piores para outras? Será que há mesmo alimentos que nos salvam de tudo?

Confesso que já me meti em de tudo um pouco. Desde o corte do açúcar, a comprar tudo biológico, a evitar comprar bolachas e bolinhos processados. A comer uma sandes integral, mesmo que a porca se me estivesse a enrolar na boca, só porque o pão escuro faz melhor que o outro.

Neste momento deixei-me disso. Não, não mando para o bucho duas pizzas e quatro 7 ups por dia. Sim, faço por comer aquelas coisinhas que até a minha avozinha sabia que faziam bem e sim, prefiro papar coisinhas da velhota do mercado do que os tomates do supermercado. O que é natural é bom e a velhota não põe venenos nos verdes pra matar os bichos.

Sim, papo um bolinho sempre que me apetece e de manhã o pão é branco e de preferência do caco. Com manteiga ou fiambrezinho.

Papo de tudo um pouco. Sem fundamentalismos. Se me sinto fraca mando para o bucho um multivitamínico, que eu com a vida que tenho não consigo contar todas as vitaminas da pirâmide alimentar.

Isto de ser saudável cansa a pessoa até à exaustão. Stressa o individuo até mais não.

 

Ufa!

 

Ciência à beira de descobrir a cura para a doença de Alzheimer

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Hoje tenho um post mais ligado à vida saudavel para aqui deixar. Está prontinho há várias semanas e saí já a seguir. Mas não podia dexar de manifestar a minha satisfação com esta noticia que, na minha opinião devia ter aberto o Telejornal de ontem.

Resume-se desta forma:

"O tratamento pode acontecer nos próximos 5 ou 10 anos o que significa que na próxima geração já não haverá pacientes com esta doença."

 

E saber que para o meu filho este não será um problema, uma preocupação deixa-me feliz. Muito feliz.

Noticia aqui.

 

 

É preciso é ter vontade...ou se calhar não é bem assim

 

O despertador toca às 06:15. Com sorte, se o pequeno na noite anterior se deitou antes das 23 e se por um milagre do Senhor dormiu a noite toda, lá nos levantamos. Acordaremos daí a mais 45 minutos enquanto empurramos um pão com fiambre bucho abaixo. Até chegar ao pão já nos vestimos, já tratamos da higiene mínima de quem não gosta de cheirar a cavalo, já arranjamos a saca para o almoço, lanche e qualquer outro snack necessário a quem está mais de 10 horas fora de casa. Já tratamos da mala do pequeno e já tratámos dos cães.

O pequeno acorda para beber o seu leite, vestir-se e calçar-se. Dois beijos, três mimos e caminho para os avós. 

Aqui, apesar da nossa desenvoltura raras são as vezes em que já não estamos em contra-relógio quando chegamos ao carro. 

Carregados 3 sacos para baixo, 2 de ginásio e 1 de comida (3 andares para baixo, fazendo nota que ao final do dia havemos de subir esses mesmos 3 andares com tudo às contas, incluindo o desgaste, físico e psicológico). A mochila do pequeno, a minha própria mala, ah e o pequeno, que no meio desta azafama, felizmente nunca nos esquecemos dele.

Subidos mais 4 lances de escadas, pequeno nos avós, caminho para o trabalho.

Se tiver transito bradimos para o ar os caralhos e uns fodasses valentes. Aqueles que não fazem os carros da frente evaporar, mas que nos drenam - pelo menos em parte - a frustração dos dias sempre iguais, sempre cansados.

Nove horas e meia fechados no mesmo espaço. Sim, porque se trabalham 4 de manhã, 4 de tarde e temos mesmo, mesmo de parar 1 hora para comer. Hora essa que entendemos usar para treinar no ginásio mais próximo. Optimizar o tempo que temos disponível. É o que lemos de quem sabe, são as sugestões das mulheres bonitas e bem torneadas nas redes sociais. Do moços que eram gordos e agora têm barrigas que mais parecem tanques de lavar roupa. "Optimização de tempo".

O único tempo que temos para optimizar é a hora de almoço, e essa senhores, essa já é um pau.

O dia de labuta acaba depois das 18, com um treino arrastado no bucho, um almoço comido à pressa, um emprego que promete que já tens trabalho em atraso ainda agora estás a sair. Uma viagem do demónio para chegar a casa.

Mais duas cabeças de alhos na boca de cada um.

Chegamos e "levantamos o pequeno", se não for tarde demais até passeamos os cães com vagar. Banho do pimpolho e sopa, jantamos depois das 21:30 e arruma-se o essencial para não vivermos pior que os porcos. 

Arrastamo-nos para dentro já passa das 22. O pequeno com a pilha toda e nós, que devíamos viver a felicidade dele a rezar que vá dormir cedo porque estamos por um fio.

E isto à 2º feira. Imagine-se minha gente, o estado destas pessoas ao fim de 5 dias.

O fim de semana uma labuta. Enfiar lá dentro o que não cabe nos dias úteis. Um mundo de tarefas feitas, outro mundo por concluir.

"O que é preciso é força de vontade". É o que eu ouço das moças e dos moços bem feitos que papam 1 hora de ginásio por dia. Que põem no facebook e no instagram as receitas cheias de sementes e cores de fazer inveja.

Força de vontade?! Essa eu tenho. Faltam-me é as forças. E arrasto-me muitas semanas mal conseguindo.

Conselhos dados de quem tem o jantar feito quando chega a casa. De quem tem a roupa lavada e a casa limpa pela senhora que lá passa naquele dia certo todas as semanas. De quem não sabe o que é estar enfiado 9 horas no mesmo espaço e mais 2 e meia por dia em vai e vem de casa para trabalho.

Conselhos de quem sabe apenas o que é uma noite mal dormida quando se deita depois das 7 da manhã porque foi à festa da noite branca.

Conselhos que eu ouço para me motivar e não me alapar ao sofá. Que me forço a acreditar porque não quero ser a mãe gorda e mal enjorcada. Porque não quero deixar de cuidar de mim.

Mas como estar em tanto sitio ao mesmo tempo?

E o descanso?

O treino deve fazer parte do dia a dia como qualquer outra tarefa! 

Ou então não. Se quem aconselha tiver uma vida como a minha que é igual à de tanta gente.

Decidi abrandar o ritmo. Descansar mais. Ouvir o meu corpo. Dar-lhe tempo para se adaptar.

Fazer sim. Mas com tento. Sem o levar à ultima gota.

Se é falta de vontade...se calhar não é bem assim!

E muffins de mirtilos?

Hoje de manhã foram estes.

 

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Ia fazer os muffins ditos "normais" mas enganei-me a começar a receita e acabei por fazer estes Blueberry Streusel Muffins. 

Lá bom aspeto têm, mas ainda não provei...

Receita?

Sim senhor, no mesmo sitio:

Joy of baking

 

 

The Iron Nun

 

A semana passada o Nuno mostrou-me a nova publicidada da Nike "Unlimited Youth". Como sempre a publicidade está brutal, mas isso não surpreende. O que surpreende é quem está no centro da História.

Madonna Buder. Uma freira que, aos 48 anos de idade, por recomendação de um padre começou a correr. Depois disso enveredou pelo Triatlo e desde então já fez mais de 45 Iron Man's.

Não tenho mais palavras. Apenas posso dizer que, se esta não é uma inspiração, não sei quem é!

 

 

 

A serenidade de uma aula de Yoga

 

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Já tinha saudades de fazer uma aula de Yoga. A tranquilidade que sinto no final. Depois de todas as asanas, depois das respirações profundas. As musicas zen. O esquecer das chatices do dia a dia e ficar ali, assim, serena.

No ginásio têm aulas de Yoga mas nunca tinha ido. São às 19 e 30 e isso é demasiado tarde para a minha cabeça, significa que ficamos até depois das 20 e que só chegamos para apanhar o pequeno perto das 22.

Mas tenho andado mais agitada. Mais responsabilidades, mais pressão, mais obrigações, mais ansiedade, menos bem estar. O aperto no peito de quem passa o dia a respirar de forma forçada, de quem passa o dia com os ombros contraídos sem se dar conta.

Pensei que talvez não fosse má ideia ir uma vez. Experimentar. Até podia nem gostar, com aquelas aulas todas de ginástica a bombar logo ao lado.

O Nuno estava na duvida. E assim se manteve até depois de a aula começar.

Para mim foi um bocado estranho. Estava habituada a aulas na praia, em jardim ou a meia luz, com professoras que arrastavam os "s" até serem só um assobio. Aulas a acabar com as ondas do mar ou o som dos passarinhos a cantar.

Hoje foi numa sala onde tinha acabado uma aula de TRX antes de começarmos o momento zen.

O professor é um porreiro, muito dinâmico e as musicas estavam óptimas. O que foi bom para contrapor o som da musica de pum-pum-pum das outras aulas.

Quando acabou nem sabia ainda responder se tinha gostado ou não. Estava meio out.

O Nuno gostou. Não é bem a praia dele mas diz que veio mesmo a calhar com o dia agitado.

Eu, que tenho andado a mim, quando cheguei ao balneário estava tão tranquila que quase achei que me estava a dar uma qualquer sensação de desmaio.

Mas não, estava mesmo, mesmo, só muito zen.

Soube-me lindamente. E tenho cá para mim que vou lá aparecer mais vezes. De certeza que não vai ser todas as semanas, mas de quando em vez. De quando em vez vai ter de ser.

Marginal à noite

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Não me ia inscrever. A maior distância que corri desde a gravidez foram 5 km e sentia-me pouco confiante para me inscrever para 8 km. Já tinha tirado isso da ideia. Mas apareceu um post no blog Dias de uma Princesa a oferecer inscrições para um número de participantes. Era apenas preciso dar o nome e o e-mail.

Nunca ganhei nada destas coisas na vida, e, com a sorte que tenho estava certa que não me calhava nada. Mas, tal como com o Euromilhões tentei a minha sorte.

Ganhei.

Dia e meio depois de participar recebo um e-mail da Catarina Beato a dizer que tinha ganho uma das inscrições.

Nem me queria a creditar e o medinho começou a instalar-se.

Faltava agora o Nuno inscrever-se. É o homem das corridas e o meu "amuleto da sorte". Azar. Já não havia vagas. Tudo esgotado.

Ora se já estava borrada de ir fazer os 8 km com companhia, mais fiquei quando percebi que ia sozinha. Tive para desistir, mandar um e-mail a dizer que se calhar era melhor dar a inscrição a outra pessoa mais capaz, mas depois...depois pensei que se tinha ganho tinha de dar o corpo ao manifesto e tentar fazer o melhor que conseguisse.

Ontem lá estava, calada que nem um rato. Ansiosa como sempre. Porque tenho receio de não conseguir. Porque receio de me dar um treco. Porque não sou a melhor pessoa para andar no meio da multidão.

Faltavam 10 minutos para começar e caminhei para o mais próximo possível da linha de partida. Com ship, ainda por cima vai ficar gravada a minha desgraça de tempo.

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 (à espera que dessem sinal de partida) 

 

Quando passei a partida já a prova ia com 4 minutos. Andei para me desviar do maranhal de gente e aproveitei para ligar o youtube, é que sem musica as pernas não funcionam. 

Aprendi uma coisa. Se vou correr o melhor é levar musicas no telemóvel ou no MP3. É que a confiança que às vezes não tenho em mim deposito em grande escala na net. Neste caso no youtube, e esse, deixou-me agarrada. Aquela porra não havia meio de funcionar e eu sem musica não corro. Ponto final!

Pelo caminho encontro o meu salvador. Não conseguiu inscrever-se, não podia acompanhar-me na partida nem chegar à meta comigo, mas podia correr a meu lado ao longo da Marginal.

Foi isso que fez. Até a net começou a funcionar.

Confesso que tive mesmo para desistir, sem net e cheia de medo, era uma desgraça. A neura minha gente!

Não sabia se ia conseguir correr tudo, mas consegui. A cada km que passava só pensava, só mais um, só mais um.

Cheguei à meta com 1 hora e 7 minutos. Não achei para aí pior, considerando que passei a partida já contavam 4 minutos e que só consegui começar a correr depois de 800 metros.

É claro que quando ouvi que a pessoa que acabou em primeiro lugar fez a prova em 24 minutos fiquei com a sensação que das duas uma, ou a pessoa foi de mota ou eu fiz aquilo de gatas.

Isto só pode ser malta que treinou no Quénia a correr è frente de leões. 24 Minutos!!! É de loucos!

Quanto à prova em si. Merece ser feita. Correr a Marginal à noite é algo de maravilhoso. Para quem não possa, não queira ou não goste de correr, pode sempre caminhar. Vale bem a pena. Começa com um fogo de artificio bem giro, mesmo em cima do mar, e depois, correr à beira mar. Ah! Que maravilha!

Isto para não falar na organização. Excelente!

Se vou para o ano? Não sei. Vamos ver qual é o espírito. Se estiver menos receosa da distância, mais alegre com a minha participação e com ansiedade de correr e não com a receio do resultado. Aí sim! Sem dúvida que vou.

Pelo menos é esse o acordo que tenho. Comigo e com o senhor que mora cá em casa. Participar sim, mas para criar felicidade e não anseio. Que de coisas más a vida já está cheia, o que nos faz falta são momentos que nos façam rir e sorrir.

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 (depois de a corrida ter acabado e com praticamente 8 km feitos)

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