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Em busca da felicidade

A Barbie no cinema

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O mundo da comédia, quer queiramos quer não, ainda é maioritariamente dos homens. Esta ideia enraizada de que as mulheres foram feitas para ter classe, para ser bonitas e elegantes. Para sorrir e não para rir. Se olharmos à nossa volta os maiores humoristas do mundo são homens e quando vemos uma mulher a fazer stand up (o que é raro mas já vai começando a haver mais e mais, felizmente) a maioria ainda vê como sendo um tudo ou nada blhac. Porque há coisas que se ditas por mulheres parecem ser esquisitas, mas se for um gajo já é outra coisa e toda a gente se ri.

Não sou eu que acho isso. É a sociedade em geral que o transmite.

Tenho uma profunda admiração por mulheres que se riem com vontade. Tenho uma profunda admiração por quem se ri e gosta de fazer rir. Independentemente do género.

Tenho uma profunda admiração por mulheres como a Tina Fey e a Amy Schumer, brilhantes, que dizem coisas que porventura não seriam esperadas de uma “senhora” e quebram, a rir e fazendo rir, mais barreiras do que muitos movimentos.

(Não que esses não façam falta.)

Fazem as coisas acontecer.

Chegam e dizem “sou mulher, sou linda, sou feminina, até posso ser casada e ter filhos, mas estou aqui a fazer-vos rir com o que escrevo, com o que digo, com a minha representação e isso não me diminui em nada enquanto mulher, mesmo que eu fale de peidos!”

A Sony decidiu fazer o primeiro filme sobre a Barbie e escolheu a Amy Shumer para representar esta icónica boneca. Aquela que sem falar nos lembra, quando olhamos para o espelho ou experimentamos umas calças skinny, que estamos longe de ser perfeitas.

Mas tem mesmo de ser assim?

Muitos foram os que aplaudiram a escolha. Mas também foram muitos, os que para mim são tristes e limitados, que consideraram a escolha um flop porque a Amy Sshumer está longe da perfeição física da magnífica boneca.

Eu aplaudo. Tanto a escolha como a resposta desta maravilhosa comediante.

Podem ler aqui.

E para quem ainda não viu o Descarrilada, é favor ir ver, sim?

 

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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