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Em busca da felicidade

A minha resolução é não haver resoluções

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Sempre tive presente na minha cabeça uma lista de resoluções. Sempre achei idiota mas não me continha na lista que fazia dentro da minha cabeça. Cumpria o que a vida permitia e o que tinha força de vontade para fazer. Depois, ali ao entrar no segundo semestre do ano lá vinha o declínio e o empurrar com a barriga para o ano seguinte os planos ponderados.

É que não estava nada escrito e ninguém me podia dizer “olha aqui, disseste que fazias”. Desdizia-me a mim mesma e bastava.

Depois decidi começar a fazer uma lista. Um comprometimento.

Desde há dois anos que decidi fazer a dita lista com 12 resoluções. O Nuno acompanhou-me. No final do ano, ali mesmo na reta, nos últimos minutos, líamos a lista um do outro e riscávamos o que estava feito.

Pouco diferente do que já acontecia. Porque a verdade é que o que temos de fazer, o que queremos mesmo levar avante não precisa de ser assente num papel. A mente não esquece. O resto, o que nos queremos impor, aquilo que achamos que devíamos fazer, isso sim, tem de ir para um papel. Uma forma de colocarmos sobre nós essa pressão. De nos impormos a vontade que muitas vezes não temos.

Boa! Mais pressão, mais stress, mais uma forma de dizer “não fizeste porra nenhuma este ano”.

Este ano decidi mandar às urtigas a lista e deixar a vida fluir. Eu sei o que quero fazer. Sei o que tenho para fazer. Não preciso de uma resolução por cada mês do ano.

Preciso de paz, de saúde, de tranquilidade, de amor. Preciso da liberdade necessária para criar e ser feliz. Não preciso de mais imposições e obrigações. Essas a vida já traz no dia-a-dia.

Preciso de descansar e de deixar a vida acontecer. Acho que são muitas as vezes que me ponho à frente dela.

Penso demais. Pondero em excesso. Meço demasiados riscos e depois não vivo que chegue.

Este ano a resolução é não fazer resoluções.

É pedir a Deus ou a quem quer que seja que haja saúde para todos, mas em especial para o miúdo. É desejar que todos os dias incluam um sorriso e se não for pedir muito, uma gargalhada.

O que eu gosto de uma gargalhada.

O resto. O resto a vida há-de tratar. A seu tempo.

Que venha um 2017 feliz e cheio de saúde. Que nos permita a liberdade que muitas vezes não nos damos, sempre em busca de metas e mais metas.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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