Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Em busca da felicidade

A música e o seu efeito curativo

A música não “cura” de facto ninguém. A música não faz desaparecer um problema mau. A música não torna a nossa vida num mar de rosas. Mas a musica pode ajudar a manter um estado de espírito deprimido, pode ajudar a levantar ânimos, pode fazer adormecer, irritar ou dar vontade de correr.

Para mim a musica tem todos estes efeitos. Não sou, de maneira nenhuma capaz de estar bem se forçada a ouvir uma musica que não gosto. Sou capaz de percorrer todos os canais de televisão até encontrar aquela musica que me apetece ouvir. E se a tipa não aparecer lá vou eu ao Youtube, esse porreiro.

Não consigo correr sem ouvir música, o MP3 fica sem bateria, segue-se um “F***-se” bem sonoro e inicia-se o processo de caminhada. As pernas só funcionam em modo rápido se houver ritmo a entrar, de outra forma só há caminhada. É que se assoberba em mim um sentimento de desespero que as pernas deixam de funcionar como deve de ser, recusam-se a dar saltinhos. Se estou com neura não há melhor forma de me “dar uma ajudinha” do que deixar-me ouvir uma musica que eu gosto, cantar, ou tentar, e ver se a boa onda pega. Quando vamos no carro e passa uma “daquelas” - o Nuno já sabe quais são - são aquelas em que ele se cala, aumenta o som, deixa-me ouvir descansada e depois de terminar continua o que ia a dizer.

Para além neura que tenho de ter pouco mais de metro e meio a coisa que mais me apoquenta na minha pessoa é a minha incapacidade de cantar. Pode parecer estranho, porque há muita coisa pior na minha pessoa, estou certa. Mas dava-me um gozo sem tamanho saber cantar, fazer música, compor coisas. Mas nada, sou um saco seco no que toca à veia criativa musical.

Tenho andado com dores de estômago e ontem mandaram-me uma das antigas, daquelas que funciona sempre. Ouvi as vezes que me apeteceu e até o trato gástrico se tornou mais amigo.

Aqui fica…

Trás ou não trás memórias?! Claro que sim…

 

Enquanto ouvia a musica a dor deu tréguas e depois apertou comigo outra vez. Passei parte do dia a ouvi-la. Foi mais ou menos como quando tinha 15 só que com menos peso, menos cabelo e mais chatices.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

------- Mais sobre mim -------

foto do autor

------ Gostar da Página ------

------ Blogs de Portugal ------

----- Seguir no Bloglovin -----

Follow

------------ Arquivo ------------

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D