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Em busca da felicidade

Ah e tal, devias era por umas nails

nail-art-ideas.jpg

 (imagem retirada da net)

 

Não, não devia.

Ficava mais bem amanhada das mãozinhas?

Ficava.

Mas não devia e não devo.

E porquê? Passo a explicar:

1 - A maior parte da minha vida é passada atrás de um PC e agarrada a um teclado. Às vezes com vontade de o usar como arma de arremesso, verdade, mas até à data apenas para agredir com palavras escritas. Escrevo muito e faz-me uma confusão dos diabos ouvir as unhas rijas a bater contra as teclas. Pás, pás, pás, pás, raspa. Para barulho já me chega a pulseira de bonequinhos da minha colega do lado;

2 - Segundo ponto liga com o anterior. A minha escrita livre (chamemos-lhe assim) é feita em casa e aproveitando as sestas do pequeno. Ora agora imagine-se a criança a dormir com esta chinfrineira;

3 - Há muitos anos atrás, ainda eu estava no inicio dos vintes, a filha da minha antiga patroa (que não fazia nada e não sabia fazer e acabou a viver de rendimentos dos papás) decidiu, como que para se entreter, tirar um curso de nails. Eu, totó, deixei-me ser cobaia. Resultado: fiquei com um tarolo de gel por unha e a parecer o Michael J. Fox no Lobisomem. Acabei por ir cortando aquela porra com a ajuda de um alicate (e não, não arranquei as próprias unhas, só tive de esperar que algumas fossem caindo o gel e outras acabassem de crescer – é que a menina "ainda não tinha aprendido essa parte");

4 - Anos mais tarde, mais adulta e mais consciente lá tentei a minha sorte com o gelinho. Ao fim de poucos meses as unhas começaram a partir…ainda mais. Desisti;

5. Por fim. Quando o campeão nasceu, já perto de regressar ao trabalho decidi que havia de ir a uma boa casa para pôr as unhas de gel. Lá fui. Apesar da tentativa esforçada da moça, para mim, ficaram grossas demais e muito compridas. Especialmente para quem tinha um bebé para pôr pomada no rabo de x em x horas. Lá me aguentei, até que à segunda vez que lá vou a coisa ficou tão bem ou tão mal arranjada que ao fim de 2 dias tinha uma unha meio partida e com as quinas daquilo podia cortar o bebé. Passei-me e mandei tirar aquilo.

 

Por isso, se gosto? Gosto. Especialmente acabadinhas de arranjar, não gosto muito daquele espaço que fica entre a unha e a pele quando já estão crescidas (mas percebo que uma pessoa não pode andar sempre enfiada na manicura (€)).

 

De qualquer modo para mim não dá. Tenho de me ir amanhando com estes dedos de cepo que tenho e estas pseudo-unhas.

 

Nota: no outro dia fomos ao Pingo Doce e a moça que estava à caixa (uma simpatia, digo desde já) tinha umas unhas com uns 4 cm de comprimento. Não pude deixar de pensar que se o rapazola me arranjar uma nora assim lá terei de comprar um arranhador para a moça se entreter quando vem cá a casa e não me estragar as costas do sofá.

 

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