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Em busca da felicidade

Alguém me tire isto da mão faxavore!!!

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Há muita coisa que não presta neste país. A classe politica é uma bosta, a saúde - ainda que muito melhor hoje que no tempo dos nossos pais - ainda deixa a desejar para aquilo que descontamos, há mais dinheiro investido em estradas com rumo ao Porto que em condições no sistema educativo, há muita falta de civismo, mas também há isto. Há sol a maior parte do ano, até em dias de inverno. Por isso rogamos pragas a São Pedro sempre que temos mais de 15 dias de chuva. Estamos mal habituados. Gostamos de sol, como o caracol.

Andar 15 minutos de carro e dar comigo com esta vista é algo de privilegiado. Poder pisar a areia da praia sempre que me apetece faz-se sentir como uma verdadeira privilegiada. Quantos pessoas, que vivem noutros países não dariam um bracinho para ter uma vista destas a 2 horas de distância, quanto mais 15 minutos.

Com o sol a brilhar fomos dar um passeio. Pensámos em Sesimbra, a minha vila de predilecção, mas estava para lá de cheia. Pessoas a passear no calçadão, montes de gente a apanhar banhos de sol. Dava gosto. Gosto de ver as nossas terras assim, cheias de gente a apanhar sol, sem estarem enfiadas no shopping, aos encontrões umas às outras, a ver se descarregam as frustrações da semana ou o mal estar da carteira.

O que não deu muito gosto foi a falta de estacionamento. Não se apanhava um lugar sem ser a pagar e aqui os inteligentes só levavam uma nota de 5 euros. Diz que não dá muito jeito para o parquímetro.

E já que falamos de parquímetro, havia de haver alguém que inventasse a porra de um parquímetro que papasse notas. Que isto de ter de ter sempre moedinhas é uma porra. Devia haver um parquímetro que desse para pôr notas e que desse para seleccionar o valor que queremos gastar.

Mas enfim, demos tantas voltas que o pequeno acabou por adormecer. Por isso, em vez que pararmos o carro e esperar que ele acordasse decidimos ir dar uma volta à Lagoa de Albufeira. Já não lá íamos há vários anos e da ultima vez que lá estivemos jurámos nunca mais voltar porque ficámos com o carro atolado e tivemos de chamar o reboque.

Lá fomos. Está tudo arranjadinho (note-se, desde a ultima vez que lá estivemos), com mais lugares de estacionamento e as ruas todas alcatroadas. Assim que parámos o carro o pequeno acordou por isso aproveitámos para um pequeno passeio à beira mar.

Eu, que quando vejo um raio de sol não sei ficar com os pés fora da areia, decidi descalçar-me e descalçar o pequeno para irmos dar uma "corrida". Sentir a areia nos pés...gosto tanto!

Assim que o pouso estica os braços, tipo pega-me, pega-me. Tentei mostrar-lhe a areia, que dava para ele brincar. Qual quê! Olhou para mim horrorizado, como quem diz não tinhas um sitio com um pavimento mais asseado para eu andar descalço! Pus-lhe um bocado de areia na mão e ficou todo "mete nojo", que não queria a areia, que horror, só faltou perguntar porque raio ninguém aspirava aquilo à tanto tempo.

Por isso a experiência na areia foi curta, até porque andar na areia dá muito mais trabalho! Mas o andar de pezinho ao leu já não. Deixei-o vir no carro descalço e ria-se alegre a brincar com os pés.

Por isso já sabem pessoas, se alguma vez me virem na praia com o Hoover, não se admirem. Estou só a preparar o pavimento para o pequeno estar mais confortável na praia.

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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