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Em busca da felicidade

Andamos a precisar de ir à bruxa

 

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Confesso que não sou pessoa destas andanças. Não acredito em tudo o que me contam, mas a verdade é que às vezes há porras que ninguém consegue explicar por isso. Longe da porta, se as conheço, não, mas cada vez mais começo a acreditar que elas há, há!

Há dois fins de semana que ficamos com os passeios condicionados pela minha fraqueza. Em resumo as minhas quebras de tensão acentuadas. Tenho, por regra, a tensão arterial de um canário, e quando a coisa vai abaixo, fica mesmo ao nível do "vais bater com a mona no chão que te lixas". Como já vou reconhecendo os sintomas toma lá de evitar chegar ao ponto de ficar pregada ao chão.

Como o verão está à porta uma pessoa esconde-se mais do açúcar, substitui por outras coisas mais saudáveis, e o que é que acontece, o corpo fica ainda mais fraco porque, com a minha genética, excesso de coisas do bem dá em fraqueza do lombo. Devo ser a única pessoa que tem toda a força de vontade para fazer uma vida totalmente saudável e o corpo rejeita. A sério que não se entente. Quer dizer, até se vai entendendo, com os genes que herdei, de um pai que se comer brócolo corre sérios riscos de ficar doente, é capaz de ser isso. As células começam a receber muita coisa boa e fazem greve. As porcas.

De maneira que a semana passada passei o sábado um bocado aflita e ontem vai da mesma coisa. 

Devia ter metido açúcar para o bucho, e bem que comia chocolate, só algumas horas mais tarde percebi que não podia fazer grande efeito porque era chocolate do Celeiro, sem açúcar.

Como é que se resolver? Nas urgências? Não, podia ter sido numa tasca. Resolveu-se com um pastel de bacalhau, meia embalagem de cheetos e uma taça de tremoços. Tudo bem salgadinho.

Hoje o meu sogro veio ajudar o Nuno a pôr o Peugeot a pegar e os cabos não funcionavam. O Nuno deixou a chave no carro porque o fecho centralizado não estava a funcionar. O meu sogro foi comprar cabos novos. Ligou-os sem saber que a chave estava dentro do carro. O que é que aconteceu? A chave ficou fechada dentro do carro.

Boa!

Agora andamos a ver com malta de se dá com manfios se alguém sabe como abrir a porta do carro.

E é isto.

Deve ter havido para aí macumba de alguma porca (homem ou mulher, se me quer mal é badalhoca) que não satisfeita com o que a vida lhe dá prefere rogar pragas aos outros.

Ou isso ou andamos a rezar pouco aos santinhos.

Parece que tenho uma sensação de deja vu, o ano passado mais ou menos por esta altura foi a mesma cagada. Dá a ideia de de vez em quanto vem uma aragem de azar que uma pessoa até se arrepia toda! Fdx!

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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