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Em busca da felicidade

Ando a trabalhar para o bronze

ng1918713.jpg

 

(atenção que não sou eu na foto. achei que o post ficava melhor com uma gaja boa) 

 

Literalmente.

Há mais de 10 anos que não sei o que é estar bronzeada. Ora que não vou à praia vezes que cheguem, ora que quando vou não me escarrapacho tempo que chegue para os UV porem a melanina a funcionar. Ora que vou à praia pouco e de tão branca que estou o sol parece desistir de mim. Porventura é daquela coisa de que o preto absorve todas as cores e o branco emite todas as cores. O sol bate, vê um branco tão branco que nem pega em mim.

Estou farta de saber que sou morena, com pele naturalmente mais escura e andar branca como um saco de farinha.

A fartura da transparência de pele este ano bateu-se-me mais forte e eis que decidi ir pôr o lombo no solário. Já sei que este ano por mais que me esforce, de forma natural a coisa não se vai dar. Com uma criança de ano de meio só dá para ir à praia bem cedinho e quando o sol começa a apertar é para estar a caminho de casa. Para além disso, mesmo que pudesse estar esparramada ao sol nunca fico muito tempo pela praia. Começo a ficar cheia de calores e enfadada de estar ali, tipo bacalhau na seca. Depois de 2 ou 3 horinhas e de uns capítulos de um livro estou é pronta para me fazer ao caminho e ir fazer outra coisa qualquer.

A coisa abateu-se-me quando os primeiros raios de sol apareceram e fui buscar as minhas sandálias lindas, cremes, e depois de as calçar percebi que a única coisa que diferenciava as sandálias dos meus pés eram as unhas pintadas de rosa choque.

Não podia ser!

Assim, ganhei coragem e lá fui pedir informações. Que ia começar com a máquina mais suave, que devir por creme, de preferência do que ajuda a ganhar bronze, que devia usar uns óculos próprios e que o batom para os lábios era obrigatório. Quanto a roupinha. Podia ser com alguma ou com nenhuma. De fato é que não fazia sentido.

Marquei para ontem e lá fui.

Caguinchas como sou não quis comprar logo o pacote, deixe-me experimentar, se gostar então compro um pacote. Isto porque aquilo passa-se tudo dentro de um tubo com luzes. Tubo esse que podia aquecer demasiado e eu, pessoa sensível e com tensão baixa podia dar-me mal com a porra do calor.

O senhor explicou que tinha ventilação e que era tudo muito mais fresco do que na praia.

Certo, mas se me derem os calores não posso ir à água refrescar. Pensei.

Lá fui.

Considerando o tédio que ia ser, 15 minutos dentro do tubo iluminado, perguntei se o Nuno podia ficar comigo. Assim sempre ia conversando e o tempo passava mais depressa. O senhor que não, que não era possível.

Fiz aquela cara de quem aceita porque são as regras da casa, mas que não entende.

Não me leve a mal, é que houve pessoas que entravam pagando uma sessão só para uma pessoa e depois de fechar a porta, a outra pessoa despia-se e também entrava para a máquina.

What!?

A sério, isto há malta para tudo. Se eu já achei a máquina apertada imagine-se dividi-la com mais alguém.

O Nuno lá subiu para me ajudar a barrar a parte de trás do lombo com o creme e depois saiu.

Eu enfiei-me na máquina e lá fiquei durante uns entediantes 15 minutos.

Quando saí quero acreditar que se notasse qualquer coisa. Mas tenho mais 5 sessões pela frente.

Agora é cumprir com as sessões e encher o bucho de cenoura (que já ando a comer a rodos). Diz que ajuda ao bronze.

Este ano, se tudo correr bem, e vai correr, vou de férias escurinha. Bem morenaça. E com olhos de águia, com a cenoura que ando a papar…

Vão ver!

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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