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Em busca da felicidade

Às vezes a Primark deixa-me feliz (muitas vezes aliás)

Sou pessoa que assumidamente assume (assim bem redondamente) que se tivesse uma carteira mais forrada a guito e menos contas para pagar, andaria sempre bem montada. Entenda-se, montada nuns belos pares de sapatos, numas boas calças, e por aí em diante.

Mas, infelizmente para moi-même não há pasta para fazer face aos gastos a que sujeitaria a minha conta, não fosse a dita ser gerida pelo nazi financeiro do meu marido. Que é muito bom moço, mas quando pego em mais uma blusa para comprar, sabe melhor que eu quantas tenho no armário às quais ainda não tirei a etiqueta.

Estas peças contam como uma espécie de “perdas” da pequena empresa que é a nossa família.

Por isso sou cliente da maravilhosa Primark. Não compro exatamente aquela mala da Gucci, mas compro uma espécie de Guce.

No entanto, verdade seja dita que a maravilhosa feira com cabides é mais usada para pequeno sôtor. Diz que “rebenta” com roupa. Que cresce e deixa de servir de forma demasiado rápida, e que me custa dar 25 / 30 € por uma t-shirt para o bendito estar enfiado nos avós e ir ao jardim chafurdar na relva.

De maneiras que no verão comprámos uma sacada de roupa que fez o verão todo ao miúdo, tudo lavadinho mais de 40 vezes, tudo supimpa para, agora, com o Inverno a entrar, pôr num saco e passar ao próximo para o verão que vem.

Fomos outra vez à bendita loja, mais uma sacada para o Inverno. Depois de vestido, lindo como é meu rico menino, ninguém diz que é da feira com cabides, até podia ser Timberland (que se a mãe calha a ter guito do bom é lá que te vestes, vais a ver!).

A mãe, esta parvalhona, também não se fez de rogada. Lá foram duas blusas bem lindas para levar para o trabalho. Hoje vesti uma. Bem gira que ficou e que contente que fico que custou menos de 10 €.

E o maridão? Que de manhã assinalou logo “tás muito gira, fica-te muito bem!” como quem aproveita para elogiar (esperto que nem um rato, que lhe fiz 10 tarteletes para as colegas do trabalho na outra semana) e aproveitando com a aceno de cabeça para esclarecer “tás a ver que não precisas de ir às outras lojas, bem mais caras por sinal!"

E é isto. Só me chateiam as cuecas, que se me desfazem na máquina de lavar, as porcas. Os pijamas são um mimo e este ano que belo figuraço que fiz no resort com o meu chapéu de aba larga. Parecia uma lade…até abrir o fosso a que chamo de boca!

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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