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Em busca da felicidade

Até que enfim, uma decisão sensata

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No passado dia 09 de Junho, como uma espécie de prenda atrasada para a minha pessoa, foi aprovado em Parlamento o fim do abate de animais em canis municipais. Já não era sem tempo.

Nunca entendi esta coisa de abater um ser vivo pelo simples facto de ele existir. Como se o incomodo causado pela sua existência fosse tão grande que o melhor era ter um fim. Nunca percebi e nunca vou perceber. Porque raio alguém merece morrer só porque existe?

Controlo de população. É uma questão de saúde publica. Podem dizer. Então porque nunca se fez o que se propõe agora? Garantir a esterilização dos animais para que não se reproduzam de forma não controlada, criando mais animais abandonados, em vez de lhes tirar a vida?

É contra natura cheguei a ouvir. Contra natura?! É contra natura esterilizar um animal para que não tenha ninhadas indesejadas, mas já não é contra natura matar porque existe.

São aquelas coisas que nunca vou entender. Como a tourada. Como a matança do porco.

Não sou vegetariana. Não sou moralista. Só me faz confusão que se faça da morte de um animal uma festa. É só isso.

Mas enfim. Chegou o momento de seguir em frente e parar com a crueldade. Trabalhar na prevenção, esterilizando os animais, em vez de os abater.

Por mim tinha entrado em vigor ontem, mas infelizmente vamos ter de esperar até 2018. Não sei bem porquê. Pode parecer simplista, mas é só parar de dar injecções que levam ao fim e contratar veterinários para esterilizar.

Diz que não, ainda vamos esperar ano e meio.

Mas bom, concentremo-nos na parte boa. Em 2018 algo de bom vai acontecer. E isso já é um passo.

Agora só falta começar a por atrás das grades os que os abandonam. Os que os deixam presos aos rails porque no resort de férias não aceitam animais. Mas deixam bestas entrar.

Dia 9 foi um bom dia. Um dia sensato.

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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