Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Em busca da felicidade

Dia da Mãe

 

Mãe querida, mãe querida

O melhor que a gente tem

Não há outro amor na vida

Igual ao amor de mãe

 

Começo o meu post de hoje com o refrão da musica que marca, para mim, este Dia da Mãe. O Vasco Palmeirim aproveitou, e bem, a letra de uma música tradicional portuguesa bem antiga, com mais de 20 anos, porque ainda me lembro de a ouvir na companhia da minha mãe.

Adorei a letra do Vasco, mais que a original, fartei-me de rir e senti os olhos com lágrimas, tudo ao mesmo tempo num grande momento de alegria. Grande Vasco Palmeirim.

Mas, por mais que goste da musica não posso deixar de discordar nem que seja um nadita com ela, há de facto na vida amor igual ao amor de mãe, o amor de um pai que é pai. Hoje é o nosso dia, o meu dia, bem sei, mas nem mesmo neste que é meu, que me celebra nesta recente conquista do mundo da maternidade, me esqueço que o que sou hoje, o que sou todos os dias depende de mim sim, mas conta sempre com o apoio incondicional de um homem maravilhoso, um pai extraordinário, que participa para que os nossos dias sejam o que são.

A este homem, a ti, o meu obrigada, hoje e todos os dias.

Neste Dia da Mãe quero desejar um grande dia a todas as mães, as que passam os dias com os filhos e as que não o podem fazer. As que hoje estão em casa e vão passear com os amores da suas vida e as que estão a trabalhar, mesmo sendo Dia do Trabalhador, para que nada falte aos que mais amam. Aos pais que são também mães, porque a vida às vezes é implacável e garantem dois papeis. Às mães que estão sozinhas nesta viagem de amar alguém mais do que a própria vida. Às que têm apoio de família e amigos e conseguem descansar uns poucos aqui e ali e às que não têm apoio algum, que fazem das tripas coração, que têm uma vida com mais escolhas que as outras, mas que todas as noites dão um beijo aos filhos carregado de amor antes de se deitar.

Neste Dia da Mãe quero pedir alguns desejos, para mim e para todas as mães, especialmente para aquelas que, como eu, abdicam dos seus filhos tanto tempo para garantir o sustento necessário, fazendo-se fortes por fora para não chorar quando os deixam nos colégios a chorar e a pedir que a mãe volte para ficar com eles. Desejo que nas empresas as pessoas sejam mais pessoas e menos máquinas, tenham mais coração e menos pedra dentro do peito, que quando uma mãe liga com um filho doente não se revirem olhos, que quando uma mãe sai a horas para ir buscar o filho ao colégio não tenha de se sentir com culta, em falta por algo que não deve a ninguém, que se entenda que a gravidez é um momento especial na vida de uma mulher e que o regresso ao trabalho não deve ser violento nem brusco. Que os direitos de cada mãe sejam respeitados. E por falar em direitos falo dos do pai também. Que os pais, ambos, tenham mais tempo para estar com os filhos, que se permitam dias com menos horas de trabalho, que não é o tempo que nos faz produtivos. Que se criem as condições necessárias para os pais poderem ser pais, sejam eles a mãe ou o pai. Depois de nascer, e acabada a amamentação, o papel não é em nada diferente para um pai ou uma mãe que ama um filho.

Terminadas as minhas dedicações e desejos digo que até ao momento passei um excelente Dia da Mãe, na companhia dos que mais amo, a prenda que mais queria.

Depois houve um passeio pelo shopping com umas compritas à mistura, um lanche pic-nic no jardim e um regresso a casa com o pequeno de rastos porque não parou o dia inteiro.

Eu dou-me por feliz.

Resta-me apenas lembrar alguém muito especial, aquela a quem devo hoje estar aqui, aquela que me criou e me preparou para a vida. Aquela que me deu os conselhos necessários para as decisões importantes da minha vida, aquela que me faz falta desde o segundo em que partiu, aquela pela qual este dia é sempre agridoce, aquela a quem hoje gostaria de ter ligado logo de manhã para dizer "Feliz Dia da Mãe, mãe. É o nosso dia." Aquela que queria a meu lado nos momentos mais importantes da minha vida. 

Acredito que de alguma forma estás, que me ouves e que tomas conta de mim, de nós. 

Para ti, para mim e para todas as mães que são mães, as que cuidam, que educam, que dão colo, um dia para lá de feliz.

------ Gostar da Página ------

----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

----- Seguir no Bloglovin -----

Follow

------Blogs de Portugal------

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

------- Mais sobre mim -------

foto do autor

------------ Arquivo ------------

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D