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Em busca da felicidade

Escolher ser feliz

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Lia há uns meses atrás que ser feliz é uma opção e fiquei a pensar sobre o assunto.

Ainda hoje penso e não tenho uma opinião sobre esta opinião.

É verdade que podemos, por vezes fazer opções. Que podemos escolher se nos queremos entristecer com o que a vida nos oferece ou se nos queremos agarrar ao que de bom ela tem e estar felizes por isso.

Aquela história do copo meio vazio e meio cheio. Há quem tenha a capacidade de ver sempre o copo meio cheio. E também os há que tenham a capacidade de nunca olhar para a parte preenchida.

Tenho dias.

Tenho dias em que não me largam as tristezas e em que me questiono, quase de forma permanente, sobre todos os porquês que resultam nas coisas menos boas da minha vida.

Tenho dias em que escolho não pensar nas coisas menos boas e, em vez disso, me concentro em tudo o que de bom tenho. Agradeço e sigo em frente. E o que é mau? Não desaparece, está lá, faço pouco dele. Ou outras vezes nem o cotoco, não vá acordar e vir para me aborrecer.

Mas lá está, será que ser feliz é uma opção? Talvez. Depende da cabeça de cada um de nós. Há quem, contra tudo e contra todos escolha sorrir. Nunca vergar à tristeza. Falta-lhes o pão. O tecto. Às vezes o pior mal, a saúde. Sorriem na mesma.

Talvez para esses seja uma opção. Há quem o chame de inteligência emocional. Talvez seja. Mas e então as condicionantes da vida. A liberdade, o direito a ser criança, o respeito pelo corpo e pelo ser? Quem não tem estes pequenos detalhes tantas vezes esquecidos nas nossas comiserações à vida?

A verdade é que para alguns não há escolha, os infortúnios da vida são profundos demais para poder escolher.

Mas para a maioria de nós pode ser. Para os que têm uma vida trivial, mesmo que sempre igual, os que reclamam da chuva e do sol, da roupa larga e da roupa justa, do tempo que não têm para os filhos e depois do que passam com eles.

Será que aqui não há uma opção?

Mas e os estados de espirito? E se acordo de mau humor? E se a vida me arrasta?

Mas não arrasta todos os dias.

Ser feliz pode ser uma opção. Não a de me sentir feliz todos os dias. Mas a de procurar ser feliz todos os momentos.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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