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Em busca da felicidade

Este é um post pesado...uma imagem dura (que mudei, por ser dura demais)

(Mudei a foto. A imagem que pus ontem era pesada demais, até para mim. Não quero entrar no blog e ver aquela fotografia. Prefiro olhar para aquilo que devia ser.)

Quem me conhece bem sabe que se a vida me permitisse tinha uma casa com espaço para ter mais animais. Cães, gatos, coelhos, galinhas, porcos. De tudo. De preferência gostava de poder salvar aqueles que tiveram o azar de cair em mãos erradas, ou aqueles que já não têm as patas todas e por isso não "valem o mesmo". Os feios. Porque isto na vida ser bonito dá sempre jeito. Não há ninguém que não goste de coisas bonitas. Eu não sou excepção. Tenho é uma queda especial pelos "patinhos feios". Normalmente são mais bonitos por dentro.

Sabe quem me conheço que me vejo como uma hipócrita, que durante 5 anos não comeu um pedaço de carne e que depois acabou por ceder, por ser mais fácil. Porque também tem sabor, mas, se me derem um porco para eu matar e ficar com carne para o jantar, já sabe quem me conhece que ao fim de 2 horas o porco tem banho tomado e existem fortes probabilidades de tipo acabar com 2 laços cor de rosa enroscado numa manta. Nós dois a comer bolotas.

Um dia ainda deixo a carne. O peixe é mais difícil. Mas nunca se sabe.

Ver maus tratos a animais perturba-me. Saber de gente ruim que amarra, espanca, abandona, deixa-me enraivecida e com vontade e lhe bater com tanta força quanto batem a estas criaturas que mais não fazem do que viver as suas vidas descansadas.

Hoje vi esta foto. Postada por uma associação. Não ia escrever nada hoje. É 6ª feira, estou cansada e quero é andar um bocado com o miúdo a rebolar no chão e a fazer macacadas.

Não ia escrever nada mas tinha de escrever.

Que imagem cruel. Que imagem violenta.

Apaga-se o fogo. Resultado da negligencia estúpida de alguém. Resultado da crueldade de quem pôe foto em algo tão preciso como o nosso país. Apaga-se o fogo e a violência continua. O espelho cruel de terras devastadas. De animais consumidos pelas chamas.

Alguém tem de punir estes elementos. Sim elementos. Não são pessoas.

A pena tem de ser mais alta. Tem de ser mais forte. Depois ouço que um elemento suspeito de atear 30 incêndios aguarda julgamento em liberdade. Que é isto? Se fosse um pai a roubar uma sandes para um filho passada uma semana na cadeia.

Que estava desempregado. Que era alcoólico. Há alcoólicos por todo o país. É uma doença e deve ser respeitada. Mas não andam a atear fogos por todo o lado. Está desempregado? E então? Se alguém o atirar para dentro do fogo porque está empregado? Cada um fica transtornado à sua maneira. E só Deus sabe que há empregos de merda.

Somos um retangulozinho à beira mar plantado e temos, este verão, metade da área ardida da Europa. Só nós, em Portugal temos 50 % das terras ardidas da Europa. Dá que pensar, não?

Não haverá matas sujas em Espanha? Em França? 

Talvez. Agora, será a impunidade igual? Tenho duvidas.

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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