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Em busca da felicidade

Febre

Sair do trabalho a horas para ainda ir à acupunctura. Ir para a sessão com pouca vontade porque já sei que para estar num sitio vou chegar mais tarde a outro. A caminho apercebermo-nos que não temos dinheiro para o parquímetro e que tenho de ser "largada" à porta enquanto o Nuno se põe às voltas ao Marquês de pombal. 

Sair e ter o Nuno a dizer-me para estar tranquila, que não se passava nada demais mais que os pais lhe tinham acabado de ligar porque o campeão estava com febre.

Deram-lhe o Ben-u-ron e já estava mais baixa. Fazer o caminho para casa entretida a ver porcaria na internet para destrair a cabela que só se queria ver em casa.

Chegamos e até está bem disposto. Tinha dormido a sesta e acordado mole, por isso a avó foi ver a temperatura e estava mais alta do que seria de desejar. Isto dos dentes é tramado, depois a porra do tempo que não se decide, ora está calor de verão, ora está frio de Outono. Nós andamos todos cheios de maleitas e ficamos afetados com as mudanças, tomara uma coisa tão pequenina.

Chegamos a casa e janta, com calma, com paciência mas janta. Tenho a ideia que tenho ali um futuro um vegetariano em mãos, sopa tudo bem, fruta tudo bem, massa a mesma coisa, carne é que o tipo torce o nariz. Por isso o segundo prato vai ficando para segundas nupcias.

Agora viemos mudar a fralda e aconchegou-se a mim. Miminho, o seu coelho e deixou-se adormecer ao meu colo. Há meses que tal coisa não acontecia.

Vimos a febre e de novo 38º. Fico logo cheia de medos. Que sou uma mulher que anda sempre carregada deles e com o campeão tenho-os a dobrar.

Agora vim até aqui escrever o que me passa pela tola, a ver se me distraio e se dou pelo menos um quarto de hora até medir a febre outra vez.

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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