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Em busca da felicidade

Florence, uma diva fora do tom

 

 

Foi estreia há umas semanas no TV Cine. Gravei para ver durante as sestas do pequeno. São os nossos momentos de descanso.

Não há palavras para descrever a interpretação da Meryl Streep, quer dizer, para além de perfeita. Aliás, esta senhora detém a monotonia da perfeição, por mais que uma pessoa possa tentar encontrar um defeito está tramado, porque é sempre tudo tão, mas tão bem feito.

O Hugh Grant é o Hugh Grant, tenho a ideia que a papel dele é sempre desempenhar ele próprio mas com falas diferentes. Sempre charmoso, sempre engraçado, sempre carismático, mas o Hugh Grant em 1944.

O filme é baseado numa história verifica que apaixona. Florence é uma mulher da arte. Herdeira de uma fortuna, primeiro do pai e depois do primeiro marido, dedica a sua vida à musica. Sendo responsável por financiar projetos que de outra forma não veriam a luz do dia. A par de ser a benfeitora para os outros, que lhe demonstram respeito pelo afeto que têm ao seu dinheiro, procura o estrelado pelo seu amor à música. O seu sonho de ser cantora.

O segundo marido "trabalha" no sentido de conjugar todos os fatores para que, para Florence, haja sempre uma ovação apesar do desastre das suas capacidades vocais.

Vitima de uma doença transmitida pelo primeiro marido, vive sem saber se amanhã é novamente dia. Assim o seu mundo de excentricidades vive em torno das suas paixões: o marido, a música e a arte.

Um filme que nos faz pensar se o melhor ingrediente da vida não é a paixão, a alegria, o amor à vida. Ingredientes invisíveis que operam os maiores milagres.

 

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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