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Em busca da felicidade

Fui ao LIDL comprar batatas e depois fiquei com medo de um morto vivo

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Uma pessoa já tem uma existência por vezes marcada por problemas de várias ordens, porque raio há-de chegar a casa e no seu momento de descanso ver pessoas quase mortas a perseguir pessoas vivas?

Não percebo esta coisa do quase-morto. A pessoa está morta ou está vida. Vá, na pior das hipóteses é um fantasma e fala lá com o puto do 6º sentido. Isso já é mais coerente.

Primeiro houve a serie dos "walking dead", em português "mortos vivos". Depois, não satisfeitos com isso e fazendo questão de apontar o óbvio, criaram o “Fear the walking dead”, que em tuga nada mais é que “tenham medo dos mortos vivos”. Como se fosse preciso avisar que uma pessoa já não se borrasse toda de calhasse a dar de caras com um.

Eu proponho outra serie “Fui ao LIDL comprar batatas e depois fiquei com medo de um morto vivo”. Só para dar continuidade ao incremento do medo. Porque uma pessoa às vezes quando vai ao LIDL é uma coisa assustadora por si, com as filas, as bugigangas diversas, os pontos e os cromos. Sair vivo dessa expedição e ainda dar com um morto vivo. Agora a isso é que eu chamo terror!

Porque na verdade não percebo porque raio os mortos vivos são seres que eram pessoas e que decidiram vir para a face da terra já a meio da decomposição, sempre com as roupas rasgadas da traça e meio roxos. para além disso, fazendo jus à terminologis em inglês "walking dead" ou seja, mortos que andam, como é se a pessoa que morreu estivesse numa cadeira de rodas? Passa a andar? São questões logisticas que fazem sentido na minha cabeça.

Não seria possível o tipo dar conta que afinal não está na totalidade morto e dizer, épá, sendo assim ainda vou jantar a casa. E depois estar ali, todo contente com a família?

 

Porque raio há-se seguir pessoas, com os olhos todos esgrouviados?

Que raio!

 

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