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Em busca da felicidade

O dia em que aventurei na escrita criativa

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Já aqui disse muitas vezes que gosto de escrever. Escrever é a minha cena. Gosto de escrever de tudo um pouco. Desde estes posts para o blog. A histórias curtas para a rubrica que inventei. A histórias mais longas, tudo ficção. Gosto de escrever textos soltos que não têm explicação. Gosto de perceber o que consigo fazer com as palavras.

Até gosto de histórias infantis. Já escrevi algumas. Nunca editei nenhuma. Estão na gaveta. Talvez um dia lhes pegue.

Este ano fiz um like na página de Facebook do Pedro Chagas Freitas. Comecei a ler alguns textos que lá publica, excertos dos seus livros. Confesso que não tenho nenhum. Gosto do que escreve, ainda que nem sempre seja o que me apetece ler. Nem sempre me apetecem ler sentimentos e pensamentos. Às vezes só quero mesmo uma história romântica que acaba com duas pessoas apaixonadas. Tudo assim bem cor de rosa.

Acho que é o meu lado mais feminino. Esta minha coisa com as histórias românticas e os finais felizes. E o príncipe a salvar a princesa. Mesmo que não seja a cavalo.

Na página de facebook do Pedro Chagas Freitas anunciava um campeonato de escrita criativa. Dez semanas, dez textos, o tema indicado pelo júri. O vencedor ganhava a edição de um livro pela Editora Chiado.

Candidatei-me. Tenho histórias que quero escrever. Mas não tenho nenhuma concluída. De qualquer forma, ganhar a edição de um livro dar-me-ia aquela forcinha necessária para me sentar todos os dias e escrever uma história. Ou acabar uma das que tenho penduradas.

Paguei 35 € e recebi as instruções.

Todas as semanas um tema novo. Em torno de uma palavra, em torno de um poema, em torno de uma situação. Completar uma história depois de nos darem uma frase.

Incritos 125 candidatos. Cheguei ao 2º lugar. Estávamos a 2 semanas de terminar. Eu sempre nos calcanhares da outra participante.

Acabei no 4º lugar e fiquei contente.

Inscrevi-me acima de tudo porque gostava de saber qual a avaliação feita às coisas que escrevo. Queria perceber a minha capacidade de adaptação face ao escrever de forma criativa, livre, mas a pedido. A minha capacidade de criar algo com o que me estavam a dar e não com o que a minha cabeça queria (e sim aqui quero mesmo dizer queria, com o querer da minha cabeça).

Nas primeiras semanas nem me queria acreditar que não estava em último. E quando passei a estar 2 ou 3 semanas ali nos calcanhares do primeiro lugar, pensei tu queres ver Cátia Maria que ainda limpas isto?!

Não limpei, mas fiquei mais confiante na minha escrita.

Foi uma excelente experiência. E fiquei com mais uma catrefada de textos na gaveta, que por cada um que enviava escrevia uns três.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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