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Em busca da felicidade

O livro novo do Sócrates

Não gosto de política. Nem de ouvir, nem de falar dela. Contudo, é óbvio que não me passa ao lado a triste gestão que este individuo fez no meu país. Eu confesso ter vergonha de admitir que esta pessoa foi primeiro-ministro no meu querido Portugal.

Provadas ou não as acusações que lhe são feitas. Porque a justiça e as leis são feitas de favorecimentos (não me lixem, porque são). É a minha opinião, tenho direito a ela. Graças a Deus nasci depois do fim da ditadura, que de outra forma passava a vida presa ou tinha de me pôr a andar para outro país.

Ninguém explica a casa de Paris. Ninguém explica o dinheiro gasto em cursos no estrangeiro. Ninguém explica a vida de luxo, com o ordenado (ainda que simpático) de primeiro ministro.

De todas, submarinos e Freeports incluídos, a que mais me lixa é a da mãe que comprou um apartamento de quase meio milhão de euros a descontar menos de 250 €.

Mas lá está, se calhar sou eu que sou do contra e vejo maldade onde ela não existe. Vai-se a ver e o banco até deu à senhora melhores condições do que a mim, porventura por pertencer a família honesta e idónea. Já eu, com este ar duvidoso, tenho de pagar isto em menos de 40 anos e com um spreed nada simpático.

Pois diz que José Sócrates lançou um novo livro. À questão colocada pelos jornalistas de se teria sido o próprio a escrever o livro, optou por não responder. Falta saber se pagará, outra vez, segundo se noticiou (realço isto, falo com base em informações noticiosas, não vá querer vir atrás de mim e pôr-me em tribunal), a amigos para comprar livros aos milhares, de forma a ficar no top de vendas.

De qualquer modo, que José Socrates lance um, dois, três, mil livros. Não me choca. Se os escreve ou não. Não me interessa. Agora, haver uma fila de pessoas com o livro na mão. A aplaudir e à espera, ansiosos, de um autografo. Tenham dó de mim.

Estas pessoas, a ser reformadas, haviam de ficar com uma reforma de 200 €. O resto ia para pagar o buraco que o senhor lá deixou. Os que ainda trabalham, haviam de ficar com uma sobretaxa de 60 % para o mesmo fim.

A não ser que tenham sido pagos. E nesse caso estão desculpados, porque todos temos de ganhar a vida e às vezes engolir sapos para pagar as contas.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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