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Em busca da felicidade

O problema do flato

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Que é como quem diz, o problema do peido.

Sim pessoas, eu escrevi peido. Porque eu, a redatora incalavel deste antro de parvoeira fala das realidades. Dos temas que apoquentam de facto a sociedade. Rasgo com os estigmas e atravesso fronteiras que não existem.

Em resumo, como dizem os afamados filósofos da Casa dos Segredos (não interessa qual, todos dizem o mesmo), sou verdadeira. Sou eu mesma. Consigo esse magnifico feito se ser eu mesma. Tentei em tempos ser a Paris Hilton, mas voltei a ser eu mesma quando tentei comprar um colar de 20 mil euros e me barraram o visa.

Mas centremo-nos no tema em mãos. Coisa que provoca alguma urticária a uns e dores de barriga a outros. Principalmente aos que contra a vontade dos seus órgãos se contraem – para o bem da sociedade – após uma valente feijoada.

Em crianças, palavras como xixi, cócó, levavam-nos (ou pelo menos às pessoas que como eu nasceram, cresceram e foram criadas nas escolas da Margem Sul) a gargalhadas de lágrimas nos olhos.

Alguns evoluíram, outros não, como eu. E esses que, como eu, se mantém no mesmo registo cognitivo continuam a rir-se de coisas com teor similar. Evoluímos sim, já não nos rimos do xixi e do cócó, mas desfazemo-nos a rir sempre que palavras como: peido, bufa, cagado ou borrado, surgem na conversa.

E nesta conversa, pessoas minhas amigas digitais, falamos de flato, que está para o peido como o toxicodependente está para o drogado. Um refere-se ao que o intestino do rico produz, outro ao que o do pobre liberta. 

Informo desde já que sou pessoa com pós graduação em bufas. Não por emitir material capaz de aniquilar o inimigo, mas por ter sido júri durante anos, dos concursos levados a cabo em minha casa.

Sim, sou a mais nova de 4 irmãos. Eles todos rapazes. Eu rapariga. Quando me queixava de não fazer parte incluíam-me no júri.

Bastava estar na sala, senhores! Para avaliar o que aqueles intestinos eram capazes. E digo-nos, vinte e tal anos depois ainda não sei como é que os meus irmãos estão vivos. Houve dias em que temi pela saúde deles.

Isto é coisa para causar perturbação mental séria bem como deixar marcas para toda a vida. Assim como, quando estou cansada de uma tarefa pode ter o efeito motivador de me lembrar que a vida já teve momentos mais difíceis.

Mas falemos mais do flato. Porque raio o flato é uma coisa tão mal recebida. Pelo cheiro, é certo. Pelo som, cómico. Compreendo. Mas é natural ao corpo humano. Haverá gente desprovida de gás interior? Se sim, acho maravilhoso. Onde se acumulará. Será que têm um tubo de escape como os jipes que fazem mato, para quando entram dentro das grandes poças?

E é isto pessoas, seres magnânimos do meu baço (órgão que já vi na sequência de uma ecografia ao pâncreas, perguntei ao senhor que estava a fazer o exame se dava para ver os órgão ao lado, disse que sim e aproveitei para saber se esses estavam bons também, ahhhh, o que eu gosto de uma boa fotografia ao interior de mim), bufas, é o que vos trago hoje. Depois insistem em voltar e a maluca sou eu.

  

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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