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Em busca da felicidade

O que é que o stress me faz?

 

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Comer batatas fritas a todas as refeições.

Perder as estribeiras com as gomas.

Esquecer-me que devia beber água.

Sonhar com bolos e pão com fiambre carregado de manteiga.

Ter sede de Coca-Cola, um copo grande, cheio de gelo e com uma rodela de limão.

Achar que o chocolate é a minha salvação.

 

Isto para não falar que fico mais cansada. Que deixo de comer as coisas boas e fofas e lindas em detrimento de comida de plástico. Nem falemos que não corro faz uma semana e meia, porque chego a casa e só tenho vontade de me enfiar na cama a ler. Mas nos dias piores só me apetece mesmo é sentar-me à frente da televisão com o cérebro de uma couve e a babar como um caracol. Não vale a pena sequer analisar o tamanho da culpa que tenho depois de ir pela 10ª ao pacote de gomas, que trouxe para os colegas, mas que depois despacho só os deixando chegar a um cheirinho.

 

Dizem que o stress salvou a nossa espécie porque nos permitia estar alerta, lá bem longe no tempo dos homens das cavernas. Os Uga-Ugas que não tinham stress – logo, os gajos zen – não se preocupavam quando aparecia uma espécie de tigre para os papar e, trufas, mandíbula abaixo. Safaram-se os meus tetra avós stressados, resultando na existência do eu, hoje.

 

A pequena grande diferença é que na altura o stress dava para as pessoas correrem. Logo, faziam exercicio. Para além disso não havia máquinas com batatas fritas no emprego. E porquê? Porque não havia empregos. A malta caçava e depois estava ali de papo para o ar a descansar forte.

Hoje tudo nos stressa: o gajo no transito, o emprego, a senhora que nos tirou mal o café, as redes sociais, as conversas de elevador, as filas de supermercado, os transportes públicos, os atrasos, a falta de rede e a falta de dados móveis para atualizar o feed do Facebook. Enfim, quando até o acto de não fazer nada nos causa ansiedade, está tudo dito.

 

A mim o stress dá-me cabo da tola.

 

E vocês? Também são um bando de stressados ou falamos de pessoas do bem e zen e tudo e tudo?

Gostava de saber o vosso feedback, conhecer um pouco melhor as pessoas que visitam as minhas escrevinhanças.

 

 

 

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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