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Em busca da felicidade

O que eu gosto de histórias de amor....e de quem as partilha...

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Os meus dias são cheios, muito cheios. Entre a vida exigente de trabalho, a dedicação em ser a mãe mais presente que consigo para um filho que não vejo mais de 10 horas no dia, o meu esforço em meter este corpo no ginásio pelo menos 3 vezes por semana, ser filha de um pai que não vejo há três semanas mas com quem falo todos os dias, ser amiga de amigos a quem não ligo tantas vezes quantas gostaria, prima e irmã de gente boa para quem encontro um dia aqui e ali para trocar dois dedos de conversa e matar saudades. Entre todas estas coisas enfio nos meus dias alguns minutos para mim. Preciso do escape, da pausa no meu cérebro. Guardo uns preciosos minutos para escrever umas coisas, umas que ponho aqui, outras que ficam perdidas num word, que hoje não há textos em gavetas, há pastas perdidas num qualquer desktop, numa pen ou numa cloud.

Dentro dos parcos minutos que guardo para mim gosto de ler. Livros, blogs, reportagens. Os jornais infelizmente evito, a cada dia mais e mais. A desgraça que temos em torno entristece-me, deixa-me cheia de medo do dia de amanhã.

Dos espaços digitais tenho alguns de coração. Uns que visito todos os dias (ou quase) outros que a espaços vou tendo saudades, mas volto sempre. Outros que hoje procuro por conhecer. Depois aqueles que não procurei, que apareceram por acaso e que tenho pena de ter gasto tempo a pôr os olhos em cima.

Gosto de me rir. Gosto de sorrir. Gosto de peripécias e de histórias de amor. Aí as histórias de amor! (suspiro) Entre um homem e uma mulher. Entre uma mãe e os seus filhos. De uma pessoa pela vida. Histórias de amor que me encantam, tanto que me seduzem a voltar todos os dias.

O meu blog de eleição é sem duvida o “Dias de uma Princesa”. Já há alguns anos atrás, nem sonhava eu em criar um espaço para escrever. - Já escrevia mas tinha vergonha de assumir que gostava de o fazer, por isso escrevia no word as minhas histórias e guardava. Tenho muitas guardadas. Muitas inacabadas. – dei comigo num ranking de blogs. Queria saber afinal de contas o que é que havia de tão interessante. De repente - esta minha perdição pelas histórias encantadas – aparece uma “princesa”, eu entro e desde então acompanho sempre.

Quando estive em casa de licença, aproveitava o tempo livre que tinha para ler mais para trás as palavra escritas por esta princesa Catarina. Entretanto já li os livros, já fiz o like no facebook, já sigo no Instagram e até já subscrevi o canal do Youtube. Via o “Não faz sentido”, mas entretanto o meu filho cresceu o suficiente para me dizer “da, da” tirar o comando e pôr a televisão em vários canais ao mesmo tempo (eu quando gosto, gosto mesmo, e este não é o único caso, é apenas o que motiva este post).

Para mim, o que faz, o que tem conseguido é fantástico, tem qualidade, tem bom gosto.

 

Pois e este post tem o quê que ver com o titulo?

Tudo, porque estou a fazer caminho para aqui chegar.

 

Ontem deparei-me com um post de critica, mais não sei quantos comentários de pessoas anónimas que, na minha perspectiva, mais nada são do que pessoas frustradas que vivem escondidas atrás de um ecrã, não vivem e tem inveja de quem vive. Porque para contar alguma coisa é preciso viver. É preciso arriscar, para ter vida para contar.

Não concordam com a partilha das fotos. Com os vídeos. Mas quem são estas pessoas para concordar ou não? Foram partilhadas fotos suas? Porventura dos seus filhos? Foram comentadas ou chamadas a participar? Não?! Então é favor usar a cruzinha no canto superior direito e seguir em frente.

Todos gostamos de falar dos nossos filhos. Contar as suas peripécias. Pegar no telefone e mostrar a toda a gente como são lindos. Todos gostamos de mostrar as nossas fotografias de dias felizes esparramados na praia. Agora se só queremos fazer isso para meia dúzia de pessoas é um problema nosso. Façamos o que nos faz a nós felizes e preocupemo-nos menos com as decisões dos outros.

Estas criticas dão-me sempre a ideia de que por detrás de cada palavra está um mar de inveja, associada à falta de coragem de tentar fazer alguma coisa por si. E, por ser manifestamente faz fácil (e até ajudar a descarregar frustrações) lá se pisa em quem está feliz. Essa gente nojenta que se sente bem na sua pele e que está sempre de sorriso na boca.

É o que esta minha querida Catarina faz. Vive. Mostra o que, para ela, é preciso para ser feliz. E conta-nos. Conta de coração aberto. Abre as portas da sua casa e diz “moramos aqui, somos felizes assim”. Como uma amiga a quem nunca demos dois beijos, mas que parece já ser lá de casa.

Diz a Catarina que “a vida resolve-se sozinha” e a prova disso é a família que construiu. Seguiu, acreditou, e sem esperar encontrou em pleno o que nem sabia procurar.

Dá-me gosto visitar aquele espaço todos os dias. Dá-me gosto ver coisas bonitas. Que a vida tem coisas feias que cheguem para perdermos tempo com elas.

Por isso minha querida Catarina, continua como estás que estás muito bem. No que me toca a mim, cá estarei para ler, ver, comentar, rir e desejar-te de quando em vez “muitas felicidades”.

 

 

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