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Em busca da felicidade

Pensamentos positivos...dizem os entendidos que é a solução...

Não é novidade que a semana está a correr mal. Por isso é mesmo furar pelos dias à espera que venha o desejado fim de semana, tentar encontrar velhotas na passadeira para ajudar, a ver se dá pontos no karma, se a coisa se equilibra e se ajusta nos dias da semana que vem. Ontem lia num post do facebook que para acabar com os pensamentos negativos só temos de ter muitos pensamentos positivos, que assim estes começam a ficar por cima dos outros e só passa a haver pensamentos positivos na minha tola. Agora, para ter pensamentos positivos é preciso ter tempo para os pensar, tempo para parar, olhar o horizonte ou fechar os olhos - não vá o horizonte ser feio demais - e encontrar coisas positivas para pensar. Ter este tempo já é difícil, agora, quando o pouco que temos é para magicar o que vai ser o jantar, tentar lembrar daquele recado que íamos fazer ao supermercado a ver se não temos de fazer mais nenhuma piscina porque deixámos a lista em casa e não temos tudo na tola. Que quando estávamos a fazer a lista, confiantes de nós próprios que desta vez não ia falhar nada, o puto aparece com a jarra cara da avó na mão e diz olha mamã, vou patiri!. Largamo-nos atrás da cria, saltamos por cima dos bonecos a ver se para salvar a jarra da velha não partimos os dentes todos no chão e uuuuuaaaaaaaaauuuuuhhhh! salvamos a jarra. Saímos para comprar o que faz falta e a lista ficou em casa.

Foda-se! É a única expressão que ocorre quando chegamos ao supermercado e pomos a mão ao bolso. Disseste mamã? Nada filho, é estrangeiro!

E assim fechamos os olhos com força e tentamos parir, não é lembrar, é parir (às vezes a ferros) da nossa memória a porra do item que está em falta. Passamos pelas filas todas e não nos lembramos, entretanto compramos mais 3 ou 4 merdas que não fazem falta e umas bolachas para calar o puto que está farto daquilo desde que chegou, mas que se tiver o bucho entretido lá se vai aguentando.

E nisto, já desvirtuei a porra do texto todo, que eu vinha aqui falar de pensamentos positivos.

Pensam as, às vezes, 2 pessoas que lêem isto, esta gaja para quem busca a felicidade tá deprimida como a merda. Não, não estou deprimida, só que isto de ser feliz, ou às vezes de andar, por e simplesmente satisfeito com a vida tem muito que se lhe diga, não é propriamente a pessoa levantar-se um dia de manhã e ah e tal sinto-me tão alegre. Isso dá para ser mas com drogas, a seco a coisa é mais difícil. Para além disso é por isso mesmo que há a busca, se já a tivesse encontrado ou se tivesse a poção para manter essa porca bem presa a mim isto chamava-se "Já tenho a felicidade", ou "Aprende a ser feliz". Este ultimo teria de certeza muito mais leitores e muito mais procura, que andamos todos à procura do mesmo e os que acham que sabem ensinar montam negócios com isto. O problema é que ser feliz não uma coisa que se compra, é uma coisa que se sente, que se conquista, se formos agraciados com a sorte de a ir encontrando no nosso caminho.

Mas bom, em resumo hoje foi mais um dia mal cheiroso, vou-me deitar outra vez a dizer que amanhã me estou a cagar e tenho a certeza de que me vou levantar com o foda-se de sempre porque não tenho a capacidade de me borrifar. Lá está a outra costela idónea que a minha mãe cravejou em mim. Porque raio não me crias-te para ser trafulha, dondoca, má fé? Vivia muito mais descansada e vivia mais anos.

Enfim, agora vou ali enfiar a mona debaixo de água morna a ver se os pensamentos ficam mais moles e me deixam a tola descansar.

 

Só uma nota final, é que uma parte do que acabei de referir é ficcionado porque o meu filho apesar de profundamente inteligente é uma criança que ainda só anda de mão dada e só sabe duas expressões: âbãdâ (não sei bem o que significa) e "já tá!".

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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