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Em busca da felicidade

Porque raio deste um nome tão choninhas a isto?!

 

OK, admito. O nome do blogue é choninhas. E o motivo também. O que é coisa que pode causar alguma estranheza a quem me conhece, porque sabe que sou uma pessoa assim mais a atirar para o bruto, com trombas vincadas e uma faceta muito marcada de camionista quando conduzo. Não, não tenho a marca da t-shirt pelo meio do braço, mas digo muitas coisas que rimam com alho e ofendo de várias formas os demais condutores. Se tenho razão ou não pouco importa, o que interessa é que os outros estão a obstruir o meu caminho. Ponto.

Mas adiante. O nome do blogue.

Pode dizer-se que resultou de um profundo momento choninhas da minha parte. Que as hormonas ainda estavam a ajustar-se. Que isto de ter filhos mexe com a tola de uma pessoa e começamos a ficar muito mais melosas para tudo na vida.

Confesso que me apetecia escrever. Apetecia-me muito escrever. Tinha tido outro blogue, mas com aquilo tudo de querer ser a super mãe que voa e trepa paredes e mais não sei o quê, acabei por ter a certeza que não tinha tempo para isto e apaguei-o. Depois comecei a convencer-me que devia continuar a ser gente e começou a fazer falta ter onde apontar as minhas balelas.

Há milhares de blogues na blogosfera. Nos mais diferentes domínios e eu também não queria criar uma coisa que não fosse verdade. Pelo menos no momento em que o criei.

Passei por uns momentos bem complicados e percebi que o que me estava a fazer voltar à mó de cima é esta minha permanente necessidade de encontrar uma forma de me sentir feliz, mesmo quando a vida não me sorri. E olhem que já passei por um bocado. Mas não me fazia sentido, nunca fez e continua a não fazer. Andar por aqui para dizer mal da vida, para não ter prazer com nada, para não amar e ser amado.

Então lembrei-me, lembrei-me do filme "Em busca da felicidade”. Do tipo que bateu no fundo e que fez tudo, literalmente tudo, para encontrar a felicidade, a dele e a do filho, para o filho. Fazia sentido. Ainda faz. Quando me falta a vontade de me esforçar olho para ele, para o meu campeão e lembro-me que, se não tenho a coragem de o fazer por mim, tenho de o fazer por ele. Para que ele aprenda que ser feliz não é uma opção, mas procurar ser é. E somos nós que temos de buscar essa felicidade. Há quem tenha a sorte da tipa estar sempre a esbater consigo. Não é o meu caso e não sei se será o dele, por isso, quero que aprenda, que se há coisa importante nesta vida é nunca desistir de viver e viver é ser feliz.

 

Choninhas?! Definitivamente! Mas às vezes é tão bom ser lamechas….

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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