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Em busca da felicidade

Se andasse sempre toda esticadinha...também eu

 

 

 

Chateiam-me estes cartazes de publicidade a biquínis. Uma pessoa já sabe à cabeça que, mesmo que se esforce, quando experimentar o biquíni não vai ficar igual à menina da foto. Não só porque há um fosso gigante entre a minha composição genética e a dela, mas também porque eu já caminho para os trinta e tal e aquele lombo bem torneado ainda nem viu os vinte.

Agora, para juntar a isso, fazem as fotografias em sítios paradisíacos, todas bronzeadas, cheias de óleos e esticadinhas, esticanhinhas, em posições que dão cabo das costas a qualquer ser humano se mantidas mais de 5 minutos.

Ora, uma pessoa quando compra um biquíni é para ir para a praia, é para ir à água e quem sabe levar umas lambadas das ondas, é para sentar na toalha a ler um livro, é para agachar na areia a ajudar a criança a fazer um castelo. Se eu me puser, de costas arqueadas, uma mão na nuca, outra a ajeitar o cabelo, o rabo empinado para a esquerda e as pernas a fazer não sei o quê, o Nuno vai acabar por chamar o INEM. Alguma coisa me está a dar!

Por isso pergunto, porque não se fazem cartazes reais? De pessoas na praia a fazer o que as pessoas fazem na praia? Que não deixem de haver os outros. Também gosto de ver, gosto de me imaginar vestida com aquele biquíni e a fazer a mesma figuraça, ainda que depois apanhe uma desilusão ainda dentro do provador. Afinal de contas servem para motivar nos dias em que há menos vontade de malhar e coisas bonitas são sempre boas de ver.

Mas agora, toda esticadinha, assim também eu, não tinha banholita de lado, nem pneu. Com os interiores todos contidos, também eu! (ou mais ou menos)

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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