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Em busca da felicidade

Sobre aquilo do fim do mundo

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Há umas semanas dizia-me o Nuno que leu no jornal que uns cientistas ou lá o que é dizem que vem em direção ao planeta terra um planeta com três vezes o nosso tamanho. Diz que o bicho está lançado e vai embater connosco com toda a força, dizimando-nos.

Uns dias depois alguém foi encontrar uma profecia de um senhor lá para 1500 a dizer que no ano em que nevasse 3 dias seguidos numa determinada cidade italiana, o mundo ia acabar. Nevou três dias seguidos numa determinada cidade italiana.

Hoje de manhã enquanto tomava o pequeno almoço via as noticias da TVI. Ora diz que uma chamada para o saúde 24 custa uma média de 12 euros, o que é bom. Uma pessoa está a ter um AVC e para se safar é bom que tenha saldo no telemóvel. Depois aparece uma senhora que foi atacada por um cão e, na sequencia dos exames necessários descobre que tem uma bala alojada no torax.

Mas que raio…mas atão a mulher nunca deu conta que levou um tiro?

Ao que parece há mais de 24 anos o ex companheiro da senhora deu-lhe dois ou três tiros de caçadeira. Os outros saíram e a senhora pôs um penso. Esta, calhou a nunca incomodar a senhora.

Ainda não eram 7 da manhã e eu pensei. O planetão bully já não vem acabar com nada.

Não há nada para dar cabo.

Alguém tem de lhe ligar a avisar que não vem pá’qui fazer nada, porque isto de fazer um bully perder tempo é coisa para o deixar ainda mais furioso.

É coisa para me fazer lembrar daquela senhora amiga da minha avó Gertrudes que quando foi assaltada não avisou os meliantes de que os brincos eram de pechisbeque. Danados, depois de terem levado uma nega na loja de penhor, os tipos fizeram-lhe uma espera e deram-lhe umas lambadas porque os brincos não eram de ouro.

 

(e sim, esta história é verdadeira, a da amiga da minha avó)

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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