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Em busca da felicidade

Luísa Alexandra

Nesta espécie de dias sem trabalho a que tenho chamado de férias meti na minha cabeça que seria uma grande ideia comprar uma máquina de limpeza a vapor, daquelas que aspiram e limpam e fazem essas coisas todas.

Vi os vídeos da marca mas queria uma opinião mais pessoal, por isso procurei na internet reviews sobre o eletrodoméstico. 

Foi quando dei com este blog. Tem o nome da autora e é um blog de receitas e dicas para casa. Está muito bem conseguido e serve um propósito efetivo.

Fiquei viciada e já aprendi a lavar janelas com um eletrodoméstico que não tenho, a limpar a máquina de lavar roupa (que é uma coisa que tenho mesmo de fazer, até tinha comprado o detergente na semana passada), entre outras coisas.

Enfim, estou viciada na Luísa Alexandra.

É o tipo de blog que eu gostava de ter, que eu gostava de ter disciplina e imaginação para ter. Criar alguma coisa que seja efetivamente útil para alguém. 

Experimentem a dar uma vista de olhos, de certeza que lá vão encontrar alguma coisa útil. Têm o blog e os vides no Youtube.

 

Eu por outras bandas # 2

Há uns meses atrás a Carolina do blog Gesto, Olhar e Sorriso convidou-me para participar numa rubrica que se chama "Completas-me". Nesta rubrica o autor do blog convidado escreve o principio de uma história que deve ser completada pela Carolina.

Aceitei de imediato o convite e hoje podem ver o resultado aqui.

Espero que gostem.

Eu famosa, a dar entrevistas e tudo

Diz que apesar de tola e, pelo que vimos ontem, pobremente instruída, lá vão querendo falar comigo. Até quando me desunho em palavras.

Se na terça feira estive num sitio, hoje estou noutro. Viajada eu!

Pois que fui convidada pelas Mães mais que (im)perfeitas para falar desta coisa da maternidade e do que ela é para mim. Podem ler aqui.

Passem por lá, que é bem fixe, e já agora é dar uma vista de olhos nos blogs pessoais destas meninas que têm jeitinho para a coisa.

 

I am Isabel Silva

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Não nos conhecemos mas passamos uma pela outra várias vezes, afinal de contas frequentamos o mesmo ginásio. Sim, porque não posso dizer que ambas treinamos no mesmo ginásio, considerando que não posso comparar o que vou para lá fazer com os treinos da Isabel.

Parece ser tão boa onda na dita “vida real” do dia-a-dia, quando mostra ser na TV. Tem um corpo de fazer inveja e de uma pessoa chegar a um ponto em que se roi toda. E é tão bonita sem maquilhagem nenhuma como é na TV ao final do dia.

Sigo a Isabel no Instagram, e ainda bem, porque tiro de lá algumas dicas de comida e de treino (só as coisas por mim exequíveis, as outras ficam para fazer nos sonhos).

Esta semana a Isabel lançou o seu blog, já visitei e está bem giro. Simples, direto, positivo, boa onda.

Não li tudo. Mas li alguns textos e gostei bastante.

Parece que tenho mais uma coisita para adicionar às minhas leituras recorrentes.

O link fica aqui para quem ainda não visitou.

 

 

Este (estranho) sentido de conhecer

O que é feito do tradicional sentido de amizade? Aquela que nascia na rua depois de jogar às escondidas. Aquela que nascia na primeira carteira da escola. Aquela que nasce no primeiro dia de faculdade. Aquela que nasce no primeiro dia de emprego. Aquela que nasce quando decidimos encontrar aquele hobbie que nos vai mudar e encontramos aquela outra pessoa que gosta quase tanto de tricot quanto nós. Aquela que nasce depois de uma batida de carro que serviu apenas para os astros colocarem uma pessoa no caminho da outra.

O que é feito do sentido de amizade onde olhar nos olhos de alguém era critério fundamental para o chamar de amigo?

O que é feito?

Amigos no facebook, amigos do facebook, amigos no instagram, amigos do instagram, amigos nos blogs, amigos dos blogs.

Não tenho.

Não tenho amigos nas redes sociais e muito menos amigos das redes sociais.

Tenho sim, pessoas que me são queridas, a quem chamo de amigas porque lhes conheço o olhar, porque lhes beijei o rosto, porque as abracei. Porque lhes conheço as fragilidades ou porque têm nas veias o mesmo sangue que eu. Algumas destas têm, tal como eu, uma conta aberta numa ou mais redes sociais, e partilhamos peripécias por lá. Permitem-nos pequenos momentos em que parecemos estar mais perto.

Encurtam distâncias.

Não tenho amigos do facebook, nem amigos do instagram, nem amigos dos blogs.

Acho graça às redes sociais, muito em especial aos blogs. Acho que sei das pessoas que leio aquilo que me querem contar, mas não somos amigos. Conto às pessoas o que entendo que me apetece reduzir a escrito e contar ao mundo, não somos amigos.

Cria-se um estranho sentido de conhecer. Porque se contam histórias, sentimentos, peripécias. Porque se dão opiniões. Porque se conversa nos comentários. Porque se deixam likes e corações.

Não somos amigos por isso.

Quem sabe meros conhecidos.

O que não quer dizer que em alguns casos não acabe por resultar numa amizade. Mas não assim, por trocas de meia duzia de palavras e dois emojis.

Não conto nada que não queira contar ao mundo. Não conto nada que não contaria à senhora Hilda da paragem em Entrecampos quando espera pelo 166 e a Carris está em greve.

Amigos são aqueles com quem conto nos momentos difíceis. Aqueles com quem partilho as minhas tristezas, as minhas angustias. Não os desamigo.

No facebook desamigo. Se me fartar desamigo. Porque pôr likes numa fotografia não alimenta uma amizade. São piscos num ecrã de computador. Apenas isso. Não desamigo da minha vida os meus irmãos, por mais parvos que possam ser para mim. Porque não os desamigo da minha vida. Fazem-me falta porque fazem parte do que sou.

No facebook desamigo. Já desamiguei. Não os meus irmãos mas outras pessoas. Fartei-me da pessoa, fartei-me das parvoeiras, fartei-me de lhe pôr piscos nas fotografias e quando percebi que nem Bom dia me dizia, pensei “então não faz sentido”.

Não entendo essa coisa de ser amigo do facebook. Tenho pessoas que estão lá no meu facebook que são colegas de trabalho, alguns já passaram por mim mais do que uma vez e nem me disseram bom dia. Acho que não é por mal, é só porque nem sabem bem quem sou. Conhecem-me o nome. Pediram para ser meus amigos, aceitei.

Que mal tem, afinal são só piscos num ecrã?! Se me fartar desamigo.

O mesmo acontece com o instagram.

O mesmo acontece com os blogs. Se me canso da pessoa, se me canso do conteúdo do que escreve, se sei que não tenho interesse em ler o que escreve, deixo de seguir. Já aconteceu mais do que uma vez. Para mim um blog não é diferente de uma qualquer revista online, levada a cabo por uma pessoa (normalmente só uma, ou mais comummente só uma), quando tenho interesse em ler leio, quando perco o interesse não faz sentido manter a subscrição.

Não há amizade. Há textos escritos. Uns que comento, se assim entender, outros que leio porque ler me ocupa o tempo, me relaxa a mente. Me distrai quando antes fumava um cigarro.

Não há amizade. Há, na melhor das hipóteses, uma troca de ideias. A mesma que se leva a cabo com o senhor que está à frente na cafetaria de todos os dias.

Mas há quem volte e comente sempre e leia sempre e tudo e tudo.

Pois há.

E gera-se assim um estranho sentido de conhecer. Uma proximidade que não existe. Porque no fim, no fundo, existem histórias contadas, analepses e prolepses de uma vida. Porque no fundo cada um conta o que quer contar. Dá a sua opinião.

Mas pode haver amizade!!! Podem dizer-me.

Claro que sim. Mas não na mera troca de textos. Para mim, não na mera troca de textos. Porque na amizade, lá está, falta o olhar, falta o beijo no rosto, falta o ombro, falta o abraço. Falta o conhecer de facto. Conhecer de verdade.

Falta o fazer falta.

Porque um amigo faz sempre falta.

Podemos passar anos sem ver um amigo, mas de quando em vez lembramo-nos dele.

Porque é das vivencias que se fazem as amizades. Dos momentos passados, das gargalhadas partilhadas, das angustias amparadas, das lágrimas limpas. Porque nos lembramos do dia em que fomos jantar todos e um bebeu demais e depois disse estas e aquelas baboseiras e todos nos rimos. Ninguém lembra uma amizade “daquele dia em que puseste um like no meu vestido azul” nem daquele dia “em que comentaste aquele texto tão bem escrito que publiquei”.

Cria-se este estranho sentido de conhecer.

Mas só conhecemos as palavras escritas. As que quem escreve quer deixar. Só conhecemos os momentos sorridentes, que a pessoa quer partilhar.

Amizade é muito mais do que isso.

É um verdadeiro sentido de conhecer.

 

TAG 2 - The Christmas Tag

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Ora pois que chegamos então à segunda tag do dia. Para esta fui convidada pela Filipa Bae para responder.

Tal como para a anterior digo desde já que não tive muito tempo. Mas tentei fazer qualquer coisa.

Aqui vai.

 

1. Qual a tua comida ou doce de Natal preferido?

Pois…não gosto de doces de natal. Gostava de umas filhoses de abobora que a minha avó fazia, mas diz que desde que essas deixaram de existir não tenho doces de natal que goste. Mas se tivesse mesmo, mesmo de escolher um acho que seriam as filhoses.

 

2. Qual é a tua música de Natal preferida?

“All I want for Christmas is you” da Mariah Carey. Piroso, piroso…

 

3. Quais são as tuas cores de Natal preferidas?

Vermelho e dourado.

 

4. Preferes ficar de pijama, ou arranjares-te no dia e véspera de Natal?

Depende do conceito de arranjar. Normalmente gosto de estar confortável. Depende do tempo e da disposição. Mas normalmente não me arranjo muito. De qualquer forma, a ver se este ano é ligeiramente diferente.

 

5. Costumas abrir as prendas de Natal na véspera ou só no dia?

Na noite de natal. Normalmente não esperamos pela meia noite porque é muito pesado para os miúdos.

 

6. Se só pudesses oferecer prendas a uma única pessoa este Natal, a quem seria?

Essa é fácil. Ao meu filho.

 

7. O que mais gostas de fazer nas férias de Natal?

Bom eu não tenho propriamente férias de natal. Mas nos dias de feriado ou algum dia extra que tenha gosto de passear. Desde que não chova, gosto de passear.

 

8. Já alguma vez construíste um boneco de neve?

Tentei, da única vez que fui à Serra da Estrela…não ficou a parecer um monstro da neve.

 

9. Qual o teu filme de Natal preferido?

O Sozinho em casa 1. Faz parte da minha infância.

 

10. Do que gostas mais, da véspera de Natal, ou do dia de Natal?

Não dá para escolher porque gosto de ambos por motivos diferentes. Da noite de natal por toda a envolvência. Porque é um jantar de família. Porque apela mais ao sentimento. Do dia porque é mais um dia para passear, porque estamos com mais família.

 

11. O que é para ti o Natal?

Para mim o Natal é família.

 

E é isto.

 

TAG 1 - Alimentação (desafio)

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Ora pois que o João me desafiou para escrever sobre as minhas comezainas e eu, moça que quando pode gosta de responder a um desafio, cá venho tratar de responder a estas perguntinhas simpáticas. (ou quase todas simpáticas que a 6 não é lá muito carinhosa….)

(se tivesse mais tempo - mas estamos em Dezembro - era menina para escrever um texto de introdução mais composto, mas como o tempo é escasso, faz-se o que se pode)

Assim, cá vai disto:

 

1. O que costumas comer no dia-a-dia?

Bom, como de tudo um pouco. Ainda que evite as carnes vermelhas e os doces. Ultimamente deixei de lado os lacticínios e dei-me bem com essa opção. Os produtos com base em farinhas muito processadas também evito tentando consumir produtos com menos glúten ou sem glúten.

 

2. Preferes doce ou salgado?

Doce, sem dúvida nenhuma. Por isso é que me foi mais difícil controlar a ingestão de glúten, ainda que hoje já existam muitas e boas alternativas para os gulosos como eu.

 

3. E quanto a dieta, preocupas-te com isso ou comes sem pensar no amanhã?

Não gosto da palavra dieta. Faz-me pensar em alto muito restritivo e castrador. Acho que o mais importante é comermos a pensar no nosso bem estar e na nossa saúde. Por isso penso no que como, ainda que sem fundamentalismos e sem exageros.

 

4. Qual é a tua comida e sobremesa favorita?

Há muitas coisas de que gosto e acho que às vezes tenho fases. Contudo há duas coisas que me apetece comer sempre: panquecas e American Apple pie.

 

5. O que é que odeias comer, mas comes porque precisas?

Tal como qualquer criança…bróculos. Mas atenção, não odeio. Só não gosto. Coisas que não suporto não como mesmo.

 

6. Quanto pesas? Querias pesar mais ou menos? Estás satisfeito com o teu peso? 

Bom, a uma senhora não se pergunta o peso…nem a idade…mas bom cá vai disto. Neste momento peso 57 kg e gostava de pesar menos. De qualquer forma, considerando que fui mãe há pouco mais de um ano e que tinha engordado 20 kg, até estou bastante satisfeita comigo.

 

7. Qual a fruta favorita?

Esta é difícil. Gosto de praticamente todas as frutas. Mas diria frutos vermelhos no geral. Mirtilos, framboesas e amoras.

 

8. Comes ou gostas de verduras e legumes?

Como e gosto bastante.

 

9. Quantas refeições fazes diariamente?

Ora bem, tive de parar para contar. Porque mais do que ter em mente quantas refeições faço, tendo ter em conta que não faz bem estar muitas horas sem comer. De qualquer forma, em média faço 5 a 6 refeições por dia.

 

10. O que  gostarias de comer, mas o teu consciente não permite?

Bolachas, muitas bolachas. Só bolachas. Bolachas de tudo. Quando era miúda não achava graça nenhuma à Rua Sésamo, com exceção do monstro das bolachas, sempre o achei parecido comigo, bruto, resmungão e sempre a devorar bolachas.

 

E é isto.

 

 

Hello...

...is it me your looking for

Please say yes, December

Cause November is a bitch and i'm tired of it

 

Pois diz que não gosto de começar meses novos com pendurezas, pelo que, para rematar o tema iniciado aqui, e porque quem até aqui vem com gosto pode pensar "é pá esta bacana é afinada da mola, um dia não escreve mais e odespois já está bem e nem dá cavaco", venho a modos que para clarificar e arrumar temas.

Por isso, cá vai prosa.

Gosto de acreditar que as coisas quando acontecem, acontecem por um motivo. Nada de divino ao barulho (até porque depois do futebol e da política só me faltava mesmo falar de religião, Deus-ma-livre). Apenas a vida a dizer-me que se calhar tenho de parar para pensar. Que tenho de avaliar o que estou a fazer. Que tenho de olhar para perceber se estou a seguir um caminho que é o meu ou se estou a derrapar do que é verdadeiro no meu ser (sei que é uma frase tipo Gustavo Santos, mas hoje tinha de ser).

Quero acreditar que esta semana que passou aconteceu algo dessa natureza. Talvez me estivesse a afastar, não na escrita mas na gestão, no que quero para este espaço. O que acabou por levar alguns a entender que me ensinavam o que não pedi para aprender. Noutra altura da minha vida receberiam um “ide cagar que aqui digo o que me apetece” e seguia em frente.

Lá está. Hoje somos bons mas amanhã estamos esquecidos. Ou passamos a trampa. A verdade é que num post em que digo que me vou afastar aparecem 3 pessoas a dizer para não o fazer. Entendo assim muito bem o numero de leitores que tenho. Antes poucos mas bons. Dia e meio depois ainda me perguntam “já!?”, que enfado este meu regresso.

Dá sempre um tudo nada a ideia de que “é pá se te calhas a calar por 3 ou 4 meses era coisa para ser simpática”.

O que me leva a uma velha lição que minha mãezinha, sábia que era, me ensinou “se não tens nada de bom a acrescentar, pshiu cala-te!”.

Por isso mais vale seguirmos o caminho que nos deixa felizes. Dizermos o que nos vai na alma, o que a nossa cabeça pede para contar e os dedos têm vontade para escrever.

Criei este espaço para mim. Depois deixei que passasse a ser meu e de quem o lê, a partir do momento em que passei a ter em conta quem lê e não só as palavras que aqui quero deixar. Errado. Tenho de escrever o que eu quero, como quero, quando quero. Se agradar, agradou. Se não agradar, temos pena! Também ninguém me paga.

Detesto coisas pequenas, pequenezes. O gostar de tudo, o ler porque também leem, o comentar sem ter nada para acrescentar, o comentar para criticar, o comentar para corrigir (seja a verdade dos outros ou a gramática), o comentar anónimo. Ninguém é perfeito, se quem corrige fosse antes reler o que escreve, vaissaver e até tinha mais com que se entreter. Mas lá está, quem sai do seu espaço para corrigir os outros, por norma é gente que nunca erra e raramente se engana (com’ó outro).

Aprendi que nem sempre temos de responder ao que os outros nos dizem, quando os outros não percebem quando estão a falar demais. Mais vale não alimentar e entregar o silêncio de que precisam.

Têm uma opinião diferente?! Favor usar o espaço que criaram, aquele pelo qual raras vezes dão a cara e / ou o nome e escrever até lhes doerem os dedos.

 

Por isso, e apesar do espanto, passou-me o amuo, mas ficou a lição. A lição de não sair da linha que gosto de me conduzir.

Mas amuaste por um dia? Parece que sim. É a celeridade dos tempos. Tal como os comboios já não andam a carvão, espera-se que os cérebros também não. E o meu lá passa um dia a ponderar nas coisas. Como não estamos propriamente a falar de rocket science nem andei a ponderar se vendia um rim no mercado negro, diz que um dia deu para o gasto. Podiam ter sido dois, três ou até um mês. 

Enfim, sempre fui uma pessoa mais assim pró fechada e até mesmo trombuda. Andava esquecida do porquê. Lembrei-me.

É porque isto de encontrar a felicidade não está propriamente atrás do sorriso permanente, está mais na verdade que temos em nós, na confiança naquilo que somos, no conforto que sentimos na nossa pele. Mesmo que sejamos uma espécie de camionista trombuda como eu. (até ao camionista parecia o Gustavo outra vez, depois esbardalhei o camião).

 

De qualquer modo e passando à frente que este tema já me cheira mal. Para quem gosta de aqui vir seja bem vindo como sempre foi. Não me parece que um devaneio, uma chatice ou um amuo, passado em espaço próprio cause qualquer constrangimento. Quem não tem nada de bom para dizer siga à sua vida. Não visite, ou visite mais fique calado. Sempre vale o clique.

 

No que toca a comentários e respostas, estarei cá para responder a comentários sobre o tema em mãos, mas sem a tonteira do toma-lá-um-sapinho-com-beijos-não-agora-eu-é-que-mando-um-ramo-de-flores-mas-tu-agora-mandas-um-sapo-com-corações-e-eu-vou-espetar-te-com-um-coração-grande e por aí em diante. Comentários que não são comentários. São coisas que mais me fazem parecer que é só para contar mais um a ver se aparecemos nos blogs mais comentados do dia ou uma especie de substituto facebookiano para quem é demasiado pseudo-intelectual para mandar emojis pelo Facebook, é qu'isto blogs é para quem sabe escrever, ou então não. Porque responder a um comentário escrito com um coração ou um sapo a rir ou coisa que o valha, ainda se aceita, agora andar a atirar bonecos para lá e para cá…não há pachorra!

 

E agora fica aqui uma musiquinha porreiraça, que nada tem que ver com o natal, mas é o meu olá ao mês de dezembro, mais aos pinheiros e às bolas coloridas. Ao pai natal e às renas, com especial atenção ao Rodolfo que é bicho que é diferente, com seu nariz vermelho e por isso meu favorito.

Venha de lá esse ultimo mês do ano, a ver se se despacha 2016 que já estou bem farta dele.

 

 

Valha-me Nossa Senhora! Que terei feito eu?!

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Pois que tenho estado sossegadita num simpático 12º lugar da minha categoria (Pessoal), ali sempre a ver se me passo para o top 10, em busca daquele destaque que me granjeie mais uns cliques para me passar para esse Olimpo dos 10 primeiros. 

Depois hoje, logo pela manhã, vou ver como andam as coisas para o meu lado e toma lá bolachas, que desci para o 18º da minha categoria e ainda por cima estou quase, quase a cair nos duzentos do ranking geral. Qual abismo!

Parece que a malta já não quer saber de mim como um dia. 

Porventura finalmente terão caído em si e finalmente perceberam que não vale a pena perder tempo de vida neste antro de parvoeira.

 

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