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Em busca da felicidade

Conversas de balneário a que só eu assisto - V

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Mais uma vez encontro o duo de sempre. Não tenho a certeza se vão para o ginásio treinar, se fazer fisioterapia, se procurar o que falar mal de alguém. Como o cabeleireiro é semanal vão ao ginásio que faz sentido todos os dias.

- Ora vê lá, pintar o cabelo, se isto faz algum sentido. - diz uma quase a gritar. Irritadissima a senhora!

- Então tens de falar com ela (a filha) e não comigo. Diz-lhe o que pensas. - diz a mais sensata.

- Que Deus me perdoe mas havia de lhe cair o cabelo todo para aprender que não faz sentido nenhum deixar a miúda pintar o cabelo com aquela idade.

- Que idade é que ela tem?

- 13 anos, já viste!? Onde é que já se viu deixar uma miúda de 13 anos pintar o cabelo. O mal que lhe faz. Está a crescer, até ao cérebro aquilo lhe faz mal.

Quê?! Penso eu. Afasto-me. Está mesmo em cima do meu cacifo e quero é ver-me longe dali.

- E agora como é? Primeiro pinta o cabelo, depois são os piercings - no umbigo, na cara, depois no pipi, nos mamilos, aí meu Deus! A seguir as tatuagens! E depois, depois as drogas! É sempre assim!

What the Fuck!!!!!! Penso eu.

Despacha-te Cátia que isto não é espaço para ti.

 

Lá há pachorra para tanta parvoíce senhores!? Tenham dó!

Conversas de balneário a que só eu assisto - IV

(imagem retirada da net)

cusca.png

 

(ahhh como eu já tinha saudades. semana e meia com a gastro subtraiu-me tanta coisa, barriga, um ou dois quilos e estas pérolas)

 

Entra o elemento A no balneário depois de uma aula.

- Então não-se-das-quantas-nem-interessa? Suou muito?

- Suei, Suei.

- Aí, isso que você faz são aulas de quê?

- Body attack.

- Body quê?

- Attack. Attack.

(continua aos cucos e a outra cansa-se)

- ATAQUE.

- Aí ataque. A-TA-QUE. Pois que deva apanhar muito coitadinha.

 

Digam lá se não é um regalo?

 

Conversas de balneário a que só eu assisto - II

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O que vale é que me deram anestesia com um “cheirinho”. Eu peço sempre. É que tenho medo.

 

Hoje voltei a encontrar estas duas encomendas.

Os temas variaram entre cirurgias, medo de acordar das cirurgias, varizes (internas e externas) e anestesias com “cheirinho”, seja lá o que isso for. A única coisa com “cheirinho” que conheço é o café. Que o que o Augustinho pede sempre que vamos almoçar fora.

Oh, amigo, o café é com “cheirinho”. De maneira a que o senhor não se esqueça de por um nadita de whiskey no café.

 

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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