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Em busca da felicidade

Uns dias de férias

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Aproveitámos a passada semana, repleta de feriados que são mais ou menos a melhor coisa que pode existir à face da terra, logo a seguir aos filhos, à saúdinha e ao dinheiro, para ir passar um dias num sitio chato com piscina e praia mesmo ali à mão de semear, certos que pequeno sôtor amaria o espaço. Pois que sôtor meu filho passou os parcos dias de descanso a pedir para ir ao LIDL, que, ao que deu a entender, é a melhor coisinha a fazer depois de uma pessoa se levantar. Para meu rico filho é levantar, beber um copázio de leite morno, vestir qualquer coisa e ir comprar um chupa ao LIDL mais próximo.

Respondeu várias vezes à pergunta "queres ir à piscina?" com um "não! LIDL", sendo depois convencido (com o apoio de toda a sua parafernália) de que ir para a piscina até era uma coisa agradável.

Findos estes dias e dando-lhe o Domingo para ponderar e avaliar os dias passados decidi fazer uma espécie de uma entrevista a sôtor meu rico filho para saber o seu nível de satisfação e, digamos que, uma avaliação global dos dias que, infelizmente, já fazem parte do passado.

Passo assim a transcrever o momento.

 

Eu - Então meu rico filho, queira dizer a sua mãe como foram estes dias?

Filho - (silêncio, está a borrifar-se para a conversa).

Eu - Gostaste de ter ido passear?

Filho - Não!

Eu - Porquê?

Filho - Nãooooo! (com enfado porque uma pessoa não tem nada de justificar porque raio não gosta de uma coisa)

Eu - Então, mas diz à mãe, nestes dias foste à...

Filho - ...páia*.

Eu - Brincaste muito na...

Filho - ...aieia**.

Eu - Compraste todos os dias um...

Filho - ...fufá***.

Eu - E deste valentes mergulhos na...

Filho - ...picha****.

Eu -

 

Ah, senhor doutor meu rico filho, coisa mais linda de sua mãe.

E é isto. Dá para perceber que foram boas não dá?

 

*Praia. (ainda não consegue dizer bem a palavra, mas esforça-se)

**Areia. (a melhor coisa que a praia tem na sua opinião)

***Chupa-chupa. (o que pede todo o dia e a toda a hora)

****Piscina. (Juro que temos insistido com a palavra certa e tal profanação jamais lhe foi ensinada, contudo a lingua portuguesa é lixada e o miudo abreviou a coisa).

 

O melhor super alimento de todos os tempos

Preguiça.jpg

 

Percorro os corredores dos supermercados e encontro alimentos e superalimentos capazes de fazer milagres pelo nosso bem estar. O Reishi que é o cogumelo da eternidade, faz maravilhas. A maca que nos ajuda com o controlo hormonal. A Lucuma, repleta de vitaminas.

Os frutos vermelhos que são anti-oxidantes, a fruta da época, adequada ao que o corpo precisa a cada estação. A laranja repleta de vitamina C.

Depois temos o exercício. A corrida que nos dá felicidade e ajuda a descansar a mente quase tanto quanto estamos a dormir. Os treinos funcionais que tornam os músculos mais firmes, os corpos mais torneados e evitam as lesões.

A panóplia de coisas boas transforma-se numa lista sem fim.

Depois estamos uma semana de férias esparramados ao sol, sem obrigações, sem responsabilidades, sem stress. Cumprimos com as horas de sono que o corpo precisa e percebemos que o melhor super alimento do mundo é o descanso.

 

O tempo tem mais quartos que a lua

Passa mais devagar quando estamos em casa. Todos. Numa tentativa forçada de abrandar o ritmo. Forçada pela virose, que nos apanhou a todos e nos tem mantido de pijama em casa. Uma forma de o destino fazer ironia atendendo ao meu pedido constante de andar de pijama polar todo o Inverno.

O tempo passa mais devagar, lento, não nos apercebemos nas horas a passar, mas não corremos atrás dos ponteiros. Deixamo-nos estar. Afinal de contas estamos todos abraçados, pernas e braços envoltos num abraço de família que inclui patas de cães e um sofá totalmente preenchido. Não é preciso correr se já estamos onde queríamos chegar.

É de uma rapidez que ninguém dá conta. Lá para sexta-feira já me devo queixar que passou muito depressa.

Demais como sempre.

O tempo tem mais quartos que a lua. Mas para já, neste preciso momento o tempo está no tempo certo. 

Feriado a meio da semana ou menos horas de trabalho

(imagem retirada da net)

 

Esta história de ter um feriado numa quarta feira, ou seja, mesmo no meio da semana deixou-me a pensar. Se fosse possível escolher o que seria melhor:

a) ter um dia de descanso a meio da semana;

b) ter um fim de semana de 3 dias;

c) ter um horário de trabalho diário de 6 horas.

 

Confesso que se me dessem a escolher ficava com a a) ou a c). Em Espanha (segundo me contaram, eu nunca vivi em Espanha) os feriados, quando são a meio da semana, são gozados à 6ª feira proporcionando assim às pessoas um fim de semana longo de 3 dias. O que eu acho uma grande ideia.

Não me interpretem mal, um feriado é sempre um feriado e qualquer dia que sirva para estar de papo para o ar para mim está bom. Mas confesso que é sempre um bocado esquisito esta coisa de ter um dia de folga a meio da semana. Corta o ritmo, é como se tivéssemos duas segundas. 

Por isso o ideal seria mesmo acumular a opção b) com a c). Isso era o céu. Se não desse, uma dessas. Termos semanas de 4 dias e fins de semana de três. Assim talvez de descansasse seriamente um dos dias. Por, vamos lá falar a sério, o sábado é sempre a ressaca da semana e o Domingo a ansiedade de nos prepararmos para mais uma semana de trabalho.

Por outro lado um horário mais curto permitia-me estar mais um pedacinho de tempo todos os dias com o meu filho. Fazer algumas coisas que gosto sem pressão, sem relógio e com menos pressa.

Enfim!

Devaneios de uma maluca que está ressacada das férias e que depois de um feriado sonha com mais dias de liberdade!

 

As tarefas das férias

 (imagem retirada da net)

 

Quando bate no relógio o ultimo minuto de trabalho antes de duas semanas que devem ser de pleno descanso e papo para o ar, pensamos nas coisas que devíamos fazer, mas depois dizemos a nós mesmo "ah, que se fodam as tarefas" e acreditamos por breves instantes (ou até acordarmos no dia seguinte) que a única coisa que verdadeiramente precisamos é de descanso (conceito para lá de lato) e ser felizes.

Depois deitamo-nos, com o sentimento de que 15 dias de férias são mais ou menos 6 meses e adormecemos descansados que no dia a seguir estamos por nossa conta.

Quando bate a primeira segunda feira das férias percebemos que a casa está uma pocilga, que estamos sem vontade de fazer nada, que a criatura com menos de um metro nos está a partir mais dois ou três tarecos enquanto tentamos limpar as ramelas dos olhos e bate-nos - como uma puta de uma bola de demolição - a desgraçada da realidade de que 15 dias passam a correr, que ninguém leva os cães às vacinas por nós, que não há empregada para limpar a bosta que deixamos acumular por toda a parte e o cartão novo do banco não vai aparecer por milagre cá em casa sem o irmos pedir.

Tínhamos uma lista de tarefas. Quer dizer, temos uma lista de coisas que temos de fazer. É verdade, estar de férias é descanso. Mas esta coisa maravilhosa de estar mais de 12 horas por dia fora de casa, faz com que, invariavelmente, se deixem arrastar coisas para fazer nesses maravilhosos dias que, por virem intitulados de férias, à distância, criam a ilusão de ser muito mais longos e chorudos do que realmente são. Parece que, pelo simples facto de não estarmos no trabalho, tudo cabe lá dentro.

"Temos de aproveitar as férias de verão para o campeão começar a dormir no quarto dele"

Verdade.

 

Terça feira começamos a tarefa de voltar a fazer do quarto do puto, o quarto de uma criança e não uma sala de arrumações (somos uns desgraçados de uns acumuladores, guardamos tralha como ninguém). 

"Isto é só arrumar dois ou três sacos, aspirar por baixo dos moveis, lavar os cortinados e pôr lá a cama"

Ao fim de 3 horas ainda não estava pronto.

"Queres guardar esta t-shirt?!"

"Eu não. E tu?"

Esta porra desta conversa um para o outro o tempo todo cada vez que se pegava numa peça de roupa desta criatura. Como se ele fosse querer alguma coisa daquilo quando for grande.

Idiotice sentimentaloide de pais babados. Que havemos de fazer?! É tudo tão fofinho!

Meti na tola que havia de fazer exercício nas férias. Não me ia acomodar.

Por isso, paramos a meio. Continuávamos na quarta. Íamos dar uma corrida.

 

Quarta decidimos que íamos jantar fora. Tínhamos de ter algum tempo para os dois. Para dormirmos uma noite seguida. Para irmos jantar como casal. Para irmos ao cinema.

O pequeno foi passar a noite aos avós.

Antes de começarmos o nosso date tínhamos de : 1. deixar o quarto do pequeno pronto; 2. fazer um workout do Salgueiro; 3. passar nas senhoras que nos passam a roupa a ferro para lá deixar o cesto; 4. passar na minha prima para deixar roupa que já não serve ao campeão; 5. Ir jantar.

(claro que no meio disto tudo se incluía a higiene mínima com banho depois do treino)

"Chega. Estamos e férias fazemos o que der. Mas com tempo"

Deixamos o quarto pronto. Conseguimos dar cabo do varão e ter de o voltar a aparafusar. Tomamos banho e saímos para jantar.

O resto ficou para depois. (Mas mais tarde ou mais cedo tem de ser feito)

 

Hoje foi dia de levar os cães ao veterinário. De eu levar "porrada" da veterinária, porque lhes dou muitos doces (dos deles) porque têm de comer razão menos gorda, porque têm de perder peso.

Tem razão! Eu sei. Estão os dois a entrar no campo dos obesos.

Para além disso, têm os dentes cheios de tártaro e até ao final do ano têm de fazer uma destartarização.

(coisa que eu já sabia e fomos ver disso mesmo hoje)

Valeu as barrigadas de rir das duas veterinárias com as minhas histórias.

Devem achar que cá em casa é tudo meio chalupa.

Como hoje levaram as vacinas só podem fazer a destartarização daqui a, pelo menos, 3 semanas. Pelo que, tararah! Já temos tarefas para as próximas férias.

E é isto.

Já vamos no fim da primeira semana e eu acho que, para organizar bem a minha vida, precisava de férias pelo menos até Setembro que vem!

Vou de férias...

summer2.jpg

 

 

...por isso preciso fazer uma lista das coisas que não me posso esquecer de fazer. É que a cabeça já foi melhor e às vezes posso, sem dar conta, não fazer nada do que devia nestes dias. Por isso.

1. Desligar do trabalho. Esquecer que o trabalho existe.

2. Desligar do trabalho. Sim outra vez. Porque tenho sempre de fazer duas vezes reset à minha cabeça para entrar em modo férias.

3. Não atender chamadas de trabalho (coisa que já aprendi a garantir há alguns anos) - nem deixar que o marido ande a mandar mensagens para saber se é preciso alguma coisa no escritório.

4. Dormir.

5. Dormir.

6. Dormir.

(tenho um défice de horas de sono de ano e meio para pôr em dia)

7. Ir à praia (espero que o São Pedro não me lixe os dias).

8. Passear.

9. Conhecer coisas novas.

10. Arrumar a casa por forma a parecer habitada por seres humanos.

11. Passar o foguete para o quarto dele. A ver se conseguimos fazer a transição sem eu chorar muito.

12. Dar passeios longos com os meus cães. Tenho saudades disso e tenho a certeza que eles também.

13. Levar os cães ao veterinário e à praia (não necessariamente no mesmo dia).

14. Fazer exercício porque tenho mais tempo.

 

Tinha feito esta lista mas decidi risca-la.

 

Na verdade acho que só preciso de:

 

1. Descontrair e descansar. O resto virá na tranquilidade dos dias.

2. Passear de mão dada com o marido. Com o filho ao colo. Beija-lo e abraçado por todos os segundos que estamos afastados.

3. Ser feliz. Rir muito. Esquecer-me que os dias bons têm fim, e gozar os instantes.

 

Boas férias para mim!

 

Preciso de ir para um retiro

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Pus o despertados para as 06:15. Levantei-me meia hora depois. Estava capaz de me voltar a deitar.

Uma torrada, um galão e uma miniatura depois, continuava capaz de ir descansar novamente.

Arrastei-me para sair de casa. Peguei no puto e abraçados voltávamos para a cama, mais ou menos como quando ele tinha 3 meses e eu o tempo que a licença me dava.

Tenho a cabeça cansada e não encontro porcaria nenhuma no lugar. Com a ajuda da colega do lado lá encontro o envelope que já tinha dado por desaparecido. Estava metido no meio dos outros papeis e eu tinha posto na minha cabeça que tinha uma cor diferente. Não encontro ficheiros criados por mim e gasto tempo à procura, à procura.

Acho que preciso de ir para um retiro. Um daqueles à beira mar. Com praias longas, daquelas que não têm prédios lá ao fundo. Só palmeiras.

Um daqueles retiros que quando estão mais de 2 pessoas na piscina parece que está muito povoado.

Daqueles retiros onde o Yoga é o exercício mais agitado que fazemos, onde comemos saladas de cores sedutoras e todas as bebidas têm chapéus coloridos. Onde toda a gente anda de roupa branca ou florida, esvoaçante, leve, mais ou menos como a cabeça fica depois de 15 dias do paraíso.

E agora chega de sonhos. Que a vida não é isto. Pelo menos não a minha.

Primeiras férias de verão em familia

Ora então como foram essas férias?

Boas. Lá está. A própria palavra "férias" já indicia coisas positivas. 

Este ano decidimos ir para os Algarves, dar mergulhos em águas menos frias que as de Sesimbra, deixar as arrumações da casa para segundas núpcias e procurar um sitio de pulseirinha onde tudo está feito, desde a papinha à caminha quando regressamos ao quarto depois de nos empanturrarmos ao almoço.

Marcámos em Janeiro porque já nos tinham avisado que para este resort os espaços ficam lotados com rapidez e os preços tendem a aumentar quanto mais próximos das datas ficamos (o que é normal, é a lei da oferta e da procura). Fomos para o Adriana Beach Club Resort Hotel, em Albufeira e, A.D.O.R.A.M.O.S!!!!

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O espaço é espectacular, com uma piscina principal enorme (a da foto acima), logo depois de entrarmos, um bar aberto quase todo o dia, um salão de cabeleireiro e uma loja de conveniência com o essencial.

Não ficámos nas primeiras secções, ficámos num espaço mais interior do resort que, diga-se, veio mesmo a calhar. Porquê? Porque não há só uma piscina grande, há duas (a segunda ligeiramente mais pequena que a principal) e nós, ficámos num quarto térreo com vista para a piscina, ou seja, da nossa varanda (todos os quartos têm varanda) ficávamos a cerca de 2 ou 3 metros da piscina. Houve vezes em que fomos passear, não levámos as toalhas connosco, depois decidimos ir à piscina e foi só esticar os braços e tirar as toalhas que estavam a secar.

20160627_191907.jpg

O resort tem acesso directo a uma praia privativa, que tem espreguiçadeiras do hotel, por isso é só chegar e largar o lombo ao sol.

A comida era óptima, a nossa e a das crianças, o sôtor comeu a sopinha que havia disponível e só reclamou porque havia mais oferta e ele estava mais numa de limpar os outros tabuleiros.

Mas agora chega de publicidade gratuita ao resort. Descansámos?

Sim descansamos, ainda que...

...no Domingo eu estivesse mesmo capaz de desistir das férias, havia tanta coisa para arrumar, tanta tralha para levar que eu me senti capaz de me borrifar completamente nas férias e ficar em casa, amuada e a dizer mal à minha vida.

Graças ao Nuno fomos, como sempre conciliador, lá tentou amenizar os ânimos. Mas confesso que passei a viagem para baixo a achar que não devia ter saído de casa.

Chegamos e um senhor muito simpática (como aliás todo o pessoal) explica-nos como tudo funciona, puxa de um papel e mostra-nos onde estamos e onde fica o nosso quarto. Fiquei na caca! Literalmente. Como é que íamos carregar a tralha toda para o carro?! Já nos estava a imaginar tipo burros de carga de malas às costas. E depois?! Quando as férias terminassem, carregar tudo de volta! Íamos recuperar o stress perdido em minutos!

É aí que o senhor chama um colega. Os senhores não vão carregar nada. Vai um colega de buggy levar-vos à porta do quarto. Ena! Pensei.

Lá fomos nós, de buggy para o quarto, eu com o meu chapéu ao vento, com o pequeno ao colo. Isto é que é vida! Quando entro no quarto a coisa melhora ainda mais. Vista para a piscina. Podíamos marcar a nossa espreguiçadeira com uma toalha só assim, com um esticar de braços.

Era mesmo isto que estava a precisar. Nada para fazer e nem tenho de me mexer muito para ir à água.

 

 

E assim se passaram dias completos, piscina - quarto, quarto - sesta do sôtor, sesta do sôtor - almoço, almoço - passeio, passeio - piscina, piscina - lanche, lanche - sesta do sôtor, e por aí diante.

Ontem estava capaz de ficar pelo menos mais uma semana.

Isto faz-me acreditar que os ciganos é que têm razão, "maus princípios, bons fins". Cada vez mais acredito nisso, sempre que as coisas ao inicio correm demasiado bem, demasiado sobre rodas, até me arrepio, é bom demais! Quando a coisa começa aos trambolhões, é normal que se componha, afinal de contas "we can only go up from there".

Foi assim, numa entediante preguiça repetitiva que se passaram os dias.

E que para o ano venham mais!

 

Ausente para balanço

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Pois é pessoas. Já achavam que me tinha farto disto? Que tinha vindo o verão e eu, a ir cheia de pompa para a praia, borrifava-me aqui no espacinho à beira Sapo plantado?! Pensaram que já andava farta de contar coisas e de mandar bitaites e então vai de arranjar outro hobbie?!

Nada disso.

A tola também precisa de descanso. Até mesmo dos hobbies que fazem parte das rotinas do dia a dia, aqueles que servem para nos distrair nos dias sempre iguais de levantar às 6 da manhã, de passar o dia no escritório, de resolver chatices o dia todo e de acabar o serão a fazer sopa sem sal ou a lavar pratos.

Fomos pela primeira vez uma semana de férias à séria. Uma semana de férias com a família, com o pequeno a aproveitar (porque o ano passado ainda era muito bébezinho). Para estarmos longe de tudo, para podermos recarregar baterias.

Por isso decidi cortar com tudo. Ou quase, vá! Sem trabalho, sem blog, sem casa para cuidar, sem facebook, sem internet. Só piscina, praia, descanso, filho, marido e um livro para distrair a cabeça durante as sestas do sôtor.

Como um bom sinal divino no quarto em que ficámos não havia praticamente sinal nenhum, pelo que, mesmo nas vezes que tentei aceder ao Facebook, só assim para ver como andava o mundo das redes sociais, não tive sucesso.

Mas é esquisito. Parece que o corpo não reconhece o estar parado, o estar apenas. A cabeça está sempre a mil e, quando a coloco em modo de descanso (ou tento) parece que está ainda cheia de voltagem, quer estar sempre a fazer qualquer coisa. É nestes momentos que depois agarro ao telemóvel e "ando na net", de um lado para outro, como aquelas velhotas malucas das limpezas que não conseguem sentar-se a ver um filme, estão sempre a aspirar a casa.

Assim, só na 5ª feira voltei a usar a net. Não podia deixar de manifestar a minha alegria com Portugal a ganhar. Já aqui disse o quando gosto de ver o meu Portugal a ganhar. Nem que sejam feijões.

Na 6ª foi dia de regresso e, depois do check out feito e enquanto esperávamos que o campeão dormisse a sua sesta, lá me meti no mundo do Instagram. Maluca. Não percebo grande coisa do que estou a fazer, só sei que sigo pessoas e que há pessoas que pedem para me seguir. Assim numa lógica de stalker autorizado.

E foi isto. Se foi bom, se fiz bem? Acho que sim. Agradou-me esta coisa de desligar do mundo de todos os dias. Acho que podia era ter sido por mais tempo. Mas lá está, o que é bom acaba depressa! Deu para recarregar energias.

Agora estou de volta (I'm back!) e já vos vou contar a seguir para onde fomos e como correram as férias. 

Digo apenas que tivemos mesmo mesmo para ir à Polinésia Francesa, mas depois os hotéis de 5 estrelas estavam já lotados e nós, malta chic, não aceitamos nada com menos de 5 estrelas. 

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