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Em busca da felicidade

Divagações amplexas-ó-desconexas-ó-parvas sobre a felicidade que o dinheiro compra

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Quando era pequena sempre ouvi os adultos à minha volta dizer que «o dinheiro não compra felicidade», certamente uma forma de, enquanto pobres, garantir que tinham tanto direito à felicidade quanto os que podiam comprar o que lhes apetecia. Os que tinham bons carros, boas roupas, iam de férias e até faziam viagens.

Para o pobre a saudinha é a maior da riquezas. A saudinha e a família. Há saudinha e tudo de resolve.

Sou assim, pobre até ao tutano de cada osso. Haja saudinha para mim e para os que gosto que a malta há de arranjar maneira de andar a rir.

Mas depois penso nas coisas que gostava de ter, nos sapatos que me apetece comprar, nas viagens que gostava de fazer, na casa em que gostava de viver, na área de residência que persiste em fugir da minha carteira, nos tratamentos de pele e de cabelo que estão ali mesmo à mão de semear, se eu tivesse carteira para eles....

E dano-me por ser pobre.

Afinal o dinheiro compra felicidade.

Aprendi quando andava na faculdade que há uma coisa a que se chama de pirâmide de Maslow, numa descrição muito precária e ignorante: demonstra que as necessidades do individuo se alteram consoante aquelas que tem por colmatar. Por exemplo, nas linhas de base estão as dependências primárias, como a alimentação e a segurança, no topo estão os desafios intelectuais. De acordo com a pirâmide deste senhor, o ser humano precisa garantir as necessidades primárias para ter disposição para as seguintes.

Não sei se é porque tenho papinha na mesa, se é porque o médico me vai anunciando saudinha boa (apesar de eu pedir sistematicamente exames para garantir que não há poeira nos cantos), se o que será. Mas tenho a certeza que o dinheiro compra felicidade. Quando quero comprar um par de sapatos e o posso fazer sem remorsos fico feliz. Aliás, mesmo quando compro com remorsos fico feliz, porque na verdade não tenho remorsos, tenho é necessidade de uma certa preparação mental para ouvir o Nazi financeiro lá de casa.

Depois podemos sempre entrar no campo da saudinha, uma pessoa que tenha algum não precisa de estar à mercê do parecer médico e da sua potencial incompetência, sujeitando-se ao que calha. Havendo dinheiro pode sempre ir a outro especialista, pagar pelo exame, etc. E, em caso de resultado menos favorável tem acesso a um conjunto de factores que providenciam conforto que, para quem não tenha verba financeira, ficam apenas no horizonte.

Tenho uma prima que me dizia quando éramos mais novas: ando triste, estou mesmo a precisar de ir comprar alguma coisa para mim, fico logo melhorzinha.

E é verdade, uma pessoa compra um mimo e fica logo com outra cara.

 

Sei que parece tudo muito vago, a minha cabeça não tem dado para mais, mas lembrei-me disto, se calhar porque queria rechear o meu guarda fatos de coisas novas, porque isso me fatia muito feliz, se calhar porque não posso fazer de Pretty Woman e ir a Rodeo Drive e sair daquilo uma mulher nova, mais gira à conta de um belo banho de loja. Essa lavagem que faz milagres.

 

Tenho de mandar estucar a minha conta bancária

Porque dá-me ideia que a bicha deve ter uma espécie de fuga. Eu só vejo o dinheiro a vazar, a vazar. Tenho de encontrar uma forma de o conter ali, sossegadito.

Arre desgraçado que és tão dificil de ganhar e depois te somes como uma enguia, assim, por entre os dedos.

 

Consultas médicas no Google

Estava eu com comichão na palma da mão esquerda e vai de ir ao Google para ver se tenho motivos para me preocupar. Isto de ser hipocondríaco faz com que não tenha tempo de esperar por uma consulta de um médico tradicional, daqueles que são pessoas que vemos e têm consultório.

Numa breve pesquisa ao Google percebo que posso ter um problema chato, mas depois de ler bem apenas se confirma se estiver com as palmas das mãos bem vermelhas e a criar bolhas e o Diabo a quatro. Quer dizer, primeiro dão cabo da tensão arterial de uma pessoa com a ansiedade nos píncaros e depois é que explicam que não é só coçar assim sem mais nem menos.

De acordo com outros 3 sites diz apenas que tenho algum dinheiro para receber.

Deve ser mais este.

(lixado é se fosse na direita, que tinha dinheiro a pagar)

Não és tu...nem sou eu - IV

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(O texto que se segue é original, da minha autoria e totalmente ficcionado) 

 

Margarida

Talvez devesse ser aconselhado acompanhamento psiquiátrico à sua amiga. Voltou a estar aqui no Hospital. Voltou a fazer um escândalo até ser atendida por mim. Voltou a dizer-me coisas fantásticas de si (que não questiono). Voltou a insistir que nos devíamos conhecer melhor.

Voltou a dar-me cabo da paciência. Honestamente!

Tem a certeza que tem falado com ela? Que lhe tem dito para parar de me importunar? Ou não está a ser muito convincente ou a sua amiga não a respeita muito!

Se voltar a acontecer vou pedir apoio à ala psiquiátrica.

Cump,

 

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Dr. Rafael,

Talvez tenha razão. Talvez seja meio louca. Talvez devesse ter acompanhamento.

Se o que está a querer insinuar é que eu tenho alguma coisa a ver com isso, está muito enganado. Tenho, ou ainda tenho algum, orgulho e vergonha na cara. Jamais me sujeitaria a algo desta natureza! Lá porque é médico e bem parecido não quer dizer que as mulheres percam a cabeça por sua causa. Era o que faltava!

Eu pelo menos não perdi a minha!

E também me esta a dar cabo da paciência a mim! Honestamente!

Se voltar chame a ala psiquiátrica e ligue-me, eu própria vou aí busca-la e arrasta-la até casa!

Cump.

 

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Parece que a conversa de ontem com a Clara teve algum efeito.

Há dois dias que vejo o meu e-mail e pouco mais há que publicidade. Sempre os mesmos e-mails dos ginásios em que me inscrevi. Querem que volte. Dos centros de estética a que fui e prometi voltar, mas nunca mais lá pus os pés. Das lojas de roupas bonitas em que em outros tempos fiz compras de roupas espectaculares que hoje estão coçadas no armário, de tão usadas que estão.

Tenho vontade de fazer um e-mail geral para resposta a estes belos estabelecimentos. Aliás, acho que vou fazer isso mesmo, vou explicar a minha vida para que estas pessoas entendam de uma vez por todas que os meus dias não são iguais aos que tinha há 12 anos atrás, quando era só eu, antes de ter acreditado que os príncipes encantados existiam.

Bebo um valente gole do meu segun…terceiro copo de vinho, esfrego as mãos e debruço-me sobre o computador.

Ora vãos cá abrir um novo e-mail.

 

Olá pessoas e estabelecimentos e coisas em geral,

Todos os dias consulto o meu e-mail e vos encontro, com convites para compras e treinos e visitas e tratamentos e coisas que não tenho como fazer. Porque não tenho tempo. Porque não tenho dinheiro. Porque a minha vida, quando me inscrevi nos vossos ginásios era a de uma mulher jovem com a vida pela frente, como sonhos e vontades, uma mulher que ia conquistar o mundo e sabia que o ia conseguir fazer com os glúteos mais firmes que o normal, sem pneu e com a possibilidade de puder abrir o guarda vestidos e escolher a roupa que me apetecesse. Hoje tenho que fazer um trabalho de triagem. Primeiro ficam de fora as roupas que têm nódoas que já não saem, depois as que estão descosidas ou demasiado coçadas para levar para o único sitio com que me preocupo hoje em dia. O meu trabalho. Depois, depois, preocupo-me com as que estão mais largas, as que não mostram que não ponho o meu lombo flácido num espaço como o vosso há mais de 8 anos. Mas porque raio ando eu preocupada com as roupas quando me dão tão bons descontos, não é? Porque mesmo com descontos as vossas roupas são, atenção, preparem-se….CARAS! Caras para caraças! OK?! Porque não vou comprar uma blusa para vestir com as calças coçadas que tenho no armário e porque, mesmo que as calças que tenho no armário não estivessem coçadas, hoje não ia ter dinheiro para comprar uma blusa vossa. Mesmo com os magníficos descontos que me proporcionam. Obrigada! E mesmo, mesmo que num mês milagroso me sobre algum dinheiro que, num momento de rasgo de loucura pudesse levar-me a comprar essa maldita blusa, quando abrisse a minha carteira e visse a fotografia dos meus filhos não ia conseguir gastar essa réstia de dinheiro comigo. Há sempre alguma coisa que eles querem, que eu prometo, e que compro, a muito custo com o que sobra.

Entendem pessoas, hoje em dia eu não existo. Eu fui mulher de alguém que hoje não me quer, sou mãe de quem um dia se vai esquecer, e não sou futuro de pessoa nenhuma.

Aprendi há alguns anos que afinal não há príncipes encantados. Que não há homens bons. Há homens. Venham eles a cavalo, num bom carro ou de comboio. Todos querem uma mulher jovem, firme e alegre. A que já conhecem há anos, cansada do dia a dia, que nem sempre usa perfume porque se esquece dele na maioria dos dias, a que tem mais dores de cabeça do que libido. A que num final de dia de trabalho, refeições, limpezas, roupa para lavar e para passar, birras, histórias de embalar e um cabeço em permanência desalinhado, não tem vontade de rir das suas piadas.

Só há homens que querem continuar a sua vida e que por isso, numa qualquer epifania de vida, voltam costas às promessas que fizerem e procuram uma solução mais fácil. De preferências de sorriso no rosto e glúteos firmes.

Como os que eu tinha e que agora não consigo ter de novo.

Há tempos decidi fazer um desafio, daqueles de fazer exercício em casa. Fazia agachamentos todos os dias. Consegui completar esse desafio, eram trinta dias. Fiquei tão empolgada que decidi fazer um igual com flexões. Num dos dias estava tão cansada que à 15ª me deixei cair no chão e adormeci. Acordei já passavam das 2 horas da manhã, quase afogada na minha própria baba.

Triste ah!?

Nada disso.

Por isso, pessoas, estabelecimentos comerciais e de roupas belas que não posso comprar. Estabelecimentos de estética que provavelmente poderia fazer de mim um ser quase belo, não fosse eu não ter dinheiro para vos pagar o tratamento ou, mesmo que tivesse, estar em permanente stress e preocupação com o desperdício de tempo que seria estar deitada sob os vossos cuidados quando tenho o chão da minha cozinha o maior nojo do mundo.

Parem. Parem de me mandar e-mails de publicidade, coisas que me fazem ter sonhos que não devo, com uma vida que provavelmente nunca mais vou ter.

 

Grata pela vossa compreensão,

Margarida

 

Escolho todos os endereço de e-mail que me recordo, é só por a letra do inicio e escolher. Agora é só clicar em “enviar”.

Aparece uma mensagem. Não tem titulo? Arranja-se já. Que tal “deixem-me em paz!”. Parece-me bem.

Clico em enviar, reclino-me no sofá e bebo o resto do vinho que tenho no copo.

Hoje foram dois ou três? Penso.

Bhaaa! Que é que interessa. Estava a precisar e os miúdos estão a dormir.

Agora vou eu. Está na hora.

Arrasto-me até ao quarto e mando-me para cima da cama. Adormeço como caí.

Só de manhã quando acordo é que percebo que me deixei adormecer ainda com o avental da cozinha e que nem os dentes lavei.

Mais um dia.

À falta de sorte, que haja dinheiro

 

Para comprar alguma!

Na 6ª feira dei comigo a assistir a um bocado do programa da manhã com a Júlia Pinheiro. Estava a adormecer o sôtor e estava a olhar para nada de especial, a televisão estava ligar porque ele a queria ligada e eu, eu à espera que ele se deixasse adormecer para ir ler uma página. É ai que passa a noticia de uma mocinha de 19 anos que, depois de 11 visitas ao Hospital, e depois de ser mandada para casa com "problemas de ansiedade", acabou por ser encontrava sem vida em casa. Motivo: um tumor cerebral que nunca foi identificado. Nunca lhe fizeram um exame de diagnóstico, uma análises, um TAC, uma ressonância, nada!

Que raio de país é este? Que raio de sistema de saúde temos nós afinal? Que cambada de vermes rastejantes atendeu esta jovem?

Mas que porra!? Em resumo.

Expliquem-me como se eu tivesse 2 anos, porque vai ser praticamente impossível para mim entender, como é que alguém afere um diagnostico a uma pessoa sem qualquer elemento de despiste? Como é que se inferem problemas do foro psicossomático sem garantir que organicamente o corpo está bem? Estão a poupar o dinheiro de quem? O meu não é certamente, que cada vez pago mais impostos. O problema é que os vejo canalizados para pagar bancos que vão à falência, garantindo que os podres que os geriram continuam com uma vida que eu nem sonho e nós, que precisamos de um sistema de saúde porque descontamos, acontece o quê? Diagnósticos do século XV efectuados por montes de esterco.

Espero que indemnizem a família, que percam a licença para trabalhar e que sejam presos. Que depois de presos vão trabalhar para a ETAR mais porca do país que não lhes sejam disponibilizados quaisquer meios de segurança para a sua saúde. Para que mexam na porcaria com as próprias mãos.

Detesto gente incompetente. Mais mais do que isso detesto gente que brinca com a saúde dos outros, que negligencia, que por ser médico acha que está acima do paciente.

Meus queridos, deviam saber melhor que ninguém, todos nascemos de um sitio muito parecido e quando morrermos, todos vamos para um sitio muito igual.

É aqui que entra o dinheiro. Costuma-se dizer que tem tudo que ver com a sorte que se tem, a sorte de se apanhar o médico certo (ou seja, um que seja competente). É verdade, ainda que não devesse ser assim. Mas quando não temos a sorte de encontrar o médico certo, o dinheiro dá uma ajuda a comprar essa sorte, marcamos consulta com outro e pagamos, vamos a uma cidade diferente se necessário for. Vamos a um hospital privado. Se não nos passarem um exame exigimos fazê-lo, afinal de contas vamos pagar.

Quando estamos no sistema público estamos totalmente dependentes da sorte. Podem dizer que estou errada, mas para mim é mesmo assim.

Lembro-me da minha prima, a quem disseram no posto de saúde vezes sem conta que estava grávida e devia era fazer um teste, foi preciso estar a pesar 40 quilos e ter a sorte de encontrar uma médica otorrino competente para lhe passar o exame que devia ter feito desde inicio. Para ter uma noticia menos boa, mas porventura a que permitiu salvar-lhe a vida e hoje, 10 anos depois, estar grávida de uma menina que certamente vai ser linda como a mãe. Feliz e saudável. 

Ou posso lembrar a história da minha mãe, a que me marcará para a vida, uma mulher com mais de 40 anos, com diabetes, com 4 filhos a quem nunca foi prescrito um exame mamário pelo verme que a seguia. A que foi ao IPO de Lisboa e mandaram para casa que havia para ali um qualquer problema de violência doméstica. A que soube o que se passava consigo depois de a família gastar o dinheiro que pode para fazer os exames necessários e descobrir que tinha um tumor maligno de 8 cm numa das mamas.

Mas não é só no publico que se encontra gente incompetente. Lembro-me de no ano passado, numa das várias vezes que me senti mal, ter ido às urgências do Hospital Lusíadas (espaço pelo qual tenho um enorme respeito, onde nasceu o meu filho e onde fui muitíssimo bem tratada) e de ter sido atendida por uma médica que mais parecia estar ali para vender farturas. Fez-me duas perguntas e disse-me que eu não tinha nada. Tinham-me medido a tensão e tirado a febre. Exigi fazer um exame. 

É aí que o dinheiro entra. Se eu tenho sido atendida por aquela mesma pessoa num hospital publico eu ia para casa, com ou sem problema. Mas como estava a bater a nota pude exigir um mecanismo de diagnostico e despiste.

Felizmente não tinha nada.

Não teve a mesma sorte uma amiga que foi a um hospital privado, mandaram-na para casa que tinha falta de descanso e mais tarde, por insistência de pessoas amigas foi levada a outro hospital privado, onde com os mecanismos certos de despiste e diagnóstico (ou seja, sem se darem a adivinhação) lhe identificaram e resolveram o problema.

Lembro-me agora da melhor história de sempre, que todos tivesses esta capacidade. A determinada altura a ex-sogra de um dos meus irmãos foi ao posto de saude porque não se andava a sentir bem fazia dias. O médico que a atendeu disse-lhe que não tinha nada, que eram coisas da cabeça dela. Velhaca como sempre, ficou com o nome do médico e passou a semana à procura em todas as clinicas privadas para ver se ele dava consultas. Conseguiu. Marcou consulta para a mesma semana e quando foi atendida o tipo já não sem lembrava dela. Afinal de contas podia ter um problema, precreveu-lhe alguma medicação para melhorar os sintomas mais alguns exame de diagnóstico.

No fim ela levantou-se e disse-lhe. Olhe doutor, agora vou embora e depois mostro-lhe os exames no posto de saude, onde me atendeu esta semana e disse que eu não tinha nada. Não vou pagar um centimo e se se atrever a não me atender no posto garanto-lhe que faço queixa de si no Ministério da saúde. E não dúvide, que trabalho noutro ministério e já me informei do que tenho de fazer. Tenha uma boa semana!

E de lá saiu, lampeira como sempre, com o seu cabeção cheio de laca e um diagnóstico em condições.

Mais uma vez, é aqui que o dinheiro entra. Se tivermos sorte, tanto melhor, se não tivermos, o dinheiro ajuda a comprar esse pedacinho. A procurar um segundo médico, uma segunda opinião, a exigir fazer um exame, a prevenir ou identificar o que há de errado connosco. Se o houver. Se não houver melhor, ficamos com umas fotografias do interior, sem problemas, tão lindo que é.

Por isso não me venham dizer que o dinheiro não dá felicidade, que não dá saúde. Dá, e muita. O que vale é que ainda vai havendo muita sorte para as coisas correrem bem apesar da incompetência.

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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