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Em busca da felicidade

Livro "O meu avô Gaspar"

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Este ano já fomos 2 vezes e meia à Feira do Livro. A primeira foi toda a família e resultou na compra de livros para toda a gente. Na segunda fui só eu e o Nuno, aproveitámos para comer um Hambúrguer gourmet e umas batas fritas espetaculares. Adoro o conceito de street food, é mesmo a minha onda.

Da meia vez, não chegámos bem à Feira do Livro. Estava tudo pensado para isso mas sôtor armou berreiro mesmo em plena Avenida da Liberdade, duas lojas a seguir à louis vuitton (como se não dessem logo conta que somos pelintras) e não subimos mais.

Da primeira visita, mais produtiva no âmbito literário que gastronómico, resultou a compra deste livro "O meu avô Gaspar". Fui eu que escolhi, uma editora que nunca tinha comprado, um autor desconhecido para mim, mas um livro muito apelativo.

Parece-me que hoje há muitos livros em que os desenhos são demasiado abstratos para ensinar coisas a crianças da idade de sôtor. A história "O meu avô Gaspar" está escrita numa linguagem muito simples e clara, por isso o pequeno gosta de ouvir. Compreende tudo.

Ontem calhou-me ler 5 vezes e hoje, pelas quatro da tarde já íamos em mais 2 vezes.

Pelo que me parece aprovado.

Para comprar podem ir aqui. Eu comprei com desconto da Feira do livro. 

 

(este post não é patrocinado...só assim para quem acha que quando se diz bem de alguma coisa é porque se ganha com isso)

 

O Nuno e a feira do livro

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O Nuno é um tipo sem vícios. Não fuma, não bebe, não joga. Tá bem, lá compra uma raspadinha ocasionalmente, mas é mais para me calar o queixume de que nunca ganho a sorte grande. A única coisa que se pode assemelhar a um vicio são os livros. O homem tem uma compulsão por comprar livros. Está com neura é leva-lo à FNAC e dizer-lhe, vá escolhe lá um para levar.

Não é dado aos romances, ainda que já tenha lido alguns. Mais por insistência minha que por vontade própria. Que se puder é só politica e espionagem para a tola.

O homem vibra com a feira do livro. Fica pior que uma gaja em centro comercial na época de saldos.

O ano passado estava com a expectativa em alta, ia com o filho pela primeira vez à feira do livro. Assim que descemos o Parque Eduardo VII e chegámos à primeira banca a criança desata num pranto que ninguém conseguia acalmar. Tentámos, tentámos mas não fomos capazes de estar ali às voltas com ele aos gritos. Não passámos da primeira banca e nem me lembro se comemos a fartura da praxe.

Este ano, com o tipo mais gingão e um reconhecido vadio que quer é laréu, as expectativas estavam ainda mais altas.

Foram superadas.

Fomos à feira do livro no sábado. Estava “carregada” de gente. O que me deu um imenso gosto. Ver pessoas às compras de livros, deve ser, penso eu de que, um bom sinal. O campeão estava para lá de feliz e até tirou fotografias com um pássaro. Todo contente. Eu, aliás como sempre, comprei mais livros do que ia comprar. Ai vou só levar 1 ou 2, se tanto. Acabei com quatro.

O Nuno levou o que queria e viemos embora porque havia mesmo muita gente e nós somos um bocado bichos do mato. Não somos dados a grandes confusões.

O pequeno? Podia lá ter ficado até fechar.

Este ano fomos à feira do livro e foi bom. Foi bom passear entre as bancas, ver gente a folhear páginas, rir com as gargalhadas do pequenos quando via os livros dos bonecos. Passear no parque, correr na relva e comer uma fartura.

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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