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Em busca da felicidade

Suicide Squad

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Vi o filme este sábado. É marado. Bem marado. E eu gostei bastante. Não vou dizer que adorei porque achei a história em si um bocado, digamos que, blha-blha-blha. Não encontro uma palavra boa no dicionário. Portantos, de maneiras que vai disto (mescla de consoantes e vogais que não significam grande coisa). Enfim, achei a história insípida.

Agora os personagens são outra coisa.

Dá a ideia que o tipo que escreveu isto se dedicou tanto à criação dos personagens que se esqueceu um pedaço do resto.

 

O Will Smith é o Will Smith. Um senhor. Um grande ator. Tenho pena que ainda seja o "Prince of Bell Air", porque é um dos melhores atores de sempre, com performances brilhantes (como o filme que dá nome aqui ao tasco) e, infelizmente, não há meio de lhe darem um carequinha dourado.

 

Depois temos:

1º Lugar do pódio Em Busca da Felicidade

Harley Quinn - Margot Robbie

Adorei a performance. Espetacular. Já vi a Margot Robbie noutros filmes e adorei sempre. A tipa é gira que doí, tem graça e ainda é boa atriz. Rai's parta à mulher! Mais uma daquelas a quem uma pessoa deseja uma disenteria semanal à segunda só por conta de não ter defeitos.

 

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2º Lugar do pódio Em Busca da Felicidade

Joker - Jared Leto

O papel está desempenhado de uma forma brilhante. Completamente alucinada e, se não soubesse quem era tinha-me sido completamente impossível adivinhar de quem se tratava. Segundo li o tipo estava tão em personagem que não convivia com o restante elenco e mandou um rato vivo à Margot Robbie.

Cu-Cu! Alerta marado!

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2º Lugar do pódio Em Busca da Felicidade

Boomerang - Jai Courtney

Um dos personagens mais cómicos. Bem interpretado. Fartei-me de rir.

 

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Florence, uma diva fora do tom

 

 

Foi estreia há umas semanas no TV Cine. Gravei para ver durante as sestas do pequeno. São os nossos momentos de descanso.

Não há palavras para descrever a interpretação da Meryl Streep, quer dizer, para além de perfeita. Aliás, esta senhora detém a monotonia da perfeição, por mais que uma pessoa possa tentar encontrar um defeito está tramado, porque é sempre tudo tão, mas tão bem feito.

O Hugh Grant é o Hugh Grant, tenho a ideia que a papel dele é sempre desempenhar ele próprio mas com falas diferentes. Sempre charmoso, sempre engraçado, sempre carismático, mas o Hugh Grant em 1944.

O filme é baseado numa história verifica que apaixona. Florence é uma mulher da arte. Herdeira de uma fortuna, primeiro do pai e depois do primeiro marido, dedica a sua vida à musica. Sendo responsável por financiar projetos que de outra forma não veriam a luz do dia. A par de ser a benfeitora para os outros, que lhe demonstram respeito pelo afeto que têm ao seu dinheiro, procura o estrelado pelo seu amor à música. O seu sonho de ser cantora.

O segundo marido "trabalha" no sentido de conjugar todos os fatores para que, para Florence, haja sempre uma ovação apesar do desastre das suas capacidades vocais.

Vitima de uma doença transmitida pelo primeiro marido, vive sem saber se amanhã é novamente dia. Assim o seu mundo de excentricidades vive em torno das suas paixões: o marido, a música e a arte.

Um filme que nos faz pensar se o melhor ingrediente da vida não é a paixão, a alegria, o amor à vida. Ingredientes invisíveis que operam os maiores milagres.

 

 

 

Ora aqui ficam dois filmes franceses que adorei

Une famille à louer

 

 

Paul-André é um homem milionário que dedicou toda a sua vida ao trabalho, um dia cansou-se, vendeu tudo e foi viver para a sua mansão, que mais parece um mausoléu, acompanhado apenas pelos seus empregados.

Violette é uma quarentona desempregada que vive numa casa a cair aos pedaços, com um frigorífico que não fecha e dois filhos de pais diferentes. Ambos a abandonaram e a deixaram com a responsabilidade sozinha. 

Ao tentar roubar um frango num hipermercado é apanhada pelo segurança quem agride violentamente resultando num processo em tribunal e na possibilidade de perder a custodia dos filhos para o Estado.

Paul-André vê a pobre Violette na televisão e, compelido pela importância que esta dá à família decide propor-lhe que lhe alugue a sua família para que ele saiba como é, antes de pensar em constituir uma.

 

O filme está muito bem conseguido. Os atores são espetaculares e eu fartei-me de rir.

 

 

 

Barbecue

 

  

Antoine Chevalier é um homem que se esforça por ter uma vida saudável. De tal forma que se regra, porventura em demasia. Não bebe, não fuma, priva-se de comer a maior parte das coisas que lhe dão prazer e corre 3 vezes por semana.

Vive em ansiedade e nem sabe muito bem porquê.

Numa prova de corrida com os amigos sofre um enfarto. 

Antoine Chevalier questiona a ironia de tudo aquilo, ele, que se esforça por ter uma vida saudável acontece-lhe este infortúnio. A partir daí decide que vai viver a vida como lhe apetecer, fazer o que lhe dá prazer, incluindo dizer às pessoas o que merecem ouvir em vez de moderar o que lhe sai da boca.

Uma comédia hilariante que nos faz pensar nos dias de hoje, na nossa incessante busca pela longevidade, por o que dizer salvar-nos de uma morte certa e em como a noção de finitude nos pode mudar.

E claro, a importância dos amigos no momentos mais apertados.

Adorei. Adorei. Adorei.

 

 

DEADPOOL

A.D.O.R.E.I.

Se eu inventasse um "super-herói" seria assim. Sem dúvida.

 

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Eu a olhar para os Globos de Ouro

Antes de mais esclareço desde já que não olhei. Nem nesta última cerimónia nem em nenhuma outra. Confesso que não consigo entender bem o prazer de passar uma noite em claro a ver pessoas super produzidas, que envergam no lombo, só nessa noite, o equivalente a mais do que a maioria das pessoas ganha num ano. Chegam de limusina, com pessoas a segurar nos guarda sois ou nos chapéus de chuva ou nas caudas dos vestidos ou o que for. Tudo para garantir que aquela pessoa marca a sua presença. A cada ano que passa, nestas cerimónias, Globos de Ouro, Óscares, Cannes, qualquer um, a cada ano mais parece que a cerimónia é menos sobre a arte de representar e mais sobre a arte de vestir.

Hoje há opiniões e fotografias por todo o lado com as melhores roupas, os piores vestidos, o outfit perfeito e quem foi mal aconselhado. Toda a gente percebe de moda e poucos são os que falam do que levou aquelas pessoas ali. O arte de representar.

Assim, eu não quis ficar de fora e vai de molhar a sopa também.

Da minha parte posso dizer que, do pouco que vi, e na minha fraca capacidade de avaliar vestuário (devo ser a pessoa mais mal vestida de todo o sempre), uma parte significativa das senhoras foi vestida pela mesma loja que veste as moças da Casa dos Segredos. Mas em caro.

É que dá mesmo a ideia que estiveram ali até à ultima da hora na dúvida se iam à gala de inicio do Desafio Final ou aos Globos de Ouro. Celebridades há em qualquer das partes.

Assim, deixo aqui a lista de vencedores para Cinema (sou pouco dada a series e quem quiser saber pode sempre procurar) só numa de descargo de consciência.

Melhor drama: “Moonlight”
Melhor comédia/musical: “La La Land”
Melhor realizador: Damien Chazelle, “La La Land”
Melhor actor de drama: Casey Affleck, “Manchester by the Sea”
Melhor actriz de drama: Isabelle Huppert, “Elle”
Melhor actor de comédia/musical: Ryan Gosling, “La La Land”
Melhor actriz de comédia/musical: Emma Stone, “La La Land”
Melhor actor secundário: Aaron Taylor-Johnson, “Nocturnal Animals”
Melhor actriz secundária: Viola Davis, “Fences”
Melhor filme estrangeiro: “Elle”
Melhor filme de animação: “Zootopia”
Melhor argumento: Damien Chazelle, “La La Land”
Melhor banda sonora original: Justin Hurwitz, “La La Land”
Melhor música original: “City of Stars”, “La La Land”

(retirei a lista daqui)

Tirando o Zootopia não vi nenhum, mas pelo que sei o desempenho do Casey Affleck no “Manchester by the Sea” é algo de magnifico, estou desejosa de ver o filme, coisa que provavelmente só acontecerá lá para o verão.

Agora...

 

Quanto as farpelas...

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Não. Apenas isso. Não. Parece a minha tia Custódia no casamento do primo Nelinho. Tirando a parte das meninas de fora, é quase igual.

 

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Eu pessoalmente fico com a ideia que o cabeleireiro desmarcou à ultima da hora. Um vestido com tanto bling. Não sei. Ah e o candeeiro do corredor da casa do meu pai é semelhante, mas em verde. Isso também.

 

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Por mais que olhe não entendo. Mesmo. Faz-me lembrar as bonecas de porcelana da minha mãe. Tenho algum receio. Ficam sempre a olhar esquisito para uma pessoa.

 

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Antes de mais parece que está ao contrário. Dá a ideia que o laço devia estar nas costas. Depois tanto folho senhora. Pá quê? Humm? Parece que foi atacada por cães, não sei.

 

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Dá a ideia que alguém pegou na mulher assim pela cabeça e a começou a mergulhar numa lata de tinta metalizada. Depois desistiu. Muito secret story este.

 

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Dá-me a ideia que a moça tinha toda a intenção de ir a outro sitio...

 

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Eu não devo pescar mesmo nada de moda. Que não há meio de entender isto.

 

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Outra para a Casa dos Segredos.

 

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É impressão minha ou a moça mistura-se um nadita com o canteiro lá atrás. Não sei. Parece.

 

E é isto. Podia estar aqui a tarde toda mas tenho mais que fazer e a vida não é isto. Se quiserem ver as fatiotas todas podem ir aqui. Se não quiserem, também fazem bem.

Não percam é o discurso da Merryl Streep, esse sim muito interessante, vi neste blog simpático.

 

 

 

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A Barbie no cinema

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O mundo da comédia, quer queiramos quer não, ainda é maioritariamente dos homens. Esta ideia enraizada de que as mulheres foram feitas para ter classe, para ser bonitas e elegantes. Para sorrir e não para rir. Se olharmos à nossa volta os maiores humoristas do mundo são homens e quando vemos uma mulher a fazer stand up (o que é raro mas já vai começando a haver mais e mais, felizmente) a maioria ainda vê como sendo um tudo ou nada blhac. Porque há coisas que se ditas por mulheres parecem ser esquisitas, mas se for um gajo já é outra coisa e toda a gente se ri.

Não sou eu que acho isso. É a sociedade em geral que o transmite.

Tenho uma profunda admiração por mulheres que se riem com vontade. Tenho uma profunda admiração por quem se ri e gosta de fazer rir. Independentemente do género.

Tenho uma profunda admiração por mulheres como a Tina Fey e a Amy Schumer, brilhantes, que dizem coisas que porventura não seriam esperadas de uma “senhora” e quebram, a rir e fazendo rir, mais barreiras do que muitos movimentos.

(Não que esses não façam falta.)

Fazem as coisas acontecer.

Chegam e dizem “sou mulher, sou linda, sou feminina, até posso ser casada e ter filhos, mas estou aqui a fazer-vos rir com o que escrevo, com o que digo, com a minha representação e isso não me diminui em nada enquanto mulher, mesmo que eu fale de peidos!”

A Sony decidiu fazer o primeiro filme sobre a Barbie e escolheu a Amy Shumer para representar esta icónica boneca. Aquela que sem falar nos lembra, quando olhamos para o espelho ou experimentamos umas calças skinny, que estamos longe de ser perfeitas.

Mas tem mesmo de ser assim?

Muitos foram os que aplaudiram a escolha. Mas também foram muitos, os que para mim são tristes e limitados, que consideraram a escolha um flop porque a Amy Sshumer está longe da perfeição física da magnífica boneca.

Eu aplaudo. Tanto a escolha como a resposta desta maravilhosa comediante.

Podem ler aqui.

E para quem ainda não viu o Descarrilada, é favor ir ver, sim?

 

O jogo de imitação

Um filme brilhante.

Uma história marcante.

Um desempenho magnifico.

 

A história de um homem e do que ele fez por nós.

A história de um homem e do que lhe fizeram a ele.

 

Do filme fica a frase, que o motivou a criar o que criou, que usou para motivar os outros.

"Sometimes it’s the people no one imagines anything of who do the things that no one can imagine."

A modista

 

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Vi em 3 partes e acabei ontem à noite.

Adoro a Kate Winslet. Que grande atriz.

Adorei a história. Especialmente o fim. Como eu gosto de um acabar em grande.

 

Collateral Beauty

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"We long for love. We wish we had more time. And we fear death."

 

Que mais há a dizer. Perfeito.

E agora é esperar por Dezembro para ver. Acho que tenho um filme novo para o meu top 3!

 

(já vi o trailer uma serie de vezes e não me caso. já percebi que vou chorar como uma madalena)

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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