Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Em busca da felicidade

Filme: «Lion: a long way home»

 

 

Completamente arrebatador. Um desempenho extraordinário de Dev Patel. Uma estreia maravilhosa para Sunny Pawar.

Não vou contar a história, vou sugerir que vejam o trailer e que se sentem 129 minutos a assistir a este filme. Um murro no estomago. Faz-nos perceber como somos, na maioria, priviligiados. Que mais não seja porque temos o conhecimento e as oportunidades ao nosso alcance.

Chorei muito. Praticamente do principio ao fim. Isto depois de ser mãe há coisas que me são muito mais dificeis de aceitar.

 

 

 

Filme: Vaiana

Já disse que adoro filmes animados?

Que imaginação!

Que inveja contida a minha.

Vivia nesta ilha. A comer cocos e a pescar peixes. Faz-me lembrar a lagoa azul e de como sempre achei que eram tolos em querer sair dali.

As imagens do Vaiana são lindas. Fazem-me sonhar com uma cabana à beira mar. Uma vida de frutas e peixe grelhado, assim acabadinho de sair do mar. Recifes de cores que nem conheço.

Um sonho.

Um dia ainda faço como o Lenny Kravitz que vive numa roulote de luxo numa praia privada. Acorda para ver mar, areia, coqueiros e pouco mais.

Isso é que eu chamo de vida.

Ir à cidade só mesmo quando tem de ser e o tem de ser ser muito raramente.

 

Voltando ao filme. Aqui fica o trailer:

 

 

E a música que é bem gira:

 

A letra:

 

I've been staring at the edge of the water
'Long as I can remember
Never really knowing why
I wish I could be the perfect daughter
But I come back to the water
No matter how hard I try

Every turn I take
Every trail I track
Every path I make
Every road leads back
To the place I know
Where I can not go
Where I long to be

See the line where the sky meets the sea?
It calls me
And no one knows
How far it goes
If the wind on my sail
On the sea stays behind me
One day I'll know
If I go there's just no telling
How far I'll go

I know everybody on this island
Seems so happy on this island
Everything is by design
I know everybody on this island
Has a role on this island
So maybe I can roll with mine

I can lead with pride
I can make us strong
I'll be satisfied if I play along
But the voice inside sings a different song
What is wrong with me?

See the light as it shines on the sea?
It's blinding
But no one knows
How deep it goes
And it seems like it's calling out to me
So come find me
And let me know
What's beyond that line
Will I cross that line?

See the line where the sky meets the sea?
It calls me
And no one knows
How far it goes
If the wind on my sail
On the sea stays behind me
One day I'll know
How far I'll go

 

Filme: Eddie "The Eagle"

São tantas e tão poucas as coisas que se podem dizer sobre esta história. A superação humana. O trabalho, a dedicação, a vontade; acima do dito «talento».

Sei que me transformei numa mariquinhas pé de salsa.

Mas comovi-me várias vezes. Chorei várias vezes. Tapei a cara quando pensei que ele se ia partir todo.

Depois limpei as lágrimas e procurei-o no Google. Tem esta página. 

A vontade de facto pode ser mais forte que tudo.

 

 

Filme: Zero Dark Thirty

Adorei a forma como a história é contada. Adorei esta demonstração de que as mulheres não são seres frágeis; não são flores de estufa que precisam sempre de protegidas.

Adorei a escolha da Jessica Chastain. Um ar tremendamente angelical a contrastar com a frieza dos atos considerados necessários.

A rudeza apresentada sem receios por uma realizadora mulher.

Um filme de guerra com uma história bem contada.

A minha mente dividida pela «satisfação» de ver mulheres a desempenhar aqueles que foram durante anos os papeis dos homens; e incapacidade de entender o porquê da natureza humana ser assim. 

Não entendo a guerra. Não entendo a violência. Não entendo a necessidade de provocar a morte. A vida já faz isso sozinha.

A forma como em culturas diferentes da minha a morte é vista de forma tão «normal». O contacto com a violência como «prato do dia» de crianças da idade dos nossos filhos.

E nós passeamos no shopping alheios a tudo isto. Graças a Deus.

Um filme muito bem conseguido e que mereceu o óscar que lhe foi atribuído. Só tenho pena que tenha de ter sido verdade (não pela morte de um terrorista, claro, mas por tudo o que aconteceu para que a sua morte se tornasse necessária).

Na minha modesta opinião.

 

 

Um filme e um Livro: A rapariga no comboio

O livro estava em todos os escaparates, assim como quem nos obriga a olhar para ele. Tinha vendido mais de um milhão de cópias. Mas eu normalmente não me deixo levar pelo que as outras pessoas compram. Por isso fui adiando a compra, sempre a pensar que «lá porque toda a gente gosta não quer dizer que seja bom». As criticas eram fantásticas em qualquer quadrante. E eu, depois de ver o trailer do filme decidi comprar o livro.

Gosto sempre de ler o livro antes. Normalmente é melhor. Gosto que me contem a história.

Quando peguei no livro para ler as primeiras páginas, mesmo antes de comprar, fiquei com a nítida sensação de que ia gostar. Adoro livros em que os capítulos «são» a visão das personagens. Livros em que várias personagens nos contam a história vista da sua perspetiva.

É assim o livro.

Pelo caminho achei que sabia quem era o responsável pelo menos 5 vezes. Não acertei em nenhuma. Ou melhor, ainda tive uma leve sensação mas a escritora conseguiu sempre mandar-me «olhar para o lado».

A história é envolvente e estamos mesmo à espera de chegar ao fim para saber como tudo aconteceu.

Muito bem escrito e de uma criatividade incrível.

 

Esta semana saiu para os TV Cines o filme. Vimos.

O livro é sempre melhor, mas neste caso o filme está muito bem conseguido. É complicado colocar a perspetiva de vários personagens em pouco mais de 90 minutos, mas o argumento e a realização conseguiram fazer isso mesmo.

Adorei. Só uma das personagens não foi ao encontro do que eu tinha imaginado. De resto bateu tudo certo.

A Emily Blunt faz um papel extraordinário, incorpora perfeitamente a personagem.

Um filme que vale a pena ver, sem margem para dúvida.

 

 

 

 

Filme: O homem que viu o infinito

Baseados em factos reais este filme conta a história do matemático Ramanujan. Um desempenho brilhante de Dev Patel.

Um filme excelente.

Tenho apenas pena que as mentalidades que proliferavam em 1920, estejam tão vivas em 2017. 

 

 

Filme: Caprice

Cada vez mais apaixonada pelo cinema francês.

Este não adorei. Mas gostei muito.

 

 

Filmes: "Sing" ou em português "Cantar"

Há uma razão para que a imaginação deve ser uma coisa sem limites e estes filmes são prova disso. Uma delicia (e sim, ontem fui eu que escolhi )

 

 

Filme: Jason Borne

 

 

Porque motivo vi este filme? Porque cá em casa a escolha é feita à vez. E desta não fui eu.

Se já vi os anteriores? Sim. Porque a escolha se dá à vez muita vez. 

Não sou apreciadora desta tipologia de filmes. Eles têm sempre reconhecimentos faciais fora de serie, apagam documentos de computadores através de um telemóvel, limpam o sebo a 150 mafarricos durante todo um filme, têm acesso a armamento de topo e depois ninguém consegue apanhar um gajo loiro numa multidão de gregos. 

O Jason é o melhor da turma dele, não há duvida disso, até porque ele dá tau-tau a todos os outros operacionais da CIA e os gajos nunca lhes ocorre que ele possa estar atrás de uma porta, assim à coca, para lhes espetar com a perna que falta à cadeira que está à frente deles, mesmo no alto da pinha.

Ainda assim, de todos os filmes do género este é o único que ainda consigo ter algum gosto a ver. Não tenho pachorra para ver as Missões Impossíveis e o Tom das Cruzes pendurado em aviões. Detesto o James Bond e aquela coisa de dar tiros para o ar e acertar no gajo que está a 500 metros à frente dele. Para não falar que o 007 me parece ser, acima de tudo, sobre um tipo que fala snob a papar gajas boas, mas mesmo boas.

Voltando ao filme. Este trata de um moço mais modesto. Mais comum. Eu gosto do comum. Nos dias que correm ser comum é cada vez mais uma irreverência.

Para além disso - muito por responsabilidade de senhor meu esposo - tenho ganho bastante apreço pelo Matt Damon porque é, de facto, um excelente ator.

Jason Borne foi o filme de ontem. Para quem gosta do género, aconselho. 

Para quem não gosta, mas aprecia moços pouco bronzeados com tronco definido e desnudo, é uma hipótese.

 

 

------ Gostar da Página ------

----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

--------Instagram--------

------Blogs de Portugal------

----- Seguir no Bloglovin -----

Follow

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

------- Mais sobre mim -------

foto do autor

------------ Arquivo ------------

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D