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Em busca da felicidade

"Juro que não demoro muito a pedir..."

Não sei explicar porquê, mas quando vou aos estabelecimentos comprar alguma coisa e a pessoa que está a atender está ao telemóvel fico sempre incomodada por estar a incomodar a chamada da pessoa. É uma espécie de uma sensação de me estar a intrometer na vida da moça que, coitada, estada a ter uma conversa amena com alguém, quem sabe a explicar alguma coisa e eu a chatear por causa de um pastel de nata.

Comporto-me sempre como quem esclarece "juro que não demoro a pedir o pastel de nata, até já tenho aqui o euro trocado...está a ver?!" 

Tudo para facilitar que a pessoa volte à sua vida...até parece que a chamada é por impulsos e alguém vai aparecer no fim do mês para cobrar um terço do ordenado aos pais.

 

(faço notar que fui atendida com toda a atenção do mundo por uma mocinha que estava a vender coisas carregadas de açucar na feira do livro...eu é que fico sem jeito porque apanhei a pessoa a meio de qualquer coisa e preferia não incomodar)

Random pain

A semana passada íamos no carro a caminho do trabalho e estávamos a aproveitar para ouvir mais um Maluco Beleza. O Rui Unas dizia que depois de ter tido filhos passou a acordar sempre com uma dor. “É random, sabes?! Umas vezes dói-me num sitio outras noutro.”

E eu pensei, é verdade. Mesmo.

Desde que fui mãe que parece que não há um dia em que não acorde com uma dor qualquer. Ou é um tornozelo, ou um ombro, ou o tórax, ou as costas, ou uma moinha na cabeça. Qualquer membro que ainda faça parte do meu corpo.

Dá a ideia que me levanto, penso de mim para mim que até não está mau e um quarto de hora depois lá está, a dor.

É comum dizer “É pá hoje dói-me não-sei-o-quê, não percebo porquê!”. Mas é só porque uma pessoa está viva.

Parece o corpo a partir de uma determinada idade, e especialmente depois de termos filhos, com o tempo que nos absorvem eles (os filhos), mais as tarefas e as responsabilidades, o corpo decide lembrar-nos que ainda temos coisas agarradas ao esqueleto. Tipo, dói-me o tornozelo, porreiro pá, tenho um tornozelo, já nem me lembrava do gajo.

É uma coisa estúpida que o corpo faz. Porque à partida, se não tiver lá um pé ou coisa que o valha uma pessoa dá nota porque se vê lixado no campo da mobilidade.

E fazer os ossos velhos entendem isto.

 

A minha incapacidade de avaliar arte

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 (imagem retirada da net, gostava muito de ter um em casa, o qual já teria vendido para ter uma vida mais desafogada, mas não tenho. Uma obra de um dos poucos pintores que sei apreciar)

 

Gostava de conseguir olhar para um quadro e sentir o que algumas pessoas dizem sentir (ou sentem mesmo) quando olham para um quadro, para uma escultura, etc. Gosto de quadros, confesso que tenho algum apreço por um senhor que quase ninguém conhece que é Picasso, mas de resto penso, sinto, sinto, penso e nada.

Quer dizer, a avaliar bem, os quadros da Paula Rego também me dizem qualquer coisa. Consigo perceber a história que contam. Mas depois há aqueles (de outros pintores cujos nomes desconheço) que são só traços e pintas e que não entendo. Quase dá a ideia que aquelas eram telas em que o pintor esteve a limpar os pincéis e que quando alguém da galeria foi levantar, um qualquer critico super intelectualoide, achou que aquele tinha sido um rasgo de sentimentos. Depois, dá-se aquele fenómeno meio amacacado, aquele em que quando alguém que os outros acham ser mais gente, ou mais entendido, vem dizer que aquilo é arte e depois todas as ovelhas dizer “ahhhh, sim, vejo, vejo, o sentimento, a dor”.

O pintor, esse, depois de lhe chamarem arte à tela borrada e de lhe acenarem com dinheiro e de o carregarem em ombros pelos sentimentos que fez sentir com aquela tela, percebe que mais vale estar caladinho.

Faz-me sempre lembrar aquela história do tipo que deixou um óculos pousados no chão de um museu e quando voltou para os ir buscar, toda a gente tirava fotos a dizer que era magnifico. Nem sabiam o quê. Ou como as pessoas entrevistadas no Lisboa fashion que sabiam as cores que gostavam de “estilistas” inventados por quem as entrevistava.

Tudo tem que ver com a pessoa que avalia. Com o que os outros - e dependendo de quem está a achar – acha daquilo que é feito.

Vou dar um exemplo.

Se eu, na sequência de uma conversa com a minha psicoterapeuta (que não tenho mas às vezes até me fazia bem) chegasse à concussão que pintar era coisa para me descontrair, e, em resultado disso pintar um quadro com 3 pintas, aquela tela não passa disso, de um quadro com 3 pintas. A família vai achar que é bom eu estar a seguir os conselhos da psicoterapeuta e talvez, apenas talvez, dependendo das cores das bolas, ainda se arranja uma parede refundida lá em casa para pendurar. Não como arte mas como forma de superar os meus demónios.

Se um qualquer pintor conhecido (não me lembro do nome de nenhum vivo) calha a pintar o mesmo quadro tudo muda. A pinta da esquerda é dor, a do meio o sofrimento e a da direita representa o recalcamento da raiva que o pintor sentiu quando a tia Clotilde lhe deu uma galheta na sequência de ter andado enfiado dentro das capoeira a sacar as penas às galinhas.

Tem tudo que ver com quem avalia.

É como o que se escreve, o que se canta.

Tinha um puto amigo na escola que dizia que quando uma banda começava a ser muito conhecida deixava de gostar dela. Não porque a musica piorasse, nada disso, era só porque já havia muita gente a gostar. Como se, caso a banda de afeição fosse uma coisa que quase ninguém conhecia o tornasse mais exótico. Mas não tornava, pensando hoje bem na coisa, só fazia dele parvo.

 

É como quem vai a exposições e acha apenas que é tudo “tremendamente qualquer coisa” porque “bué” não se usa numa galeria d’arte.

 

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A vida é uma maravilha, amor!

Welcome to Cagaíbas!

A place of tremendous fun around the toilet.

 

 

Passámos o sábado em voo, sem se dar conta de grande coisa, no Domingo fizemos escala nas Ilhas Gregos e chegámos finalmente às Cagaíbas.

Toda a família! Uma maravilha de férias. Só faltam mesmo umas bebidas com chapéuzinho colorido à acompanhar com os imodium e às canjas de galinha.

O Nuno já andava a atirar para o mal, o pequeno idem-idem e eu julgava-me ilesa até ter acordado com os olhos em formato besugo.

Pensei, contudo, de forma errada, que karma terminava aí. Nada disso. O meu tinha algo de muito mais interessante guardado para mim.

Hoje fomos com a Tulipa ao veterinário. Mais uma conta e chegámos, confortavelmente, aos 200 euros e qualquer coisa de despesas (entre 2 tratamentos).  

Uma nota. Nunca mais na minha vida volto a ter cães de raça. E muito menos brancos! De hoje em diante apenas rafeiros e de preferência dos que já fizeram estágio de rua. Tive uma rafeira que desencantei num prédio em obras e só me deu despesas 2 meses antes do fim. Estes desgramados já me gastaram o suficiente para uma viagem de luxo em família a Nova York (em época pré-Trumpas, que agora devemos ser logo devolvidos).

Adiante.

Estava eu a segurar a cadela e a doutora que temos de continuar o tratamento e que temos de limpar isto e talvez pôr capacete (funil) e mais não sei o quê e eu começo a perceber que vou esbardalhar-me em grande estilo. Começo a deixar de ouvir a médica, a sentir que se me esvaiu o sangue do corpo. Sento-me.

Não disse nada à médica.

Ela estranhou.

Mas eu tenho um ar estranho. Podia só ter-me dado para aquilo.

Continuo a ficar mais branca.

"Não se está a sentir bem pois não?"

Acenei que não.

Lá foi a veterinária buscar água com açúcar.

Já fui atendida por muitas especialidades, veterinária é a primeira, quem sabe se não será a certa para a estirpe de animal que eu sou?!

Continuamos a consulta. Foi a cadela para ser atendida e a determinada altura estava eu sentada a beber água com açúcar, a cadela a levar uma injeção, o Nuno com o pequeno ao colo que se desgrenhava para dar cabo do consultório e o Ghandi a ver se ninguém dava por ele.

Ouvi o resto que a veterinária tinha a dizer. Saí com os votos de melhoras e a dúvida se seriam para mim se para a cadela.

Chego à caixa para pagar e estava um reformado. Contava devagar histórias à moça da caixa. Vagarosa. Simpática mas vagarosa. Acredito que boa moça, mas eu já estava capaz de gritar "despachem-se" quando o reformado se despediu e foi-se embora.

Oitenta a nove mais não sei quê.

Fiquei pior.

E ainda tenho de ir comprar gotas para pôr nos ouvidos da Tulipa.

Que belas férias. Cansados como estávamos, era mesmo disto que precisávamos!

Maravilha, é o que vos digo!

Só falta o puto aparecer com uma alforreca na cabeça e fica perfeito!

 

 

(nota importante, ninguém deu Imodium ao puto)

Eu sou o monstro das manhãs

me.jpg

 

Não sou uma pessoa das manhãs. Ou como diriam os americanos “i’m not a morning person”. Aliás, sou o completo oposto. Acordo, praguejo, levanto-me 20 minutos depois porque o Nuno insiste. Vou à casa de banho e lentamente vou arrumar as coisas para o pequeno almoço e a mala do almoço. Preciso que os outros habitantes da casa me contornem e evitem dirigir-se a mim.

Nesse momento estou a tentar lidar - recorrendo ao único neurónio disponível - com a frustração de não poder acordar ao sabor do nascer do sol. Arranjo forças para sorrir a sôtor porque afinal de contas ele é ainda mais importante que o sol. Quando ele acorda nasce o meu dia.

 

Sôtor é assustadoramente meu filho e tem mau acordar como a mãe. Entendemo-nos lindamente de manhã. Normalmente só corre menos bem se um de nós estiver mais acordado que o outro. Ambos partilhamos o desejo de voltar para a cama. Tal como fizemos todos os dias nos primeiros 4 meses de vida dele.

 

Quando alguém impede este mecanismo de combustão lenta o meu cérebro entra em colapso e o único neurónio ao serviço levanta-se, vai até à primeira parede que encontra e fica lá, a bater com a mona proferindo o mesmo mantra “fuck, fuck, fuck-fuck-fuck, fuck, fuck, fuck-fuck”. Isto só se remedeia quando outro neurónio percebe que a torre de comando está ao Deus dará e manda reforços. Um neurónio para substituir o que está marado, duas neurónias enfermeiras, um colete de forças e um neurónio psiquiatra que diz “está a ter uma crise psicótica. CHOQUE” e levam-no já inconsciente para uma sala almofadada onde dorme 5 dias para depois ser acompanhado por dois ou três meses procurando evitar a situação que funciona como trigger aos momentos de crise.

Nessa altura o nerónio ao serviço manda comprar pão de Centeio com manteiga para remediar a situação.

 

Será que é o principio do fim?

donald-trump.jpg

 

A noticia do dia hoje é a tomada de posse de Donald Trump como presidente dos EUA. Momento este que custará uns estimados 200 milhões de dolares. Ao que parece a maior parte deste dinheiro será gasto em segurança.

Eu diria que é em segurança e em artistas, porque não está fácil encontrar quem queira atuar para esta desgraça. Faz-me lembrar o Titanic, quando os três desgraçados dos músicos  continuaram a atuar mesmo quando se estava a escangalhar todo e a ir ao fundo.

Houve um coro Mórmon que aceitou atuar, ainda que um dos elementos tenha desistido. Com um coro Mórmon imagino que aquilo vá ser para lá de animado e emblemático. Também terão conseguido contratar as The Radio City Rockettes (não conheço), mas um dos elementos já se manifestou envergonhada e desapontada nas suas redes sociais. Como te entendo Rochette que não conheço, mas é a vida, todos temos de ganhar o pão e às vezes engolir sapos. E este é um sapo bem feio. Parece uma experiência que correu mal.

Confesso que li várias vezes a parte da noticia que fala no valor gasto porque parecia uma brincadeira, 200 milhões de dolares. Tudo o que se podia fazer de bom com este dinheiro, e vê-lo assim, tão mal empregue.

E pronto, no fim do dia de hoje só fica mesmo a faltar o planeta bully vir acabar com isto. Ou se calhar o tipo desiste, o Trump adiantou-se.

Comunicado à população leitora

Nova-Imagem-2.jpg

 

O porquê do Comunicado

Devo estar a ficar famosa porque vai na volta e lá me batem à porta uns elementos que mais valia ficarem lá pela vida deles. E toda a gente sabe que malta dessa só bate à porta dos famosos.

Ontem, estava eu bem descansada na minha vida quando recebo um comentário a um post escrito no inicio de Outubro (Outubro senhores!).

Já toda a gente sabe o profundo carinho que tenho por comentadores anónimos e ali estava um, anonimozinho, a dizer “Ai esse português…”. Eu, de pessoa simpática e calorosa que sou nestes dias de pico de frio lá com as frentes que vêm de outros continentes, respondo enfatizando o profundo carinho que tenho por comentários de pessoas que mais parecem postas de pescada que não servem para nada e mais valia não terem sido ditos por ninguém porque não me recordo de existir gente de nome anónimo.

Respira, inspira que foi à Saramago, esse danadão que não usava os pontos e as virgulas como manda a lei.

A pessoa, que passou ao lado numa excelente carreira na PIDE da Língua Portuguesa, colocando nas catacumbas todos aqueles que se enganam e profanam a língua de Camões, esclarece que andava à procura de receitas de sopas e deu com o meu post, tendo percebido que faltava um “h” num “à” e mais lá uma qualquer gralha de escrita. Que afinal a senhora tem nome e se chama Ana, mas que, como não tem perfil no Sapo não assinou.

 

Ora este comentário, ao qual já respondi, leva-me a duas questões, ou observações, vá!:

 

1ª – O que é que leva uma pessoa que anda à procura de receitas de sopas a ler um post com este titulo: Momentos em que eu gostava de subtrair os meus próprios olhos à colherada - #1? Terá sido por causa da colherada? Por andar à procura de receitas com o ingrediente olhos? Porque raio? Não interessa.

 

2ª – Estamos perante uma pessoa a quem não escapa qualquer escorregadela na Língua Portuguesa (não sei se é afeiçoada ao acordo ortográfico ou não, mas também não me interessa) mas ao que parece não conseguiu perceber que podia assinar com o seu nome no comentário mesmo não estando registada. Ou se calhar não quis perceber. Porque é sempre mais fácil arrotar larachas para o ar do que dizer, eu Joaquina de tal acho que você escreve mal. E até rima! Hummmm. Toma lá poesia!

 

Esta situação faz-me lembrar a descrita neste post. Isto é malta que anda enraivecida com a vida e que procura na net sacos de box virtuais. “Ai, ofendeste a minha Língua, ofendestes, toma lá um comentário para te punir!”. E eu ali, a sentir-me punida, açoitada, de lombo vergastado.

Ou então não!

 

Agora "o" Comunicado

Pessoas que não cometem erros, não venham a este blog. Ou venham mas guardem as vossas opiniões. Ou deem, tanto me dá. Sempre pode ser que encontre uma forma de me rir deles. Como agora. Porque é preciso uma pessoa ter uma vida um tudo nada vazia para andar à procura de receitas de sopas e acabar a chamar a atenção de outra para a falta de um "h", num post, de um blog, que nada tem que ver com receitas do que quer que seja. Muito menos sopas.

Já aqui disse e volto a dizer. Eu dou erros a escrever. Muitos erros. Tal como dou muitos erros a viver. É a vida, faz-se o melhor que se pode. Não há cá perfeições. Nem a Barbie é a mulher perfeita, loira, boazuda e calada que nem um rato, havia eu de ser. Este é um espaço publico, livre, e profundamente meu. Não recebo 1 cêntimo pelo trabalho que me dá, por isso não me moam a cabeça com correções de português. Só Deus e eu sabemos que a maior parte das vezes não volto a ler o que publico.

 

Sobre aquilo do fim do mundo

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Há umas semanas dizia-me o Nuno que leu no jornal que uns cientistas ou lá o que é dizem que vem em direção ao planeta terra um planeta com três vezes o nosso tamanho. Diz que o bicho está lançado e vai embater connosco com toda a força, dizimando-nos.

Uns dias depois alguém foi encontrar uma profecia de um senhor lá para 1500 a dizer que no ano em que nevasse 3 dias seguidos numa determinada cidade italiana, o mundo ia acabar. Nevou três dias seguidos numa determinada cidade italiana.

Hoje de manhã enquanto tomava o pequeno almoço via as noticias da TVI. Ora diz que uma chamada para o saúde 24 custa uma média de 12 euros, o que é bom. Uma pessoa está a ter um AVC e para se safar é bom que tenha saldo no telemóvel. Depois aparece uma senhora que foi atacada por um cão e, na sequencia dos exames necessários descobre que tem uma bala alojada no torax.

Mas que raio…mas atão a mulher nunca deu conta que levou um tiro?

Ao que parece há mais de 24 anos o ex companheiro da senhora deu-lhe dois ou três tiros de caçadeira. Os outros saíram e a senhora pôs um penso. Esta, calhou a nunca incomodar a senhora.

Ainda não eram 7 da manhã e eu pensei. O planetão bully já não vem acabar com nada.

Não há nada para dar cabo.

Alguém tem de lhe ligar a avisar que não vem pá’qui fazer nada, porque isto de fazer um bully perder tempo é coisa para o deixar ainda mais furioso.

É coisa para me fazer lembrar daquela senhora amiga da minha avó Gertrudes que quando foi assaltada não avisou os meliantes de que os brincos eram de pechisbeque. Danados, depois de terem levado uma nega na loja de penhor, os tipos fizeram-lhe uma espera e deram-lhe umas lambadas porque os brincos não eram de ouro.

 

(e sim, esta história é verdadeira, a da amiga da minha avó)

Coisas que me dão alento...

...a minha colega do lado acabou de mandar abaixo um iogurte passado da validade há 6 dias. E a única coisa que a preocupa é que esses 6 dias não são todos dias úteis.

Imagino as bactérias uma para a outra.

- Então vamos-lhe dar uma caganeira?

- Não pá, então não sabes que caganeira é só ao fim de 10 dias úteis em frigorifio e 3 dias corridos ao sol.

- Tens razão pá. Tenho de reler o regulamento. É da idade.

Isto de não me sentir a única chalupa dá-me alento.

Desculpa lá A., se ficares sentida com a minha escritura apago.

Depois diz-me durante quantos dias úteis ficas chateada.

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