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Em busca da felicidade

Tá calada gorda!

Tenho por habito chamar a cadela de gorda. Nada especial, tirando o facto de que ela tem mais 25 % de peso do que devia ter. O resto são detalhes.

Vou com a cadela e começa a cantoria do costume...ninguém pode estar no mesmo passeio que a donzela. Já passada digo-lhe.

"Ai cala-te gorda."

Quando olho para o lado estava uma moça digamos que com algum peso a mais a olhar para mim com ar de quem me vai espetar uma murraça. Eu volto-me para a cadela e repito.

"Ó gorda não precisas de estar sempre a reclamar."

A rapariga apaziguou o olhar...percebeu que não era para ela...mas ficou um clima estranho...

Ainda se houvessem pilas de fêmeas...

...eu era capaz de compreender a razão desta pesquisa. Agora "pilas de machos" parece-me uma coisa um tanto ou quanto redundante. Uma espécie de chover no molhado mas com pénis. Que, não podemos deixar de referir, têm mesmo de ser masculinos. Isto é claramente pesquisa de uma pessoa que não só chumbou a biologia, como teve profundas dificuldades em ultrapassar os TPC de Estudo do meio.

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O outro termo de pesquisa justifica-se...afinal de contas fiz um comentário no blog.

Bom rir com o cinema espanhol

 

 

Pode ser maturidade. Pode ser fartura do cinema americano. Mas a verdade é que cada vez mais me seduz o cinema europeu, especialmente o francês, ainda que o cinema nacional esteja a melhorar a olhos vistos. 

Este fim de semana experimentámos uma comédia espanhola. Não é a primeira vez que vejo filmes espanhóis, mas já há muito tempo que não escolhia um. Provavelmente desde que vi um do Almodôvar, para aí há uns 10 anos.

Está comédia está de partir o coco a rir. Tão boa que domingo à noite acabámos com mais cinema europeu, ontem uma comédia francesa. 

 

 

Não há nada como um homem agarrado ao varão

Uma pessoa passa meses em que decide que não vai escrever mais num sitio. Mas depois a vida traz-lhe acontecimentos à porta e a pessoa fica com ansiedades de desconstruir todo um rol de cáca mental que se lhe apossa da mente.

Hoje uma colega de trabalho lembra-se de contar, a plenos pulmões e em sede de departamento com elementos tremendamente estudiosos do comportamento humano, que esteve no fim de semana passado num jantar onde estava um moço (pelos vistos bem apessoado) que é instrutor de Pole Dance.

 

Esclarecimento que ando cá é para ensinar

Para quem não sabe o Pole dance é a também conhecida dança do varão, em que a pessoa depois de passar bem as mãos por farinha - por vias de evitar o esfrangalhamento das faces caso se agarre ao pau e a mão escorregue – se agarra a um pau de ferro e procede a um conjunto de acrobacias (também conhecidas por macacadas sensuais). É um género maioritariamente conhecido (e apreciado) pelos homens, envolve sempre a colocação de notas na roupa interior de outra pessoa (só não envolve quando o tipo é um forreta e acha que por ter pago a bebida já não gasta mais nada no bar de cores duvidosas).

 

Ora dizia então esta colega - que prontamente se disponibilizou para procurar uma fotografia do moço, que por sua vez se encontrava em tronco nu, tremendamente sarado e dificultando que uma pessoa lhe avaliasse as qualidades faciais – que este belo espécime do sexo masculino é apenas instrutor e que aquilo é mais difícil do que parece. Que o moço é perfeito, dança, tem um sorriso magnifico, tem um corpo “ufa” (ou lá o que isso significa) e ainda gosta de animais. Até porque o dito quando não está agarrado ao varão de sunga ou seminu nas suas fotografias do Facebook, traz debaixo do braço um belo cãozinho pequeno que trata com carinhos vários.

Um mimo.

 

Eu, de pessoas ceptica que sou, vejo-me a braços com o pensamento, “mas para que raio serve um gajo que se agarra a um poste nos tempos livres?”

É que isto de estar casada há quase 10 anos faz com que uma pessoa se veja na necessidade de pensar nas coisas pelo seu lado mais prático. É possível que em tempos pudesse achar interessante ou até engraçado um individuo que fizesse macacadas com um poste. Hoje, não há nada mais sensual que chegar a casa e ver o homem agarrado ao aspirador. Ali a aspirar forte e feio o chão. O sentimento de descanso que se tem quando se percebe que já não há pelos dos cães a cagar o chão todo. E mais, que a tarefa não sobra para uma pessoa.

Ah, mas e então e de avental nú a fazer o jantar?

Pessoas, minhas. Tucanos tontinhos de meu coração. Antes de mais o asseio. E aquela coisa das nove semanas e meia com comidinha da boa espalhada pela pessoa abaixo é coisa para me deixar cheia de comichões. Depois, com a idade a fazer-se notar uma pessoa gasta mais nos biológicos. E andar a brincar com aboboras bio é coisa de quem ganha mais que eu ou de quem não sabe o quanto a vida bio custa.

 

Momentos em que devia cair uma bigorna do céu #6

bigorna.jpg

 

Já há algum tempo que não mandava descer bigornas com força em cima de gente parva.

Hoje apanhei mais uma espécie de ave rara.

É uma espécie quem tem ganho espaço e que até conduz. O tipo de pessoa que parece sofrer de um tipo de síndrome de Moisés atualizado.

Malta que vem na faixa da esquerda e que, apesar de a 100 metros estar trânsito intenso, todos os carros parados, ainda faltam mais de 5 km para a ponte, vêm ali, a esmifrar, a esfrangalhar os carros, fazendo sinais de luz aos veículos da frente. Para que saiam, abram alas para ao meninos passarem.

Depois param.

Arretam!

Para quê pessoas?!

Porquê, pessoas?!

A não ser que a aventesma que está dentro do carro ache mesmo que se vai abrir uma fila pelo meio das filas para a sua passagem, mais ou menos como Moisés fez à água, não faz sentido.

É, como hei-de dizer, estúpido!

Ocorre-me apenas uma coisa…

BIGORNA!

Detesto frases feitas #2

Nada é impossível até acontecer

 

?????

Grilos

WTF

 

 

Uma pessoa passa por todos estes estádios emocionais. Depois pede apoio só para ter a certeza de que não está a pensar mal. E por fim conclui o que já sabia…não faz sentido.

Então a coisa torna-se impossível depois de acontecer, é isso?!

 

Tá certo!

 

É a moda das frases inspiracionais. Tanto inspiram que depois já nem fazem sentido. E o pior é que tenho cá para mim que ninguém pensa muito nisso. É só o “uaaau, pois é!!!! Brutal!”

 

Não, não é brutal. É parvo. Porque não faz sentido.

Frases que tendem para o idiota e afligem o recetor

Então estás aqui?

Não. Não estou. É uma merda de um holograma que está aqui programado para te responder a essa pergunta acutilante e deveras perspicaz. Não, não estou aqui. Neste momento estou como a tipa do anuncio do Jumbo, estou a passear o cão e, numa espécie de sentimento semelhante ao que tenho a ter esta conversa, estou a apanhar mais um cocó dos meus cães. E se damos continuidade a isto ainda entro no sentimento de quem quando vai a fechar o saco se apercebe que tinha um buraco e está a segurar nas fezes com a própria mão.

 

Aí, não sei como é que consegues comer isso!

Não sabes nem tens de saber. Alguém te de deu a provar? Preparei para o teu lanche, para o teu almoço, quem sabe para sua seia ceia? Não, pois não! Então papai o que vos apetece e deixai-me a mim e às minhas comezainas da mão.

 

Já voltaste?

(depois de ter ido fazer alguma coisa)

Não. De maneira alguma. Tu é que estás a alucinar. E no meio do teu anseio por mim já me vês aqui com os sacos do continente e os pacotes de leite que tinha ido comprar. Mas não, não estou aqui.

 

E se eu fizer "não resoluções", pode ser?

frases_de_ano_novo.jpg

 

Estamos na reta final do ano e por toda a parte se fazem resoluções. Toda a gente quer ver 2016 pelas costas e dar as boas vindas ao novo ano. Como já é habito, já cansados do ano velho, em que fizemos promessas a nós mesmos, muitas vezes as mesmas de todos os anos, sempre acompanhadas da frase "mas este ano é que vai ser". Queremos que venha Janeiro numa esperança de que as chatices fiquem presas a uma qualquer estaca que faz parte do ano velho e que a 31 lá fiquem retidas as malditas.

Uns fazem resoluções, outros dizem que não querem fazer grandes compromissos, há os que não acreditam nessas coisas e os que fazem pouco dos que as fazem.

Tenho as minhas, claro, mas essas ficam só para mim. Guardadinhas em papel.

Por isso pensei em pegar no tema de outra forma. Então e se eu fizesse "não resoluções"?

Em vez de falar do que eu pretendo fazer, falo do que eu não quero fazer em 2017. É mais ou menos o mesmo mas pela negativa, só assim para ser diferente, porque tenho a mania que sou esperta ou coisa que o pareça.

De maneiras que.

 

 Em primeiro lugar, faço todas as intenções de não falecer. Essa é muito importante, porque sem essa não dá para cumprir as resoluções nem as não resoluções.

 

 Não fazer dieta, até porque está mais do que visto que não resulta.

 

 Não me escangalhar toda, diz que é coisa que doí.

 

 Não cometer nenhum crime, acima de tudo porque depois me faz anotações no registo criminal e isso tende a dificultar aquisição e/ou manutenção de emprego.

 

 Não pintar o cabelo de louro, era capaz de ficar a parecer uma ave rara pior que o Bieber.

 

 Não gastar dinheiro em coisas parvas (vá tinha de pôr aqui uma que não é para cumprir) e já agora...

 

 ... não me chatear com gente parva (outra que só cumpro p'aí até final de Fevereiro e mesmo assim lá pa dia 20 já está a ser esticadinho, que isto a magia do ano novo passa rápido).

 

 Não me candidatar à presidência da republica, não só porque não vamos entrar em ano de eleições, mas também gosto que chegue do nosso querido Marcelo para lhe querer ficar com o poiso.

 

 Não comer chucrute, que é uma coisa feia e com ar a atirar para o nojento.

 

 Não comer favas (a não ser que sejam fritas, essas já marcham).

 

 Não ir para a praia de biquíni brasileiro (já não tenho idade para isso e de qualquer das maneiras nunca tive lombo para a coisa).

 

 Não ofender outros condutores que, às 7 e meia da manhã insistem em estar mais preocupados com a batida da faixa ao lado do que em chegar a horas ao trabalho, energúmenos (esta é mais uma para não cumprir, até 2 de Janeiro devo conseguir, até porque 1 é feriado).

 

E é isto pessoas. "Não resoluções".

 

Pode ser assim?

 

 

Coisas que me deixam feliz

Entrar na página principal do Sapo e perceber que o João Quadros passou a fazer parte da escrita de crónicas para a Sapo24.

É qualidade senhores. Qualidade e gargalhada garantida.

Como se não bastasse ainda começou em grande ao falar desse flagelo que esfrangalha a condição nervosa de uma pessoa, que são, nada mais nada menos, que os embrulhos de natal. Pior, a malta que embrulha bombons e garrafas de vinho baratas.

Esta foi a primeira crónica. E já me ri. E que contente que fiquei.

Sapo, já viste que sem fazeres nada em especifico-concreto para a minha pessoa me deixaste tão contente.

Sapo, que és do Reino Animalia, Filo Chordata, Classe Amphibia, Ordem Anura...

És o maior anfíbio de todos os tempos.

Para quem tem dificuldades com caminhos, aqui fica o link para ser fácil, fácil.

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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