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Em busca da felicidade

Panquecas sem glúten e sem laticinios

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É verdade que este é um tasco. Mas é um tasco gourmet. Aqui há caracóis, mas também há receitas boas, mas mesmo boas de coisas da moda como é o caso das panquecas sem uma serie de cenas.

Estas são as que fiz este fim de semana e que ficam para durante a semana. Basta deixar no frigorífico.

(As fotos estão uma bosta, mas isso é porque uma pessoa não pode ser boa em tudo e eu sou péssima na fotografia).

Assim, passando ao que interessa:

 

Ingredientes secos

100 gr de farinha de arroz

25 gramas de farinha de coco

1 colher de sopa de açúcar de coco

1 colher de sopa de linhaça dourada

1 colher de café de fermento em pó

1 pitada de sal

 

Ingredientes líquidos

3 ovos

200 ml de leite de soja (pode ser outro leite vegetal)

1 colher de sobremesa de óleo de coco

 

Preparação

Juntar todos os ingredientes líquidos e bater bem.

Juntar as farinhas peneiradas.

Adicionar o açúcar de coco, a linhaça, o sal e o fermento.

Usando uma frigideira anti aderente, se recurso a nenhuma gordura, colocar na frigideira (já quente) meia concha de sopa de massa. Assim que começar a fazer pequenas borbulhas, virar.

 

#voilá

 

Dor de burro, alguém percebe disto?

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Não sei quem a inventou, nem de onde raio é que ela vem, nem porque é que a temos e, pelo que já pude ver, não há quem tenha uma explicação clara para esta chata desta dor, que não deixa uma pessoa assim para o mal-mal-mal, mas que aporrinha que se farta.

Nas ultimas, sei lá, duas semanas talvez, lá me aparece esta chata da dor de burro. Muitas vezes quando corro, concentro-me para ver se passa. E passa, mas muitas vezes só no fim. Outras vezes a desgraçada aparece-me mesmo estando eu parada.

 Será que isto é o universo a dizer que me acha burra?

 

Alguém por aí que tenha alguma mezinha para esta maldita?

 

Comidinha free de uma porrada de coisas

queques.png

 

Ontem, a lavar as minhas vistas no Intagram dei com uma publicação da Sónia Morais Santos do blog Cocó na Fralda, em que a Sónia falava que estava "proibida" de comer um conjunto de ingredientes, considerando que tinha feito um teste de intolerâncias e o resultado tinha indicado que lhe faziam mal (ou menos bem) determinadas coisas.

Eu, que desde final do ano passado tenho feito alterações à minha alimentação, passando por altos e baixos, mas tentando manter um mínimo de cuidados, decidi ofertar os meus parcos e nada fundamentados conhecimentos. Tudo o que sei resulta de tentativa e erro...informo já!

Eu comecei a fazer algumas escolhas diferentes porque sofro de problemas de estômago, os quais começaram com uma bactéria e uma ulcera e só se agravaram pelo sistema nervoso e duas gastroenterites que apanhei com o meu pequeno.

Para quem não saiba, e esta é uma informação passada por um médico gastro, depois de uma gastroenterite severa é possível que o estômago se torne intolerante ou mais sensível a determinados ingredientes.

Assim, pesquisei informações sobre testes de intolerância e percebi que para a maioria das pessoas os alimentos mais propensos a intolerâncias eram os mesmos. Dessa forma (e porque o teste é caro) comecei por retirar o leite e laticínios. Daí, e percebendo as melhorias, encontrei o livro do Dr. Manuel Pinto Coelho. Decidi experimentar, 1 mês sem glúten, sem laticínios, sem açúcar.

A primeira semana foi difícil, mas nas restantes os benefícios superavam a privação, especialmente do açúcar.

Depois deste mês voltei a comer algumas coisas, até porque também estive de férias e não gosto de fazer restrições em momentos de lazer. Afinal de contas, que saiba, não tenho, felizmente, nenhuma condição física que me obrigue a estar longe de alimento algum. E para além disso não fui feita para vida de celibato!

Não me querendo alongar em demasia, uma vez que pretendo apenas enquadrar quem ler este post, as alterações que fiz resultaram da minha procura permanente por me sentir melhor e pela experiência com alimentos e ingredientes diferentes daqueles que são a base de alimentação da maior parte das pessoas.

Como gosto de comer, especialmente doces e porque o meu pequeno almoço era todos os dias igual ao da maioria dos portugueses (pão com fiambre + galão ou torrada carregada de manteiga + galão) comecei a procurar formas de fazer pequenos almoços práticos e saborosos. Se não me agradar sou incapaz de comer.

Assim, posso dizer-vos que os meus pequenos almoços variam, hoje em dia, da seguinte forma:

panquecas (sem glúten, sem laticínios e sem açúcar), acompanhadas por fruta fresca e como toping uso: mel ou chocolate preto derretido com um pouco de óleo de coco.

Batidos de fruta (para acompanhar panquecas ou tapiocas), sempre com leites alternativos e optando por adicionar algumas coisas de nome estranho, como a spirulina e a maca (também não ponho açúcar)

Tapioca, que normalmente faço com ovo mexido.

Iogurtes alternativos (soja, amêndoa ou coco) de preferência sem açúcar. Ponho na liquidificadora ou com a ajuda da varinha mágica, bato-os com fruta para retirar daí o doce. Como topings uso fruta fresca, bagas de goji, frutos secos, o que me apetecer nesse dia. Ah e ponho sempre canela...faz tão bem e eu adoro.

 

Assim, e no meio desta minha demanda achei que era boa ideia criar um blog com receitas. Depois percebi que não tenho pachorra nem jeito para blogs de receitas, dão muito mais trabalho que estes e depois eu parece que tiro as fotos com os pés, porque a comida não fica com o bom aspeto que devia.

Se clicarem aqui têm acesso a esse blog.

Também aqui no Em busca da felicidade já publiquei uma receita de queques sem glúten, sem laticínios e sem açúcar. Podem ver a receita aqui. (São os da foto)

Para além das coisas que eu invento que basicamente são receitas comuns mas em que eu altero os ingredientes para o que mais me convém, consulto muito o site da Mafalda Pinto Leite. Diria que na cozinha é a minha idola.

Coloco este post porque depois de me ter oferecido para mandar para a Sónia Morais Santos as receitas, houve algumas pessoas que me pediram para lhes enviar também. Assim é mais fácil.

Depois digam-me se gostaram e se querem que coloque aqui no Em busca da felicidade mais coisas que vou experimentando.

 

 

Encontro imediato com o objeto do demónio

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Esta semana fui ao ginásio apenas uma vez. Ando de rastos e não está fácil ter forças e muito menos vontade de, pegando na minha parca hora de almoço, me enfiar em roupas de treino e ir malhar.

Mas lá fui na terça.

Optei por uns minutos na elíptica e depois algumas máquinas.

Acabadas as series no leg press ponho-me a caminho de uma máquina de braços cujo nome ainda não consegui descortinar e pumbas, ambas as máquinas disponíveis ocupadas.

Uma com um jovem que tinha acabado de chegar e outra com um senhor com idade para ser meu pai que fazia 3 repetições pejadas de sopros sonoros e parecia que nunca mais dava de frosques dali.

Olhei para o relógio e decidi que podia antes fazer umas flexões.

Assim fiz, assim fizemos.

Acabados os abdominais e as flexões reparo que acabava de vagar um apetrecho que mais não é que um pau com uma espécie de pneu (ou duas rodas) a meio. É suposto uma pessoa pôr-se de joelhos e deixar rolar para a frente e voltar para trás (como na imagem). Já tinha visto muita moça a fazer aquilo e pareceu-me, assim de assistente, bastante simples.

Pessoas, julguei que falecia antes de regressar da primeira.

Contudo, como ninguém tinha desistido depois de fazer apenas uma vez, fiz 5. Depois mais 5 e depois mais 5.

Impecável.

Ontem estava com dores.

Hoje tenho problemas a rir.

Posso afiançar-vos que é um objecto criado por um sacana de um masoquista. E estou na ideia de comprar um lá para casa. Chama-se AB Wheel e é um tormento do caraças.

 

Ainda agora entramos em 2017...

...e já tive a confirmação que o mundo continua o mesmo.

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Saí para ir dar a primeira corrida deste ano. Fraquinha é certo, mas a primeira. As comezainas de ontem e o facto de ter treinado ainda ondem já depois das 18 fizeram com que as pernitas não dessem para mais.

Ora estou eu ali nos primeiros 250 metros quando passa por mim um cota barrigudo, de bicicleta, totalmente apetrechado com tudo e tudo, mesmo daqueles que comprou o arsenal no natal, como prenda de si para si mesmo, convencido que a compra de todos os bens o faria garantidamente treinar neste 2017. E, munido do seu valente atletismo com menos de 24 horas, grita para mim:

- MAIS DEPRESSA, PÁ!

Eu, não fosse ser ainda dia 1 e estar a trabalhar naquela única resolução de desenvolver as 5 dioptrias para a estupidez. Não querendo desistir já. Não lhe disse nada.

Calha a ser em Fevereiro e levava um:

- P'ó car$%&/!

Mas pensando bem, provavelmente em Fevereiro já ele arrumou as sapatilhas e a bicla da resolução.

 

Enfim, o que interessa é que 3,5 km (miséria) já cá cantam...o resto é conversa.

 

Amanhã vou pôr um alarme...

...de hora a hora a dizer:

Bebe água

Bebe água

BEBE ÁGUA

Bebe água

É o segundo dia que passa e eu não bebo uma gota de água.

É uma vergonha!!!! 😤😠

Uma corrida...resolve quase tudo

Uma corrida não resolve tudo. Não vai ao super comprar aquele ingrediente que falta para o jantar. Não limpa a casa. Não passeia os cães. Não dá banho ao miúdo e muito menos o entretém enquanto passamos a roupa a ferro.

Uma corrida não resolve as tarefas do nosso dia a dia.

Uma corrida não resolve tudo...mas resolve quase tudo. 

Uma corrida livra-nos do stress do trabalho. Descarrega a ansiedade dos nossos compromissos. Aligeira o peso que trazemos ao peito de tantas responsabilidades. Faz-nos sentir melhor, mais capazes, mais corajosos. Quase invencíveis. Se conseguirmos mais aquele quilometro. Se conseguimos mais aqueles quinhentos metros. Que se lixe, se conseguirmos mais aqueles 100 metros a que nos propusemos.

Ultrapassamos as barreiras que nos impomos a nós próprios e sentimo-nos mais felizes.

Uma corrida não cura doenças nem salva o planeta, mas salva-nos de sermos engolidos pela própria vida, um quilometro de cada vez.

Hoje foi dia de uma corrida curta. De recuperar os pulmões que foram fustigados. Mais uma volta ao jardim que das ultimas duas corridas. Mais uma volta de cada vez.

Sempre com a melhor música a acompanhar, aquela que me lembra do essencial:

 
Don't give up, I won't give up
Don't give up, no no no
Don't give up, I won't give up
Don't give up, no no no
I'm free to be the greatest, I'm alive
I'm free to be the greatest here tonight, the greatest
The greatest, the greatest alive
The greatest, the greatest alive
 
 

 

Um jantar vegan

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Aos sábados gosto de ir ao mercado aqui da terra.

Gosto de ir às bancas do final e ver o que os pequenos produtores têm nessa semana. Legumes e frutas da época. Sem carimbos de validação biológica, mas mais orgânicos de qualquer um. Plantados pela pessoa que está a minha frente e colhidos pela mesma. Os molhos de nabiças presos por um cordel. O "quer um pedacinho de salsa?" antes de pagar e fechar a conta. O caderno onde aponta com lápis o preço de cada legume. As contas feitas à mão com a ajuda dos dedos para não errar num cêntimo.

Nem sempre consigo organizar os sábados para ir ao mercado. Mas este sábado passado consegui. Entre sestas do pequeno e o levar a Tulipa ao veterinário lá consegui dar um saltinho ao mercado.

Fiquei pela senhora da esquina, à esquerda de quem entra. Já lá tinha comprado duas ou três coisas e desta vez foi tudo.

Maçãs, pêras, uvas, couve, batata doce, xuxu, alfaces (a 0.50 €, dá para acreditar?!). No fim ainda me ofereceu um molho enorme de salsa e coentros acompanhados de um valente beijinho de bom fim de semana e os desejos de uma boa semana. Contente pelos 15 € que lá gastei por uma sacada de legumes "dos bons". Inconsciente dos preços que se praticam nas quintas catalogadas de biológicas. Onde pagaria 3 vezes o preço.

No meio das coisas que de lá trouxe veio um belo pedaço de abobora. Estamos no tempo dela e aquela luziu-me o olho.

"Plantada e colhida por mim", dizia a senhora.

Lá trouxe. Arranjei-a. Toda em cubos e posta no congelador para não deixar estragar.

Uma parte para a sopa do príncipe, o resto logo se via.

Ontem andava nas minhas visitas aos blogues do costume. Dei com este caril de grão de bico e abóbora, nem de propósito.

Tinha tudo em casa menos o leite de coco. Lá dei um salto ao hipermercado para comprar leite de coco (até estava em promoção o biológico).

Ficou uma delicia. Até o senhor meu marido, homem cético em tudo o que não envolva chicha ou peixinho, disse que estava uma delicia e se "parecia muito mal comer tudo".

 

(nota: a receita está no link que coloquei acima, é bom mas não fui eu que inventei.)

 

Ora tomem lá a receita do bolo morno de chocolate

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Pois que no outro dia falei aqui do bolo morno de chocolate, e, como sou uma pessoa a atirar pr'ó boa gente, vai de hoje - só mesmo por vossa causa, a mim não me apetecia nada come-lo - ir fazer um bolo morno de chocolate só para tirar umas fotos em condições e explicar à malta que lê este antro de toleira que eu até sei fazer umas coisas.

Ora pois que antes de seguir com a receita relembro que o original está no livro "Dias com Mafalda" da Mafalda Pinto Leite, e que esta é a minha forma de o fazer.

Pois vamos lá.

Vamos precisar de 3 taças.

Na taça 1 vamos colocar 200 gramas de chocolate de culinária e 50 gramas de manteiga.

Na taça 2 vamos colocar 100 gramas de açúcar e 3 gemas de ovos. (ingredientes para 4 pessoas, para 2 é tudo pela metade e eu escolho pôr 2 ovos, visto que 1 1/5 era esquisito)

Na taça 3 as claras para bater em castelo.

Levamos a taça 1 ao microondas para derreter tudo.

Batemos com a batedeira, até ficar com uma cor esbranquiçada e um aspecto fofo, o que está na taça 2.

Batemos em castelo as claras da taça 3.

Juntamos o conteúdo da taça 1 à taça 2 e envolvemos cuidadosamente.

Juntamos o conteúdo resultante às claras batidas em castelo.

Colocamos esta massa, distribuída de forma equilibrada em 4 ramequins untados com manteiga e levamos ao forno (pré-aquecido a 200º) por 12 minutos.

Quando retiramos do forno deve estar cozido por fora, mas quando damos a primeira colherada está derretido por dentro.

Cá em casa a malta delicia-se. Espero que gostem.

Ficam aqui umas fotos para dar água na boca.

 

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 (a massa)

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(o aspecto quando retiramos do forno)

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(eu gosto de polvilhar com açúcar de confeiteiro)

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(bem derretidinho por dentro)

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 (isto é o que lhe aconteceu!!! )

 

Bolo morno de chocolate

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Se eu fosso melhor fotografa talvez fosse possível quase sentir o cheiro e o sabor delicioso deste bolo morno de chocolate. Mas felizmente sou melhor cozinheira que fotografa.

Sei que devia estar a passar os dias de boca fechada a comer tostas sem nada a ver se o lombo encolhe. Mas co tempo para cozinhar o que gosto, é-me difícil.

 

Gosto de cozinhar. Mas não gosto de estar na cozinha para fazer as refeições do tem de ser, do despacha que já estamos atrasados. Gosto de cozinhar com tempo. De provar a comida. De não dar nota dos minutos a passar e de depois me sentar para saborear o que acabei de fazer.

Estamos de férias e fui desencantar "o livro".

Não tivesse já eu bem dentro da casa dos 30 e era pessoa para dizer que "quando for grande quero ser como a Mafalda". Adoro a Mafalda Pinto Leite. É gira, é doce, cozinha bem que só ela. Dá dicas e receitas deliciosas, coloridas, lindas e saudáveis. E, como se não bastasse, ainda explica tudo com uma calma e paciência que me deixa vidrada. Sou capaz de ver vídeos da Mafalda a fazer receitas em loop uma tarde toda.

Aqui há uns anos compre o livro "Dias com Mafalda" e para mim é "o livro" de receitas. Por todos os motivos. Já fiz quase todas as receitas e são maravilhosas. As fotos estão espectaculares. A disposição do livro. O livro em si.

Adoro tudo.

Ontem lembrei-me de fazer o bolo morno de chocolate. Uma espécie de souflé de chocolate,

Delicioso.

Lá fiz as minhas aldrabices de sempre, mas ficou divinal de comer e chorar por mais.

 

 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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