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Em busca da felicidade

Um passeio ao Alentejo e um bolo de dióspiro...

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Todos os anos o meu sogro vai para a apanha da azeitona. Junta-se com 2 cunhados e aí vão eles. Praticamente uma semana a apanhar azeitona. Tudo feito de forma tradicional. Depois de apanhada direta para o lagar. Azeite bom, mais biológico impossível. Quando há garrafões a mais, vendem. Se não houver é para consumo da casa, como aconteceu o ano passado.

A nós calha-nos sempre um garrafão ou dois. Sôtor não sabe o que é comer sopinha sem ser com o azeite feito pelo avô.

Este ano não foi exceção e, como sôtor ainda não está no colégio nós aproveitámos para pôr uma semana de férias. 

Gostamos de ter assim umas semanas, uns dias, espalhados ao longo do ano. Permite descansar. Já o fazíamos antes e agora tem dupla vertente, descansar e compensar as poucas horas que estamos com ele quando trabalhamos.

É lógico que se deixam sempre outras tarefas para as férias. Nestas foi a limpeza de dentes da Tulipa (que, no que ao tratamento propriamente dito, correu lindamente), o comprar de um edredon para a cama de sôtor e mais uma ou duas coisas mais pequenas.

A lista estava completa e nós em descompressão no Domingo. Então lembrei-me:

- Olha lá, podíamos agarrar em nós e ir lá abaixo à quinta e fazer uma surpresa ao teu pai. O homem ainda ontem arrancou e já está cheio de saudades do neto, numa espécie de ansiedade por antecipar a falta que o neto lhe vai fazer durante a semana.

- É uma boa ideia.

O meu sogro ligou nesse dia ao final do dia, convidou-nos para lá irmos, dissemos que não dava, tínhamos muitas coisas para fazer. 

À sucapa o Nuno fala com a mãe e combina tudo.

Segunda arrancamos em direção a Montemor. 

Não sabíamos como o sôtor ia reagir, estavam lá tios e  primos que nunca viu. Para não falar nos montes de cães, gatos e todo um zoo de bicharada do campo.

Ao fim de  minutos estava em casa. Montes de espaço para correr, para brincar à bola. O primo mais pequeno que tem apenas um mês de diferença também apareceu (devidamente acompanhado pelos pais, lá está).

Meu rico filho sem medo de nada. Parecia nascido no campo.

Encantado com os gatos, com os cães, com as galinhas. Fez amizade mais séria com uma ovelha que está a ser alimentada a biberão pela tia do Nuno.

O avô?

Então o avô quando viu o neto pensou estar a alucinar. O homem nem se queria acreditar com aquela visita.

Do passeio ainda vieram dióspiros madurinhos que, para não deixar estragar transformei num bolo de dióspiro.

Uma maravilha de passeio! 

 

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Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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