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Em busca da felicidade

Yoga, tenho saudades de ti

 

Tenho saudades das minhas aulas de yoga. Tenho saudades de me contorcer e respirar fundo várias vezes. De activar os meus chakras, os que sabia já ter e os que descobri depois.

Tenho saudades da sensação inebriante do zen que me trás uma tranquilidade diferente no momento em que enrolo o tapete.

Já tinha comprado vários livros e já tinha visto vídeos suficientes quando decidi ir ter aulas. Em casa a coisa nunca é bem a mesma e ao livro não dá para fazer perguntas quando não entendemos alguma coisa. Ou se relê outra vez e se passa a entender, ou se passa à frente ou insistimos em fazer as coisas mal, que é normalmente a minha opção. A minha, não a certa!

Aqui à uns anos tive o meu sistema nervoso a dar o tilt. É coisa que me acontece a espaços, normalmente manifestando-se com sintomas diferentes e fazendo a minha cabeça profundamente hipocondríaca acreditar que tenho uma doença grave. Segue-se uma bateria de exames e inúmeras consultas médicas para me dizerem que em termos orgânicos está tudo bem. E sim, ainda bem. Dizem-me, tens que ficar contente, e fico. Fico contente pelo órgão são, e lixada por ter a mona feita num oito. Que isto de se reconhecer que andamos meio chalupas não é assim muito agradável.

Paro, olho para a minha vida, percebo que não ando a tomar conta de mim e que, mais uma vez, quero estar em todo lado e nunca estou em lado nenhum. Que olho persistentemente para o relógio porque a determinada hora quero estar noutro sitio qualquer. Quando lá chego estou morta de cansaço.

Aqui à uns anos quando percebi que o stress me estava a consumir a mona decidi inscrever-me no Yoga, não daquele que nos ensinam as poses de forma a trabalhar o corpo, mas daquele que é para a tola e para o corpo. Era desse que precisava. Arranjei uma professora ao pé de casa – num sitio bastante útil porque ia ter as aulas ao lar do SAMS em Azeitão e já decidi que quando for velha aquilo é um bom sitio, tem jardins e tudo – ia uma vez por semana e ficava a sentir-me nas nuvens. Depois comecei a ter menos tempo outra vez e acabei por deixar, engravidei e não voltei. Hoje, com o querubim para mim só ao final do dia e por tão pouco tempo não tenho coragem ainda.

Tenho andado a ver outros espaços de Yoga, num deles dá para comprar aulas avulso e até dá para fazer um curso breve para principiantes.

Ando a pensar que preciso do meu Yoga outra vez, a ver se faço as asanas necessárias e alinho os chakras cá dentro, que tenho para mim que isto anda a ficar baralhado e eu tenho que parar para organizar.

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----ATENÇÃO!----

Este não é o meu cantinho, este não é o meu refugio e este não é o meu diário público. Este é o meu tasco. Servem-se petiscos carregados de óleo velho, jolas, caracoladas e meia dúzia de piadas parvas. Se procura um espaço mais aprimorado é tentar na porta ao lado. Aqui arrota-se. Dão-se chupas aos miúdos (sim com açúcar...nada de stevia). Aqui dão-se erros ortográficos, baralha-se a semântica e escrevem-se frases à Saramago…e não falo da qualidade intrincada de ideias, é mesmo pela falta de pontuação. Aqui corre-se ocasionalmente, mas sempre com os bofes pela boca e acompanhado do #excuses, muitas #excuses. Aqui faz-se o que dá na real gana, mas sempre com algum juízo. Se estiver confortável com o acima disposto, sente-se e mande vir um pires de caracóis que já atendemos.

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